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colegio de feira de santana
O Núcleo Territorial de Educação do Portal do Sertão (NTE 19) informou que presta assistência à adolescente, de 13 anos, que perdeu a visão de um olho ao ser atingida por um pedaço de madeira no Colégio Estadual Hilda Carneiro, em Feira de Santana.
Em nota, o órgão afirmou que a equipe da escola acionou a família e a acompanhou, junto com a estudante, até uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA). Depois, seguiu até o Hospital da Criança. Não há mais informações sobre o estado de saúde da estudante.
O NTE também informou que designou uma equipe multidisciplinar, formada por assistente social e psicólogo, para realizar o acolhimento e a escuta das famílias e da comunidade escolar.
Representantes do Comitê Estadual Intersetorial de Segurança nas Escolas e nos Espaços Educacionais (Cise) e uma assistente social da Secretaria da Educação da Bahia estiveram no hospital para prestar assistência à adolescente e aos familiares.
ENTENDA CASO
A ocorrência foi registrada na última segunda-feira (19). Segundo relatos da família ao Acorda Cidade, parceiro do Bahia Notícias, a adolescente teria sido atingida por um pedaço de madeira arremessado por um colega após um desentendimento.
Familiares afirmaram que a estudante já vinha sofrendo bullying e que episódios anteriores teriam sido comunicados à direção da escola. O Conselho Tutelar também foi acionado e acompanha o caso.
A mãe de uma adolescente citada em uma lista de garotas classificadas como “estupráveis”, feita por estudantes do Colégio Anísio Teixeira (CAT), em Feira de Santana, relatou estar em choque e teme pela segurança da filha. O caso veio à tona após denúncias de estudantes nas redes sociais.
Segundo o Acorda Cidade, parceiro do Bahia Notícias, além de divulgar a lista e afixá-la em uma parede da escola, alunos teriam se fantasiado de homens envolvidos em casos de estupro e feminicídio. A situação provocou revolta entre estudantes, que realizaram um protesto na instituição. As aulas foram suspensas.
Em entrevista ao site feirense, a mãe afirmou que a filha está assustada e insegura. Ela contou que procurou a escola duas vezes para obter esclarecimentos sobre o caso e as medidas de proteção às adolescentes.
De acordo com a mãe, a coordenação informou que a direção estava reunida com representantes da polícia, do Conselho Tutelar e de outros órgãos para discutir as providências. Ela também relatou ter sido informada de que os estudantes envolvidos teriam sido convidados a deixar a instituição.
COLÉGIO
Em nota publicada no Instagram, o Colégio Anísio Teixeira afirmou que acompanha o caso e adota as medidas cabíveis, com respeito à legislação e aos direitos dos envolvidos.
A instituição informou que as situações relatadas estão sendo tratadas por meio de medidas pedagógicas, observando o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e os regimentos internos.
O colégio também reafirmou o compromisso com um ambiente escolar seguro, livre de violência, discriminação e constrangimento. Por envolver menores de idade, a instituição disse que preservará a privacidade dos estudantes, o que limita a divulgação pública de informações.
Alunos do Colégio Anísio Teixeira (CAT), em Feira de Santana, realizaram um protesto nesta sexta-feira (9) após denúncias de que alunos teriam elaborado uma lista com nomes de colegas classificadas como “estupráveis”. A manifestação levou à suspensão das aulas.
Segundo o Acorda Cidade, parceiro do Bahia Notícias, o caso veio à tona nesta quinta-feira (8), por meio de publicações nas redes sociais. As denúncias também mencionam estudantes que teriam usado fantasias ou máscaras de homens associados a casos de violência sexual e feminicídio durante um trote escolar.
Ao site feirense, um estudante afirmou que os alunos envolvidos na lista foram afastados. Segundo ele, cerca de quatro estudantes participaram do episódio das fantasias, que teria ocorrido durante uma atividade organizada por alunos do Ensino Médio, sem relação direta com o caso da lista, atribuído a estudantes do Ensino Fundamental.
O estudante também relatou indignação com os episódios, diante da violência contra as mulheres.
Em nota, o Colégio Anísio Teixeira informou que os alunos envolvidos foram afastados de forma preventiva e que as famílias das possíveis vítimas estão sendo ouvidas e acolhidas.
A instituição afirmou ainda que repudia os atos denunciados e adota as medidas cabíveis, respeitando a legislação e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Uma adolescente, de 16 anos, foi agredida por um colega, de 17, após recusar uma investida amorosa, no distrito de Humildes, em Feira de Santana. A agressão teria ocorrido na última terça-feira (28), em frente ao Colégio Estadual do Campo Padre Henrique Alves Borges, onde ambos estudam. Nesta quinta-feira (30), estudantes do colégio realizaram um protesto.
Segundo a TV Subaé, familiares da jovem relataram que a estudante deixava a escola quando foi surpreendida pelo colega, que a agrediu com tapas e murros. Ainda conforme relato, a motivação da agressão teria sido a recusa da jovem em aceitar um pedido de namoro.
Após a agressão, a adolescente recebeu atendimento médico e foi liberada horas depois. O caso foi registrado na Delegacia para o Adolescente Infrator (DAI) como lesão corporal dolosa e ameaça. Os familiares da adolescente afirmam que a escola foi omissa diante da situação, alegando que funcionários teriam presenciado a agressão sem intervir.
SEC
Em nota, a Secretaria da Educação do Estado da Bahia (SEC) informou que adotou medidas para acolher a estudante e oferecer suporte psicológico. Conforme a pasta, após reunião entre a gestão escolar e os familiares, ficou definido que a adolescente permanecerá em atividade domiciliar pelo período necessário à recuperação.
A SEC também informou que o estudante apontado como autor da agressão já estava afastado da unidade escolar em razão de registros anteriores de comportamento agressivo e inadequado.
A diretora que proibiu um aluno autista de levar lanche para um colégio estadual em Feira de Santana teve a aposentadoria voluntária publicada no Diário Oficial do Estado nesta sexta-feira (6). Alfreda Maria Silva Campos Neta Xavier era diretora do Instituto de Educação de Tempo Integral Gastão Guimarães.
Segundo o Acorda Cidade, parceiro do Bahia Notícias, a diretora foi afastada das atividades após denúncias da comunidade escolar. O anúncio da aposentadoria ocorre após 15 dias de uma manifestação de pais, que pediam a saída dela da direção do colégio.
Conforme relatos, ela proibia um estudante autista de levar o próprio lanche para a unidade da rede estadual, mesmo com o pedido da mãe do aluno, que argumentava que o filho tinha restrição alimentar. A aposentadoria da diretora com benefícios chega a R$ 15,9 mil.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Carlos Bolsonaro
"Em determinado momento, eu me emocionei na frente dele e falei: 'desculpa, pai, a gente falhou".
Disse Carlos Bolsonaro (PL), segundo filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ao publicar um vídeo nas redes sociais após visitar a casa do pai, em Brasília, onde cumpre prisão domiciliar. A gravação foi divulgada nesta quarta-feira (28) três dias após a derrota do filho mais velho de Jair, Flávio Bolsonaro (PL) nas eleições presidenciais de 2026.