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colegio de aroeira
Dois jovens de Ipupiara, na Chapada Diamantina, desenvolveram uma pomada e um xarope à base de aroeira, planta nativa conhecida pelas propriedades medicinais. A iniciativa partiu de Marcos Wesdras e Ana Kaylla, estudantes do Colégio Democrático Estadual Castro Alves, com orientação do professor Edippo Geovanni Dias. A meta visa integrar o saber popular ao conhecimento científico, com foco em soluções naturais e acessíveis para a saúde da população.
Na aroeira – amplamente usada por comunidades tradicionais para tratar inflamações, feridas, queimaduras leves e infecções de pele – tem na casca compostos bioativos com propriedades cicatrizantes, anti-inflamatórias e antimicrobianas, como explica o professor Edippo Dias.
“Essas características tornam a planta muito útil no tratamento de feridas, queimaduras leves, infecções de pele e irritações, sendo a casca a principal fonte desses compostos bioativos”, disse. Conforme a Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), a ideia do projeto surgiu a partir da observação de práticas comuns entre os moradores locais, especialmente os mais velhos.
“Nossa principal motivação foi valorizar o saber popular, integrando-o ao conhecimento científico, além de desenvolver um produto natural e acessível que pudesse, futuramente, beneficiar a saúde da população”, afirma a estudante Ana Kaylla. Atualmente, os produtos estão em fase de testes primários.
O projeto conta com o apoio da Secretaria da Educação da Bahia (SEC) e busca ampliar as ações. A próxima etapa do projeto envolve a melhoria das formulações da pomada e do xarope, além da busca por parcerias com universidades e instituições de pesquisa. “Queremos expandir o projeto e desenvolver outros produtos à base de plantas medicinais”, afirma Ana.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.