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cobrados
O clima de pressão no Atlético-MG aumentou após a derrota para o Botafogo, no último sábado (20), pela 24ª rodada do Campeonato Brasileiro. Na chegada ao Aeroporto de Confins, em Belo Horizonte, jogadores e dirigentes foram cobrados por membros de torcidas organizadas.
Torcedores do #Atlético foram ao aeroporto em Confins na chegada dos jogadores após a derrota contra o Botafogo, no Rio de Janeiro. O lateral Guilherme Arana conversou com os torcedores que pediram mais empenho do time, principalmente no Brasileirão, que o time está próximo do Z4 pic.twitter.com/vE8VwJQj7a
— Wadson Fernandes (@WadsonAraujo89) September 21, 2025
O diretor de futebol Victor, o goleiro Everson e o lateral Guilherme Arana se reuniram com os torcedores para ouvir as críticas. Durante a conversa, um dos presentes afirmou que aquele seria o “último aviso”. Arana tentou justificar o momento vivido pela equipe.
"Já fui torcedor. Tenho um irmão que é torcedor. Cabe a mim, ao Everson, vamos repassar essa insatisfação. O grupo está ciente", declarou o lateral.
Entre as cobranças, Hulk também foi citado, mesmo sendo um dos principais ídolos recentes do clube. Junior Santos foi outro alvo.
"A gente não culpa um ou outro, é todo mundo. Até o Hulk que é o maior ídolo", disse um torcedor.
Outro torcedor pediu para que Guilherme Arana mandasse o atacante Júnior Santos saísse do Atlético Mineiro: "Arana, manda o Junior Santos embora pelo amor de Deus".
O Atlético não vence há mais de um mês, desde o 1 a 0 sobre o Godoy Cruz, pela Sul-Americana, ainda sob o comando de Cuca. Desde então, foram cinco derrotas (São Paulo, Cruzeiro, Vitória, Cruzeiro novamente e Botafogo) e dois empates (Santos e Bolívar).
De volta ao clube, Jorge Sampaoli soma quatro jogos sem vitória: dois empates e duas derrotas. Em três dessas partidas, o Galo atuou com um jogador a mais, mas não conseguiu aproveitar a vantagem.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.