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O técnico José Roberto Guimarães anunciou, durante a COB Expo, em São Paulo, que o vôlei feminino do Brasil contará com uma seleção B a partir de 2026. O objetivo é ampliar o acompanhamento de atletas e dar mais experiência internacional a jovens jogadoras que buscam espaço na equipe principal.
“Não é porque está na seleção B que tem menos valor. Pelo contrário, é mais uma oportunidade da gente observar de perto, ver jogadoras enfrentando algumas das melhores do mundo e dar a elas mais chances de crescimento”, afirmou Zé Roberto.
Em 2025, a seleção principal bateu na trave em duas grandes competições: foi prata na Liga das Nações (VNL) e conquistou o bronze no Mundial. Para o treinador, o desafio é dar o salto necessário até os Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 2028.
“Três anos passam rápido demais. Temos pouco tempo para dar esse salto e conquistar títulos. Estamos há oito anos sem ganhar um, mas muito próximos. O que as meninas mostraram no Mundial me deixou confiante. Precisamos subir mais um degrau para chegar ao ouro”, destacou.
Apesar das cobranças, o comandante se mostra otimista com a atual geração: “A geração é boa, mas precisa ganhar experiência internacional jogando contra as principais seleções. Acredito muito nesse time e no que podemos construir até 2028”, completou.
O projeto da seleção B vem na esteira de um 2025 em que o Brasil já apostou em ampliar o número de equipes: o sub-26 conquistou bronze na Universíade, enquanto o sub-23 foi bronze na Copa América adulta e campeão nos Jogos Pan-Americanos Júnior.
“Nos propusemos a ampliar o número de seleções, mapear melhor o que acontece e dar oportunidades. Esse é o crescimento que buscamos. Não dá para colocar todas as jogadoras na seleção A, mas a B será um braço importante, uma extensão, para que possamos acompanhar de perto e preparar melhor quem pode chegar à equipe principal”, concluiu Zé Roberto.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.