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clubes de futebol
O governo federal anunciou a convocação de uma reunião, nesta terça-feira (29), com representantes de clubes de futebol para debater os desdobramentos e os impactos financeiros decorrentes da proibição das empresas de apostas de quota fixa no país.
Segundo informações do g1, o encontro foi articulado pelo Ministério do Esporte após a repercussão negativa por parte dos times à publicação da Medida Provisória que determinou a descontinuação das plataformas. Pelo texto, os sites e aplicativos de apostas têm até o dia 6 de outubro para sair do ar, enquanto os apostadores possuem prazo até 5 de outubro para efetuar o resgate dos saldos disponíveis.
A iniciativa visa avaliar formas de mitigar eventuais prejuízos às agremiações esportivas, que viram os patrocínios do setor se tornarem uma das principais fontes de receita nos últimos anos. Apenas em 2025, os 20 clubes brasileiros de maior faturamento receberam R$ 1,143 bilhão dessas empresas, de acordo com levantamento da consultoria Sports Value.
Além da Medida Provisória, o Poder Executivo encaminhou ao Congresso Nacional um projeto de lei que tipifica como crime a exploração, operação e divulgação não autorizada de apostas de quota fixa. Caso aprovada e sancionada, a lei prevê penas de 4 a 6 anos de reclusão, além de sanções pecuniárias.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"São declarações completamente falsas e oportunistas, criadas para interferir nas eleições. Na eleição de 2018, também inventaram mentiras. Eu me elegi e minha inocência ficou provada. Agora, vai acontecer o mesmo. Dessa vez inventaram sociedades e contratos falsos. São mentiras deslavadas. Eu nunca tive relação com o senhor Daniel Vorcaro".
Disse o senador e candidato à reeleição, Jaques Wagner (PT) ao responder as acusações de que teria recebido pagamentos mensais do Banco Master por supostas vantagens indevidas relacionadas à operação do cartão de crédito consignado Credcesta, na Bahia.