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Em pouco mais de três meses, tudo pode mudar. Passados exatos 104 dias desde a final do Nordestão diante do Fortaleza, a temporada do CRB virou de cabeça para baixo. O alvirrubro que brigou pelo título mais importante do calendário do futebol nordestino, hoje briga para não ser rebaixado à Série C.
Há 11 jogos sem vencer no Brasileirão Série B, o CRB se encontra na 18ª colocação no campeonato, com 26 pontos em 27 rodadas. Apesar de ter dois times atrás, o CRB é quem lidera as chances de rebaixamento, que são calculadas pelo departamento de matemática da Universidade Federal de Minas Gerais, com 79,9%. O time também sustenta a maior sequência sem vencer do campeonato.

Foto: Francisco Cedrim / CRB
A análise do departamento de matemática da UFMG ainda coloca uma crítica estatística contra o CRB. A probabilidade do time vencer em casa é só de 19.19%, enquanto que a probabilidade do time perder em casa é superior a 50% (50.02). O clube também não ostenta das melhores sortes fora de casa: apenas 5% de chance de vencer fora, enquanto as chances de perder chega quase aos 60% (57.54).
Restam agora onze jogos, a mesma quantidade de partidas que o time tem sem vencer, para que o Clube Regatas Brasil vire a chave e consiga a permanência na Série B para 2025. O clube enfrenta Botafogo-SP (adversário direto), América-MG, Paysandu (adversário direto), Guarani (adversário direto), Brusque (adversário direto), Mirassol, Coritiba, Ituano (adversário direto), Goiás, Santos e Operário.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.