Artigos
O simples privilégio de saber ler e escrever
Multimídia
Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
cleitinho
Após ter voltado atrás em sua decisão de concorrer à reeleição para a Câmara e retornado à disputa para o Senado, o deputado Aécio Neves (PSDB) embolou a disputa às duas cadeiras pelo estado de Minas Gerais. Pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira (9) revela que o ex-senador e ex-governador mineiro já assumiu a segunda colocação na simulação para o Senado.
Na primeira posição, segue liderando a disputa a ex-prefeita de Contagem, a petista Marília Campos. Já Aécio Neves aparece na segunda posição, em situação de empate técnico com outros candidatos.
Confira abaixo os números do cenário principal da disputa ao Senado por Minas Gerais:
Marília Campos (PT): 21%
Aécio Neves (PSDB): 14%
Domingos Sávio (PL): 14%
Carlos Viana (PSD): 13%
Marcelo Aro (PP): 9%
Áurea Carolina (PSOL): 6%
Marco Antônio Superman (Novo): 6%
Arcanjo Pimenta (MDB): 1%
Carlin Moura (Avante): 1%
Outros: 1%
Nulo/Branco: 6%
NS/NR: 8%
Os candidatos Ana Luiza do MLB (UP) / Fidélis Alcântara (UP) / Manoel Carvalho (MDB) / Jordano Metalúrgico (PSTU) / Juíz Ramon Moreira (DC) / Tião Pessoa (PCO) / Victoria Mello Vic (PSTU) somados atingiram 1% e estão categorizados como “outros”.
As porcentagens apresentadas pelo Instituto Big Data são uma média das opções de primeiro e segundo voto. Veja abaixo como as intenções de voto se dividem entre as duas opções:
Primeiro voto
Marília Campos (PT): 28%
Aécio Neves (PSDB): 15%
Carlos Viana (PSD): 14%
Domingos Sávio (PL): 13%
Marcelo Aro (PP): 9%
Áurea Carolina (PSOL): 6%
Marco Antônio Superman (Novo): 4%
Arcanjo Pimenta (MDB): 1%
Carlin Moura (Avante): 1%
Outros: [não informado]
Nulo/Branco: 4%
NS/NR: 5%
Segundo voto
Marília Campos (PT): 15%
Domingos Sávio (PL): 15%
Aécio Neves (PSDB): 13%
Carlos Viana (PSD): 12%
Marcelo Aro (PP): 9%
Áurea Carolina (PSOL): 7%
Marco Antônio Superman (Novo): 7%
Outros: 3%
Nulo/Branco: 8%
NS/NR: 11%
Na corrida à cadeira de governador de Minas Gerais, a pesquisa Real Time Big Data aponta o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG) na liderança do primeiro turno, com 31% das intenções de voto. Em seguida, aparece o deputado federal Patrus Ananias (PT), com 17% da preferência do eleitorado mineiro.
Na terceira colocação, o ex-prefeito Alexandre Kalil (PDT) soma 12% das menções, em situação de empate técnico com o atual governador, Mateus Simões (PSD), que vai a 11%. O ex-vereador Gabriel (MDB) aparece com 8% dos votos, seguido por Flávio Roscoe (PL), com 7%. Ben Mendes (Missão) marca 2%, enquanto Indira Xavier (UP) anota 1%.
O Real Time Big Data entrevistou 2.000 pessoas dos dias 3 a 7 de setembro de 2026. O levantamento foi contratado pelo próprio instituto. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. O nível de confiança da pesquisa é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pelo nº MG-00998/2026.
Confirmado candidato na reta final do prazo para registro na Justiça Eleitoral, o senador Cleitinho (Republicanos) lidera com folga a disputa pelo governo de Minas Gerais tanto no cenário de primeiro quanto nas simulações de segundo turno. É o que mostra a primeira pesquisa Quaest em Minas Gerais após a confirmação das candidaturas.
Na pesquisa, Cleitinho aparece com 29% na simulação de primeiro turno no cenário estimulado, em que os entrevistados recebem uma lista com os nomes dos candidatos. Em seguida, tecnicamente empatados, estão o deputado federal Patrus Ananias (PT), candidato apoiado pelo presidente Lula (PT), com 11%, e Alexandre Kalil (PDT), com 10%.
Já o atual governador mineiro, Mateus Simões (PSD), apoiado pelo presidenciável Romeu Zema (Novo), marcou 7%. Gabriel Azevedo (MDB), ex-presidente da Câmara Municipal de Belo Horizonte, chegou a 5%, e Flávio Roscoe (PL), que é apoiado pelo senador Flávio Bolsonaro (PL), tem 3%.
Túlio Lopes (PCB) aparece com 1%, assim como Rafael Duda (PSTU). Ben Mendes (Missão) pontuou com 2%; Indira Xavier (UP) e Henrique Áreas (PCO) não pontuaram.
Na pesquisa espontânea, em que os nomes dos candidatos não são mostrados aos eleitores, Cleitinho aparece com 11%, seguido de Patrus Ananias (3%), Alexandre Kalil (2%), Gabriel (1%), Mateus Simões (1%).
Nos cenários simulados de segundo turno, Cleitinho aparece na frente em todos os confrontos de que participa: venceria Alexandre Kalil (PDT) por 48% a 27%, Patrus Ananias (PT) por 51% a 26% e Mateus Simões (PSD) por 49% a 17%.
Nos duelos que não envolvem Cleitinho, Kalil bateria Patrus por 42% a 18%, mas apareceria em situação de empate técnico com Simões (32% a 30%). Já entre Patrus e Simões a disputa também fica dentro da margem de erro, com 35% a 31%.
Já a disputa pelas duas vagas ao Senado tem na liderança a candidata Marília Campos (PT), ex-prefeita de Contagem, que marca 15%. Na sequência estão o senador Carlos Viana (PSD), com 8%, o deputado Domingos Sávio (PL), com 8%, e Marcelo Aro (PP), com 6%. Áurea Carolina (PSOL) e Marco Antônio Superman (Novo) têm 2% das intenções de voto.
A pesquisa Quaest foi registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número MG-04060/2026. O levantamento ouviu 1.506 eleitores de 16 anos ou mais de 21 a 24 de agosto e foi encomendado pela Globo.
O senador Cleitinho (Republicanos-MG) mudou mais uma vez de posição e anunciou novamente que pretende ser candidato a governador de Minas Gerais. O anúncio foi feito na manhã desta terça-feira (4), durante convenção nacional do seu partido, o Republicanos.
Apesar de liderar todas as pesquisas para o governo de Minas Gerais, Cleitinho vem há meses demonstrando incerteza se seria ou não candidato. Na semana passada, após dar um ultimato não respondido pelo senador, o Republicanos decidiu que não havia mais espaço para a candidatura, buscando um acordo para viabilizar o nome do ex-secretário de governo Marcelo Aro (PP).
Após a definição do partido, Cleitinho gravou vídeo anunciando que era sim candidato ao governo mineiro, e pediu que o Republicanos recuasse da decisão de investir em outra candidatura. Essa posição durou até esta segunda (3).
Ao lado do presidente nacional do partido, deputado Marcos Pereira (SP), o senador mineiro se desculpou, alegou problemas familiares para suas idas e vindas, como a doença que vitimou recentemente seu irmão. No vídeo divulgado em suas redes, Cleitinho chorou e disse que não estava preparado para assumir o governo de Minas Gerais.
“Me dirigir ao povo mineiro, pedir perdão, porque o momento não está fácil para mim, para a minha família, e não adianta eu entrar na campanha agora do jeito que estou. Não adianta eu querer cuidar de vocês se eu não cuidar de mim, da minha família. Eu tenho que ser honesto com vocês, tenho que falar a verdade”, disse o senador.
Menos de 24 horas depois, entretanto, o senador Cleitinho mudou novamente de posição e pediu para participar da convenção nacional. Ele disse ter ouvido de familiares pedido para não desistir.
“Eu quero ser candidato a governador e eu peço aqui humildemente ao presidente [Marcos Pereira] que me dê essa vaga. Eu não vou decepcionar o partido”, disse o senador na convenção.
Ainda em sua fala, durante o encontro que contou com a presença do presidente da Câmara, Hugo Motta (PB), o senador também disse que voltou atrás após um momento de oração. Segundo ele, sentiu que o irmão o incentivava a não desistir da disputa.
“Parece que ele falou para mim: ‘Você vai desistir? Você não vai disputar?’. Aquilo mexeu muito comigo. Eu senti no meu coração que eu não podia desistir. Eu não estou aqui por vaidade, por poder ou por projeto pessoal. Eu estou aqui porque acredito que Deus tem um propósito para a minha vida e porque eu tenho uma missão com o povo de Minas Gerais” declarou o senador.
Após seu pedido, Cleitinho acabou levando uma “bronca” do presidente do Republicanos. Marcos Pereira afirmou que “todas as oportunidades foram dadas” e explicou que o partido deu vários prazos para o senador decidir.
“Não podemos ir para um processo eleitoral como esse, num partido que é sério e que cresceu em 20 anos, numa instabilidade. Eu não posso, senador Cleitinho, com todo respeito a vossa excelência. Eu seria irresponsável com o povo de Minas, em colocar Minas nas mãos de uma pessoa que hora pensa uma coisa e cinco minutos depois pensa outra”, declarou Marcos Pereira.
O presidente do Republicanos citou a cronologia de idas e vindas de negociação sobre a candidatura de Cleitinho, e disse que o partido considerava o caso como “página virada”.
“Não podemos brincar com a vida de milhões de mineiros. O partido tomou uma decisão, porque nós estamos a um dia do prazo final das convenções, e por outro lado também, a gente não pode submeter o povo de Minas, milhões de brasileiros mineiros, a uma situação de insegurança, de uma instabilidade como essa”, declarou Marcos Pereira, após a convenção, a um grupo de jornalistas.
Em entrevista coletiva na noite desta quarta-feira (29), o senador Cleitinho se colocou contra a decisão do seu partido, o Republicanos, e disse que mantém sua candidatura ao governo de Minas Gerais. Dirigentes do Republicanos haviam afirmado, no início do dia, que o senador mineiro tinha “perdido o timing” para ser candidato, e anunciaram que iriam apoiar o ex-secretário Marcelo Aro, em uma aliança com o PL e a federação União Progressista.
Apesar de liderar as pesquisas de intenção de voto em Minas Gerais, Cleitinho há meses vinha evitando definir se seria ou não candidato. Diante da indefinição, a direção do Republicanos lamentou que o senador tenha faltado à convenção estadual da legenda, realizada no último sábado (25), e concluiu que a falta de uma confirmação inviabilizava a organização da chapa e das alianças para a eleição, optando, portanto, por seguir outro caminho na eleição.
Na coletiva que deu à imprensa, o senador Cleitinho rebateu as críticas feitas por integrantes de seu campo político, que passaram a classificá-lo como um político instável e colocaram em dúvida sua disposição para disputar o governo. Cleitinho elevou o tom e falou sobre os motivos da demora em assumir a candidatura.
“Foi um bando de conversa fiada. Dizendo que estou com medo de ser candidato, de prometer e não cumprir. Eu não sou vocês, vagabundos. Eu não tenho lobby com patifaria. O que eu prometer eu vou cumprir”, afirmou o senador.
O senador também atribuiu a demora para oficializar a candidatura ao tratamento de saúde e à morte do irmão mais novo, Matheus Azevedo, no último dia 18. Segundo ele, a família enfrentou meses difíceis desde que a leucemia voltou a se manifestar, no início do ano.
“Eu só lancei minha candidatura agora porque minha família tem trauma com câncer. Meu irmão teve leucemia. Em janeiro voltou. Ele ficou mais de 40 dias internado no hospital. Eles não respeitaram nem o meu luto, nem a minha dor”, lamentou o pré-candidato.
O parlamentar reiterou que é sim candidato e confirmou que concorrerá ao lado do ex-prefeito de Patos de Minas, Luís Eduardo Falcão, como vice.
“Sou candidato a governador junto com o Falcão como vice. Tem quase 50% da população mineira que quer que eu venha candidato a governador”, reiterou o senador Cleitinho.
Ao final da entrevista, Cleitinho disse que iria tentar falar com o presidente do Republicanos, deputado Marcos Pereira, para reverter a disposição do partido em apoiar outro candidato. Marcos Pereira foi um dos dirigentes que disse que Cleitinho havia “perdido o timing” de sua candidatura.
Em uma postagem nos stories do Instagram nesta quarta-feira (15), a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro lamentou a morte, em Fortaleza (CE), de um bebê de apenas dez meses, vítima de um estupro cometido por dois homens. Michelle compartilhou uma publicação sobre o caso e disse que “os dias são maus”.
“O coração se despedaça diante de tanta crueldade. Pequena, o Reino dos Céus é das crianças. A nossa esperança está na Justiça do Senhor”, escreveu a ex-primeira-dama.
A criança se chamava Helena e morreu após dar entrada em um hospital de Fortaleza. A unidade de saúde constatou sinais de violência sexual.
Dois homens, de 22 e 26 anos, foram presos em flagrante, na última segunda (13), em Fortaleza, suspeitos do crime. Segundo a polícia, um dos presos mantinha um relacionamento casual com a mãe da bebê, enquanto o outro é primo dele.
Quem também se manifestou sobre o crime foi o senador Cleitinho (Republicanos-MG), que em discurso no plenário do Senado, nesta quarta, defendeu a pena de morte para quem comete crimes como o estupro de um bebê. Cleitinho propôs que seja apresentada uma nova Constituição, considerando que a pena de morte não pode ser alterada no atual modelo, pois é uma cláusula pétrea.
“É isso que a gente deveria tratar aqui dentro do Senado, dentro do Congresso Nacional, a gente fazer uma nova Constituição. Por que não deixar para os estados poder fazer a lei penal? Porque se eu fosse governador de Minas Gerais, a primeira coisa que eu ia fazer era a pena de morte”, declarou o senador.
Cleitinho, que ainda não definiu se será candidato a governador de Minas Gerais, chamou os envolvidos no caso de escórias e marginais e defendeu que eles não devem retornar à sociedade.
“Qual que é a possibilidade de dois marginais, duas escórias que não são seres humanos, estuprar um bebê de 10 meses e matar esse bebê? Qual a possibilidade de estar na sociedade? (…) Isso não é ser humano isso! Isso são uma escória, isso é um verme que tem que estar debaixo da terra, tem que estar no colo do capeta!”, disparou o senador mineiro.
A mãe da bebê Helena, de dez meses, afirmou em depoimento à Polícia Civil que o homem preso e apontado inicialmente como padrasto da criança era, na verdade, apenas um "ficante". Segundo ela, os dois haviam se conhecido poucos dias antes da morte da menina.
De acordo com o relato prestado aos investigadores, a mulher foi até o apartamento do suspeito para participar de uma festa. Em determinado momento, percebeu que a filha apresentava sinais de mal-estar e acreditou que a bebê estivesse engasgada.
Helena foi socorrida e levada a uma unidade de saúde, mas não resistiu. Conforme informou a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPDS), médicos constataram indícios compatíveis com violência sexual. A hipótese de asfixia também está sendo investigada, e a causa da morte dependerá dos laudos periciais.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.