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clayson
Após ser apresentado pelo Cuiabá na última terça-feira (4), o meia-atacante Clayson apareceu no Boletim Informativo Diário (BID) da CBF nesta quinta e está apto para fazer a sua reestreia pelo Dourado contra o Bahia, no próximo sábado (8), pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro.
Atualmente com 28 anos, Clayson jogou pelo Bahia em 2020, somando 42 partidas, 3 gols e 3 assistências com a camisa do Esquadrão. Em 2021, o meia-atacante foi emprestado para o Cuiabá e depois vendido para o Al-Faisaly, da Arábia Saudita. Em 2022, Clayson foi negociado para o futebol japonês, onde atuou pelo V-Varen Nagasaki, antes de retornar ao Cuiabá.
Há uma semana na capital mato-grossense, Clayson garantiu estar pronto fisicamente e ansioso para a sua reestreia.
"Não vou mentir, estou um pouco ansioso para essa reestreia. Poder voltar a jogar na Arena Pantanal, poder vestir a camisa do Cuiabá, sentir o calor da torcida vai ser emocionante pra mim. Tenho esse sentimento de voltar a jogar bem. Estou me preparando ao máximo mental, física e tecnicamente para que eu possa ajudar a equipe e fazer um bom jogo", comentou o jogador.
Bahia e Cuiabá estão separados na tabela de classificação da Série A por apenas três pontos. Enquanto o Esquadrão ocupa a 15ª posição com 12 pontos, o Dourado está no 13º lugar, com 15.
O Fluminense paralisou as negociações com o atacante Clayson, ex-Bahia e Corinthians. De acordo com o site ge.globo, as conversas estavam avançadas e já tinha um acordo encaminhado para a contratação. No entanto, a informação vazou e torcedores do Tricolor carioca fizeram uma campanha contra o acerto que pode melar o negócio.
A repercussão negativa nas redes sociais é sobre a acusação de agressão a uma mulher em 2021, num motel em Cuiabá. Na época, ele atuava no Cuiabá emprestado pelo Bahia. O clube do Mato-Grosso rescindiu contrato com o atacante e em janeiro do ano seguinte, ele foi dispensado pelo Tricolor. O atacante seguiu a carreira e foi jogar no exterior, primeiro no Al-Faisaly, da Arábia Saudita, depois no V-Varen Nagasaki, da segunda divisão do Japão. Porém, em setembro de 2022, o atleta acabou sendo absolvido na Justiça por falta de provas.
Clayson foi revelado pelo paulista União São João, passou por Ituano e Ponte Preta e viveu o melhor momento da carreira no Timão em 2019, quando marcou sete gols e deu 10 assistências em 62 partidas. No Tricolor, disputou 42 jogos, anotou três tentos e deu três passes para os companheiros balançarem as redes. Faltando um mês para encerrar o contrato com o V-Varen Nagasaki que fez uma proposta de renovação, ele foi um pedido do técnico Fernando Diniz para fazer sombra ao atacante de beirada Keno e chegaria sem custos ao Fluminense.
Confira a repercussão nas redes sociais:

Foto: Reprodução / Instagram
— FLU por ELAS (@fluporelas) June 19, 2023
Alô, @FluminenseFC.
— FLU-VERDADE (@VerdadeFlu) June 19, 2023
Não adianta fazer campanha bonitinha e depois contratar agressor de mulheres para agradar empresários.
Não aceitaremos agressores no nosso Clube!!! @FluminenseFC https://t.co/qibR18Q1I7
— Bravo 52 (@bravo52oficial) June 19, 2023
@FluminenseFC, trazer esse cara é ir contra o que se prega de ser o #TimeDeTodos.
— Você Sabia? Fluminense (@VoceSabiaFlu) June 19, 2023
Nós não queremos agressores aqui. Ainda mais uma pessoa que se quer presta assistência após confessar o crime. #ClaysonNão pic.twitter.com/C5MDTBWJV2
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.