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claudinho e buchecha
A viúva do cantor Claudinho, da dupla Claudinho e Buchecha, Vanessa, acionou a Justiça do Rio de Janeiro após descobrir que os restos mortais do artista foram retirados do jazigo onde estava sem autorização.
Segundo o G1, Vanessa pede uma indenização por danos materiais e morais após os restos mortais de Claudinho terem sido colocados em um nicho junto com outras sete pessoas. No processo, a viúva alega não ter sido comunicada sobre a exumação do corpo, em 2021.
Vanessa afirma só ter descoberto sobre a situação após uma fã visitar o jazigo de Claudinho e encontrar os restos mortais de outra pessoa. Ainda conforme o G1, a administração do cemitério informou no processo ter enviado telegramas para a viúva, que nega ter recebido.
Vanessa pede uma indenização de R$1 milhão em danos morais e R$127 mil em danos materiais a responsável pelo cemitério, Venerável Arquiepiscopal Ordem Terceira da Nossa Senhora do Monte Carmo. Em entrevista à revista Marie Claire, Vanessa afirmou que o jazigo perpétuo de Claudinho foi comprado pela antiga gravadora do cantor e colocado no nome dela.
De acordo com o G1, Vanessa pede na Justiça que os restos mortais do artista, que faleceu em junho de 2002 em um acidente de carro, sejam tirados do atual nicho e que retornem ao jazigo 7471.
Claudinho e Buchecha ganharão uma cinebiografia. De acordo com informações da coluna de Leo Dias, a história da dupla será contada no longa-metragem “Nosso Sonho”, com lançamento previsto para o final de 2020, pela Urca Filmes.
"Será um filme que conta toda a trajetória da dupla. Pegaram histórias da minha família, coisas que eu contei sobre nós, da família do Claudinho, relatos de fãs. Está bem completo. Tenho certeza que será muito premiado e vai emocionar e surpreender", garantiu Buchecha, revelando ainda que sempre lembra com emoção do ex-parceiro, morto em 2002, vítima de um acidente de carro. "Fica marcado na minha memória a primeira vez que cantamos juntos, ele indo na minha casa para escrevermos a primeira música, para participarmos de festival. São muitas lembranças", disse o artista.
Sobre a escolha rítmica, a cantora confirma a influência. “Escolhi o funk melody porque é o tipo de música que gosto, assim como meu pai", diz. Lia também pensa em gravar uma canção ao lado de Buchecha, seu padrinho de batismo e ex-companheiro de seu pai. "Estamos vendo essa possibilidade", adianta.
Entre as canções de seu pai, Lia elege quatro como preferidas: "Eu Sonhei", "Baixo Degrau", "Meu Anjo" e "Só Love". Mas do clássico "Nosso sonho", que deu reconhecimento à dupla, ela não lembra muito: "Essa música embalou outra geração, mas a música ‘Fico Assim Sem Você’ toca em todas as festas e gosto muito", diz. As informações são do Ego.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.