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classico proibido
O Clássico Proibido entre Aldosivi e Alvarado voltou a ser disputado na Argentina após 27 anos. As duas equipes se enfrentaram neste sábado (23), no Estádio José María Minella, em Mar del Plata, na Argentina, e ficaram no empate sem gols. A partida foi válida pela Primera Nacional, equivalente a segunda divisão do futebol argentino.
Se em campo Aldosivi e Alvarado ficaram devendo, o mesmo não pode ser dito da torcida. Os torcedores do Tiburón fizeram uma grande festa antes e durante o jogo com mais de 15 mil pessoas presentes.
O último clássico entre as duas equipes aconteceu no dia 10 de agosto de 1997, pelo Torneio Marplatense, e ficou marcado por cenas de violência que forçou o encerramento da partida com apenas 30 minutos de bola rolando. Os torcedores se envolveram em brigas no estádio e nas ruas. Um muro da praça esportiva foi derrubado e os jogadores precisaram deixar o gramado, por causa do gás lacrimogêneo usado pela polícia para controlar a confusão. O árbitro acabou interrompendo o jogo por questões de segurança. Desde então, o clássico se tornou proibido e o duelo entre rivais deixou de ser organizado nos torneios amistosos pelo temor da violência. Em 2011, a Copa Argentina previa uma rodada especial de clássicos entre os times participantes, mas a polícia de Mar del Plata vetou a realização de Aldosivi e Alvarado.
A rivalidade entre Aldosivi e Alvarado está completando 70 anos em 2024. O primeiro duelo entre os dois times foi disputado em 1954, mas a rivalidade começou somente em 1988 quando torcedores do Alvarado começaram a apoiar a torcida do Norte, adversário do Aldovisi. Naquela ocasião, houve briga entre os dois lados. Em 1997, a liga de Mar del Plata excluiu as duas equipes dos torneios regionais, mas depois, elas passaram a ser colocadas em grupos diferentes para não se enfrentarem.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.