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cirurgia do quadril
A indicação para o futuro líder da Procuradoria-Geral da República (PGR) deverá demorar um pouco mais do que o previsto, isso porque o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) indicou a auxiliares que só deve bater o martelo sobre o assunto após a cirurgia que fará no quadril.
Nesse cenário, a avaliação é de que não haverá tempo hábil para fazer a indicação antes de sua cirurgia, que está marcada para a próxima sexta-feira, dia 29 de setembro, em Brasília. As informações são do Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias.
O que significa dizer, caso seja confirmada a sinalização, que o petista não indicará o substituto de Augusto Aras antes do término do mandato do atual procurador-geral da República, em 26 de setembro.
Enquanto Lula não indicar o substituto e o Senado aprovar a indicação, a subprocuradora Elizeta Ramos assumirá a chefia da PGR interinamente.
No entanto, antes de anunciar a sua escolha, como apontam auxiliares presidenciais, Lula pretende conversar não só com outros subprocuradores cotados, como com aliados do mundo jurídico.
Até o momento os nomes mais cotados eram os dos subprocuradores Paulo Gonet e Antônio Carlos Bigonha, mas auxiliares confirmam que o presidente pediu novas sugestões de subprocuradores após encontro com a dupla no Palácio do Planalto.
Entre os novos nomes sugeridos ao petista, estão os subprocuradores Luiz Augusto dos Santos Lima, Aurélio Rios e Carlos Frederico Santos, os quais devem ser recebidos pelo presidente nos próximos dias.
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Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"A ONU está falhando em uma das suas missões mais elevadas, a de livrar o mundo, a humanidade, do flagelo da guerra. Sua credibilidade nunca esteve tão baixa. Sua capacidade de proteger os mais vulneráveis, os que não têm exército, nem arsenais, nunca foi tão pequena".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao discursar na abertura da 81ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). Lula falou de sua indignação diante de um cenário internacional conturbado, e disse que a ONU está falhando em evitar as guerras, mortes e destruição.