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cirurgia de tumor
José Nilton Cardozo, de 65 anos, tenta desde março deste ano a retirada de um tumor gigante que ocupa quase metade de seu rosto. Por falta de material que permitisse a realização do procedimento médico, José ainda não tinha conseguido realizar a cirurgia.
Após meses de disputa na Justiça do Rio Grande do Norte, agora, ele conseguiu autorização e deve realizar o procedimento ainda esta semana.
A autorização chegou após a filha de José, a advogada Mirnari Cardozo, entrar com uma ação para conseguir o tratamento do pai.
Mesmo sendo benigno, o tumor que causa dor intensa, deixou o homem incapaz de trabalhar. Para conseguir ficar acordado, ele precisa tomar 18 doses de morfina ao dia, a cada quatro horas.
Segundo informações do UOL, José sofre com tumores há cerca de dez anos. O primeiro deles era intracraniano, mas não chegou a ficar visível no rosto.
Agora com a autorização, ele pode passar pela cirurgia de retirada do tumor no próximo sábado (12).
"Até lá a luta continua para mantê-lo controlado e com a menor dor possível. Ele tem muita ansiedade, além do mal-estar pelos efeitos colaterais da morfina. Nossos esforços não estão sendo em vão", contou Mirnari.
A Secretaria de Estado da Saúde Pública do Rio Grande do Norte explicou ao UOL, que o procedimento cirúrgico "é de responsabilidade do Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL)".
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.