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Ciro Gomes lidera as intenções de voto para o governo no Ceará. Os dados são de pesquisa divulgada na manhã desta quinta-feira (22), realizada pelo Instituto Paraná Pesquisas entre os dias 17 e 21 de janeiro de 2026. O levantamento ouviu 1.502 eleitores, tem grau de confiança de 95% e margem de erro de aproximadamente 2,6 pontos percentuais.
Na corrida pelo Palácio da Abolição, o ex-ministro Ciro Gomes aparece na liderança tanto na pesquisa espontânea quanto na estimulada. No cenário espontâneo, quando o eleitor responde livremente, Ciro soma 15% das intenções de voto, seguido pelo atual governador Elmano de Freitas, com 12,3%, e pelo ex-governador Camilo Santana, com 4%. 60,2% dos entrevistados afirmaram não saber ou preferiram não opinar.
Já no cenário estimulado, em que os nomes dos candidatos são apresentados aos eleitores, Ciro Gomes amplia a vantagem e atinge 44,8% das intenções de voto, enquanto Elmano de Freitas aparece com 34,2%. O senador Eduardo Girão surge em terceiro lugar, com 7,9%.

Em uma eventual disputa de segundo turno entre Ciro e Elmano, o ex-ministro venceria com 51,9% das intenções, contra 37,2% do atual governador, indicando uma vantagem confortável no confronto direto.
A pesquisa também avaliou a corrida para o Senado Federal em diferentes cenários estimulados, nos quais os entrevistados puderam citar até dois candidatos.
No primeiro cenário, Capitão Wagner lidera com 44,7% das menções, seguido por Eunício Oliveira, com 35,2%, e Luizianne Lins, que registra 25,1%. Sem a presença de Capitão Wagner, Eunício assume a dianteira com 37,3%, em empate técnico com Roberto Cláudio, que aparece com 35,9%.
O levantamento também mediu a rejeição dos possíveis candidatos. Guimarães (PT) apresenta o maior índice: 22,% dos eleitores afirmam que não votariam nele de jeito nenhum. Na sequência aparece Capitão Wagner, com rejeição de 20%.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se sentiu inspirado ao assistir o filme Central do Brasil. Em entrevista ao Uol, Lula declarou que queria ser a personagem de Fernanda Montenegro no longa para o ex-ministro Ciro Gomes (PDT).
“Eu vi a Fernanda Montenegro tentando ajudar aquele menino. E aquele menino era nervoso, rebelde. Não queria ajuda da Fernanda Montenegro, e eu lembrei do Ciro. A Fernanda Montenegro, que escrevia a carta com muito cuidado e com muito carinho, conseguiu convencer o menino, levou o menino até a família e depois foi embora. Eu gostaria que o Ciro permitisse que eu fosse a Fernanda Montenegro dele”, declarou Lula.
O petista falou que gostaria de contribuir com a convivência de Ciro com outras forças políticas: “Ele não pode continuar atacando todo mundo. Ele, por exemplo, disse ontem que estou aqui numa suíte. Ele poderia vir para meu lugar um pouco.Quando Deus fez o ser humano, ele fez a cabeça feita para a gente pensar, para ter juízo no que a gente fala. Então não pode achar que pode ofender todo mundo. Se quiser ter futuro político neste país, terá que tratar pessoas de outro jeito. Ser mais cordato. Ser mais amável, ser mais carinhoso. Ele é uma pessoa do coração bom. Eu já vi o Ciro chorar algumas vezes”.
???? "Gostaria de entender o que se passa na cabeça de @cirogomes. Assisti a 'Central do Brasil' e vi a Fernanda Montenegro tentando ajudar aquele menino nervoso, rebelde. Lembrei do Ciro. Gostaria que o Ciro permitisse que eu fosse a Fernanda Montenegro dele", afirma @LulaOficial pic.twitter.com/DP0xcUQS1K
— UOL Notícias (@UOLNoticias) October 18, 2019
Em Central do Brasil, Fernanda Montenegro é Dora, uma amargurada ex-professora, que ganha a vida escrevendo cartas para pessoas analfabetas, que ditam o que querem contar às suas famílias. Ela embolsa o dinheiro sem sequer postar as cartas. Um dia, Josué, o filho de nove anos de idade de uma de suas clientes, acaba sozinho quando a mãe é morta em um acidente de ônibus. Ela reluta em cuidar do menino, mas se junta a ele em uma viagem pelo interior do Nordeste em busca do pai de Josué, que ele nunca conheceu.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Duda Sanches
"Mas eu posso garantir a minha família, aos amigos de meu pai, que o sonho dele agora vive em mim. Não vou deixar o legado dele morrer. De jeito nenhum".
Disse o vereador de Salvador Duda Sanches (União) ao comentar sobre o legado deixado por seu pai, o deputado estadual Alan Sanches na política baiana. Em entrevista à imprensa, Duda afirmou e admitiu que manterá o sonho e legado de Alan na Bahia.