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circuito mundial de triatlo
Na madrugada deste domingo (19), aconteceu a grande final do Circuito Mundial de Triatlo em Wollongong na Austrália. Miguel Hidalgo teve uma prova complicada, mas conseguiu se recuperar para fechar a prova na quarta colocação. O título ficou com o australiano Matthew Hauser, enquanto Miguel encerrou a temporada na segunda posição no geral, graças ao seu bom desempenho na corrida na prova decisiva do circuito.
O circuito mundial de triatlo é disputado com uma série de provas ao longo do ano, dando pontos aos atletas pelas suas colocações finais. No ranking, contam os três melhores resultados de cada triatleta, além da pontuação da final. Miguel Hidalgo chegou à Austrália na segunda colocação da lista com 2780 pontos, atrás apenas do australiano Matthew Hauser que tinha 3000. Também estavam na briga o português Vasco Vilaça e o alemão Henry Graf.
Matthew Hauser largou na frente com uma boa parcial na natação, sendo o primeiro atleta a sair da água. Miguel Hidalgo terminou a primeira transição no 33º lugar, a 36 segundos do líder. No trecho do ciclismo, o pelotão se dividiu em dois. O primeiro grupo contava com cerca de oito atletas, incluindo Hauser e Graf. Já no segundo, tinha Miguel Hidalgo e Vilaça, com os triatletas ficando cerca de um minuto atrás dos líderes.
Na corrida, Matthew Hauser disparou na frente para vencer a prova com um tempo total de 1h42min42s. O espanhol David Cantero e o italiano Alessio Crociani completaram o pódio da etapa final do circuito. Miguel Hidalgo e Vasco Vilaça fizeram uma boa recuperação, ultrapassando boa parte dos atletas que estavam no pelotão dos líderes no trecho do ciclismo. Na volta final, Miguel passou o português para fechar a prova na quarta colocação com um tempo total de 1h43min51s. Com a posição na prova, o brasileiro garantiu os pontos para confirmar o vice-campeonato mundial.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.