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cinco minutos
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) prestou depoimento nesta terça-feira (23) à Polícia Civil do Distrito Federal sobre a arma registrada em seu nome que foi apreendida com um de seus seguranças durante uma blitz na semana passada.
A oitiva, que durou cerca de cinco minutos, ocorreu na residência do ex-presidente e foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a pedido da Polícia Civil. O procedimento foi gravado em vídeo.
De acordo com o advogado de defesa, em entrevista à Folha de S. Paulo, Paulo da Cunha Bueno, as declarações de Bolsonaro apenas reafirmaram o que já havia sido apresentado anteriormente, sem acréscimos ou divergências.
A defesa havia admitido, na última quarta-feira (17), que o ex-presidente solicitou o conserto de uma pistola Glock de calibre 9 milímetros após constatar uma falha mecânica no ferrolho do armamento. Segundo os advogados, a arma, cujo registro de propriedade de Bolsonaro data de 2019, foi entregue ao segundo-sargento do Exército Estácio Leite da Silva Filho, que atua na segurança do ex-presidente e possui experiência com armamentos, apenas para manutenção.
Por sua vez, os advogados da defesa sustentaram que não há crime no episódio e que, apesar da condenação de Bolsonaro por envolvimento em trama golpista, não houve ordem judicial anterior determinando a entrega de suas armas ou o cancelamento de seus registros.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.