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ciberbullying
O Ministério Público da Bahia (MP-BA), por meio do seu Centro de Apoio Operacional da Educação (Ceduc), realizou palestras e atividades em duas escolas com foco na prevenção e no combate às práticas de bullying e ciberbullying. As ações ocorreram no dia 22 de setembro, no Colégio Nossa Senhora da Luz, e no dia 24 do mesmo mês, no Colégio Estadual de Tempo Integral Satélite.
As atividades foram conduzidas pela promotora de Justiça Anna Karina Omena e integram o projeto "Seja Brother". Segundo a descrição do projeto, o objetivo é promover reflexões e práticas que estimulem hábitos saudáveis de convivência, responsabilidade e respeito às normas sociais, além de despertar nos adolescentes e jovens a consciência e o autocontrole.
A participação dos estudantes foi destacada durante as visitas. No Colégio Nossa Senhora da Luz, a 3ª Semana Socioemocional envolveu 150 alunos do Ensino Médio. No Colégio Estadual de Tempo Integral Satélite, aproximadamente 200 estudantes estiveram presentes e contribuíram com perguntas e relatos de experiências pessoais envolvendo bullying.
O projeto "Seja Brother" tem como meta a promoção de um ambiente escolar mais seguro e inclusivo. A iniciativa oferece a educadores, gestores públicos e promotores de Justiça um passo a passo para a identificação de casos de bullying no ambiente escolar, indicando os procedimentos a serem adotados diante de tais situações.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.