Artigos
Semeando palavras, colhendo sonhos
Multimídia
João Roma diz que todos, exceto Lula, devem apoiar ACM Neto no governo da Bahia
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
chupim
O livro “Chupim”, do escritor baiano Itamar Vieira Junior, foi selecionado entre os 30 melhores livros infantis de 2025 pela Revista Crescer, publicação nacional reconhecida por sua curadoria em literatura voltada para a infância. A escolha foi feita por um grupo de 69 especialistas, incluindo educadores, pesquisadores, mediadores de leitura e profissionais do mercado editorial.
A lista reúne obras que abordam temas como ancestralidade, povos originários, diversidade familiar, meio ambiente, humor e arte, destacando formatos variados, como livros sanfonados e edições de grandes proporções. Segundo a publicação, a seleção "desafia classificações por idade e reforça a ideia de que cada criança é única em seus interesses e caminhos de leitura".
Lançado em 2024, “Chupim” marca a estreia de Itamar na literatura infantil. A obra, recomendada para crianças a partir dos 4 anos de idade, retoma elementos do universo rural presente em seus romances anteriores, como “Torto Arado”, e convida os leitores a conhecer a realidade do campo por meio do olhar de uma criança, o Julim.
No livro, o protagonista acompanha o pai aos campos de arroz e aprende sobre o trabalho, a natureza e o significado da convivência com o outro, inclusive com o chupim, um pássaro inicialmente visto como praga, mas que se revela parte da luta pela sobrevivência naquele ambiente.
Reconhecido por obras que retratam o Brasil e suas complexidades sociais, Itamar também é autor de títulos como “Torto Arado” e “Salvar o Fogo”. O primeiro, em especial, se tornou um dos maiores sucessos da literatura brasileira contemporânea, com edições publicadas em mais de vinte países.
Siga o @bnhall_ no Instagram e fique de olho nas principais notícias.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Gabriel Galípolo
"Esse é um tipo de comportamento que não é desejável, que deve ser coibido e inibido pelos reguladores e pela gente, por isso que a gente vem trabalhando muito com o FGC, numa sucessão de medidas".
Disse o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo ao criticar a pressão de instituições não bancárias para usar o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) na captação de varejo.