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Após pedido da Polícia Federal, a Justiça decretou a prisão preventiva de MC Ryan SP, MC Poze do Rodo e o criador da página Choquei, Raphael Sousa Oliveira. Todos são investigados por envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro.
Segundo o jornal O Globo, o novo pedido da PF, que avaliou a existência de elementos suficientes para a conversão das prisões, requer que estas do trio durem 30 dias.
A medida ocorre após o STJ conceder um habeas corpus em favor de Diogo 305, também investigado. A Justiça determinou o endurecimento das medidas cautelares de 39 investigados pelo esquema.
A Polícia Federal pediu, nesta quinta-feira (23), a prisão preventiva de MC Ryan SP, MC Poze do Rodo e o criador da página de conteúdo Choquei, Raphael Sousa Oliveira. Os três e outras pessoas são investigadas por um esquema de lavagem de dinheiro.
O pedido ocorre após a namorada de Ryan comemorar uma possível soltura do cantor. Em suas redes sociais, Giovanna Roque, vítima de agressão cometida pelo cantor em 2024, agradeceu a Deus pela soltura. A medida ocorre também após um habeas corpus ser concedido em favor de Diogo Santos de Almeida, também conhecido como Diogo 305, investigado na mesma operação.
A decisão por Diogo se estendia ao trio de famosos, segundo o ministro Messod Azulay Neto, relator do caso no STJ. “Estendo os efeitos desta decosão (em favor de Diogo) aos corréus que tiveram a prisão temporária decretada no mesmo ato, desde que se encontrem em idêntica situação fático-jurídica, em observância ao princípio da isonomia”, determinou.
Segundo o jornal O Globo, a investigação aponta que o grupo é suspeito de movimentar mais de R$ 1,6 bilhão através de bets ilegais, rifas clandestinas e tráfico internacional de drogas. Os alvos foram presos temporariamente no último dia 15 de abril.
Em nota, a defesa do cantor demonstrou perplexidade pelo pedido da PF. “A defesa tomou conhecimento, há pouquíssimo, da representação da Polícia Federal pela decretação da prisão preventiva formulada apenas após a concessão do habeas corpus pelo STJ, que reconheceu a ilegalidade da prorrogação da prisão temporária”, informou.
Os cantores MC Ryan SP e MC Poze do Rodo tiveram habeas corpus concedido pela Justiça nesta quinta-feira (23), e podem ser soltos a qualquer momento.
Após oito dias na prisão, o advogado de Ryan, Felipe Cassimiro, celebrou a decisão judicial do funkeiro, preso na Operação Narco Fluxo, deflagrada pela Polícia Federal que investiga lavagem de dinheiro em um esquema bilionário.
"Vem para a rua, meu amigo! Obrigado por ter acreditado em nosso time", disse o advogado na web.
De acordo com o portal LeoDias e a repórter Carine Roma, da Band News FM Rio, outros influenciadores envolvidos no caso também serão liberados, como o dono da página Choquei, Raphael Sousa.
A Justiça havia determinado a prisão temporária do grupo por 30 dias, contrariando a própria representação da Polícia Federal, que limitava o pedido a apenas cinco dias.
MC Poze do Rodo estava preso no Rio de Janeiro, enquanto Ryan Santana dos Santos, o MC Ryan SP, estava em São Paulo, e o dono da Choquei estava em Goiás.
O influenciador digital Raphael Sousa Oliveira, dono do perfil Choquei no Instagram, falou pela primeira vez desde a prisão na Operação Narco Fluxo, que investiga um esquema de transações ilegais bilionário.
Por meio da equipe de defesa, o blogueiro afirmou que não tem envolvimento com qualquer tipo de negócio ilegal e tem a convicção de que sua atuação profissional é regular e será esclarecida no decorrer das investigações.
“O Sr. Raphael, como qualquer pessoa que se vê diante de uma situação dessa magnitude, não está indiferente ao que está vivendo. Entretanto, mantém a tranquilidade de quem tem plena convicção da regularidade de sua atuação”, afirmou a defesa.
Segundo os advogados, o influenciador exerce atividade empresarial regular no ambiente digital e os valores recebidos por ele são decorrentes de contratos de publicidade e marketing digital.
O blogueiro foi detido na mesma operação que prendeu MC Poze do Rodo e o funkeiro MC Ryan SP.
De acordo com a Polícia Federal, Raphael é apontado como operador de mídia de uma organização criminosa suspeita de movimentar cerca de R$ 1,6 bilhão por meio de apostas ilegais, rifas digitais, empresas de fachada e criptoativos.
A página Choquei voltou a postar na última terça-feira (21) nas redes sociais, quase uma semana após a prisão de Raphael. Antes das postagens, o perfil divulgou uma nota oficial falando sobre o ocorrido.
A Justiça Federal manteve a prisão dos cantores MC Poze do Rodo, MC Ryan SP e do empresário e influenciador digital Raphael Sousa Oliveira, dono do perfil Choquei, após audiência de custódia realizada pelo Juízo da 5ª Vara Federal de Santos.
O trio faz parte dos 33 investigados por suposto envolvimento com uma organização criminosa que faz lavagem de dinheiro, inclusive por meio de criptoativos, no Brasil e no exterior.
Poze e Ryan foram presos na operação Narco Fluxo da Polícia Federal, que deriva da Narco Bet, deflagrada em 2025. Ao todo, foram cumpridos 90 mandados judiciais, entre buscas e prisões.
Os mandados foram cumpridos em São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná, Goiás e no Distrito Federal, segundo a PF.
Poze do Rodo teria vínculo com empresas e estruturas financeiras relacionadas à circulação de recursos de rifas digitais e apostas, enquanto MC Ryan é apontado pela PF como líder e beneficiário econômico da engrenagem criminosa, utilizando empresas ligadas à produção musical e ao entretenimento para misturar o dinheiro que ganhava de forma legítima com o dinheiro de apostas ilegais e rifas digitais.
O influenciador baiano Diogo Santos de Almeida, conhecido como Diogo 305, foi um dos alvos da Operação Narcofluxo da Polícia Federal, que prendeu o blogueiro Raphael Sousa Oliveira, criador da página Choquei, e os cantores MC Ryan SP e MC Poze do Rodo.
Diogo, que já havia sido detido em fevereiro durante a Operação Falsas Promessas 3, as vésperas do Carnaval de Salvador, e teve o camarote montado na folia interditado pela polícia, desta vez está sendo investigado por envolvimento com uma organização criminosa suspeita de lavagem de dinheiro e transações ilegais de mais de R$ 1,6 bilhão.
Além do baiano, outras 39 pessoas são investigadas na operação, um desdobramento da Narco Bet, que teve como foco uma organização criminosa que utilizava o setor de entretenimento e a indústria musical para ocultar de recursos provenientes do tráfico de drogas, apostas ilegais e rifas digitais.
De acordo com a CNN Brasil, as investigações apontam ainda uma conexão da organização com o PCC (Primeiro Comando da Capital).
No cumprimento dos mandatos de busca e apreensão, a PF apreendeu veículos de luxo, armas, joias, relógios, dinheiro em espécie, documentos e equipamentos eletrônicos. Apenas os carros recolhidos, incluindo modelos como Amarok V6, BMW X1 e Porsche, somam cerca de R$ 20 milhões.
O influenciador digital Raphael Sousa Oliveira, criador da página Choquei, foi preso pela Polícia Federal na manhã desta quarta-feira (15), em Goiânia, como parte da Operação Narcofluxo.
O blogueiro, que acumula mais de 27 milhões de seguidores no Instagram, está sendo alvo da operação que investiga uma organização criminosa acusada de lavagem de dinheiro e de fazer transações ilegais de mais de R$ 1,6 bilhão.
Além de Raphael, os funkeiros MC Poze do Rodo e MC Ryan SP também foram presos pela PF. Até o momento, não se sabe qual o envolvimento do dono da Choquei no esquema, o influenciador também foi alvo de um mandado de busca e apreensão.
Ao g1, o advogado do influenciador, Frederico Moreira, disse que ele está sendo ouvido na sede da Polícia Federal, em Goiânia.
Segundo a PF, os suspeitos usavam um sistema para ocultar e dissimular valores, incluindo operações financeiras de alto valor, transporte de dinheiro em espécie e transações com criptoativos.
A Operação Narcofluxo envolve cerca de 200 policiais federais, que saíram na manhã desta quarta (15) para cumprir 39 mandados de prisão temporária e 45 de busca e apreensão expedidos pela 5ª Vara Federal em Santos (SP), em endereços nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná e Goiás, além do Distrito Federal.
A Polícia Civil de Minas Gerais concluiu o inquérito que investigava as circunstâncias da morte da jovem Jessica Canedo, de 22 anos, que teria sido vítima de uma fake news sobre um possível envolvimento com o humorista Whindersson Nunes, e apontou que ela teria sido a responsável por plantar as informações.
De acordo com o jornal 'O Globo', a polícia informou que a jovem forjou as conversas com o comediante e os prints enviados para as páginas de fofoca. O perfil Choquei chegou a ser investigado por suspeita de indução ao suicídio, porém, com a atualização do caso, a página não foi indiciada.
“Nós identificamos os três perfis de onde teriam sido originadas as notícias no suposto envolvimento. E a partir desses três perfis, nós pedimos quebras de sigilo e apuramos que os dados de criação e os dados de acesso aos perfis no período de dezembro de 2022 e de 2023, quando as notícias foram divulgadas, eles todos reportavam a própria jovem. Tanto dados de criação como, por exemplo, telefone, endereço de e-mail, como também dados de acesso aos perfis, IP, endereço do acesso de IP, tudo remetia à própria jovem. Então, por isso que a gente concluiu que foi ela a criadora e a divulgadora de tudo”, contou Felipe Monteiro, delegado responsável pelo caso ao jornal ‘O Globo’.
Os agentes concluíram que houve incentivo ao suicídio, mas o fato aconteceu por parte de outra jovem, de 18 anos, moradora da cidade de Rio de Ostras, no Rio de Janeiro. A jovem foi indiciada pelo crime.
Após o “cancelamento” da página Choquei e o linxamento de Raphael Souza, dono da página, o influenciador Daniel Penin compartilhou uma tese associando a morte da jovem Jéssica Canedo, que tirou sua própria vida após ser alvo de fake news, à Agência Mynd8, responsável pelo agenciamento de influenciadores digitais e páginas de fofoca, e o Governo Lula. Segundo as suposições, o proprietário da Choquei não teria interesse em denunciar os "verdadeiros culpados" por medo. A Mynd8 nega influência sobre a produção de conteúdos dos agenciados.
Daniel Penin produziu vídeo que começou a circular nos grupos de direita | Foto: Reprodução/ YouTube
Penin argumenta que os internautas estão atribuindo a culpa para quem está na “base da pirâmide”, e que Raphael, o dono da Choquei, só fez aquilo que foi ordenado a fazer. Em seguida, ele apontou que, além da Choquei, outras 30 páginas de fofoca que reproduziram o conteúdo similar sobre a garota também são agenciadas pela Mynd8. O influenciador sugere ainda que o próprio Whindersson Nunes, alvo da notícia falsa junto com a jovem Jéssica Canedo, teria dado pistas sobre o "topo da pirâmide", numa referência indireta à Mynd8.
Outra questão questionada na teoria foi o serviço prestado pela Mynd8. Em seu site oficial, a produtora afirma que faz “criação, roteiro e direção em diferentes formatos”. Para Daniel, essa informação sugere que a empresa “ganha para criar as coisas”. No entanto, a empresa se apresenta como responsável pelo agenciamento comercial de personalidades, influenciadores e páginas no Instagram, incluídas no que a agência chama de "Banca Digital". Todavia, essa lista teria sido apagada do site da Mynd8, que ficou fora do ar após a divulgação do vídeo de Penin.
Por conseguinte, Penin associa a Mynd8 ao Governo Lula. De acordo com ele, alguns detalhes mostram que a relação entre a produtora e o governo tem objetivos financeiros e políticos. Um dos argumentos apresentados foi que, segundo ele, todos os agenciados pela empresa são “esquerdistas”.
Além disso, ele apresentou uma matéria que afirmava que a agência já recebeu mais de R$ 1 milhão em contratos com o governo, incluindo os governos Michel Temer e Dilma Rousseff. Para finalizar, ele aponta uma relação pessoal entre a CEO do grupo, Fátima Pissarra, e membros do governo. A “prova” que afirma essa relação são os perfis do Instagram. Fátima segue Janja (esposa de Lula), que segue ela de volta. Pissarra também segue Lula, que não segue ela. A condição de sócia da cantora Preta Gil, filha do ex-ministro da Cultura no governo Lula, o baiano Gilberto Gil, também passou a ser associada à ligação da Mynd8 com a esquerda.
Fátima Pissarra é CEO da Mynd8 | Foto: Divulgação
Após a repercussão do vídeo de Daniel Penin, influenciadores de direita e figuras ligadas ao ex-presidente Jair Bolsonaro passaram a disseminar teorias de conspiração que sugerem que a Mynd8 seria equivalente da esquerda ao chamado "gabinete do ódio", grupo responsável por disseminação de informações falsas contra adversários do bolsonarismo.
Por meio de nota, a agência listou que tem sofrido "inúmeros ataques organizados e sistemáticos de ódio, mentiras e divulgação de Fake News". "O alvo é a nossa empresa, o time de pessoas sérias que trabalham aqui e, acima de tudo, as pessoas que agenciamos pela relevância que conquistaram no debate público na sociedade brasileira. Além disto, incitando envios de xingamentos e ameaças para executivos e colaboradores. Ações estas que podem gerar danos irreparáveis", completa a Mynd8 em publicação no perfil do instagram.
"Somos uma agência de marketing de influência. Cuidamos exclusivamente da intermediação de venda de publicidade em perfis nas redes sociais e não participamos em nenhum momento da definição do conteúdo pessoal postado nos perfis dos criadores que atendemos", assegura a agência. (Atualizada às 17h29 para adicionar o posicionamento da Mynd8)
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Randerson Leal
"Trate os 43 vereadores da mesma forma".
Disse o vereador Randerson Leal (Podemos), líder da oposição na Câmara Municipal de Salvador ao criticar a Prefeitura de Salvador pelo não pagamento de emendas impositivas a parlamentares da oposição referentes a 2025.

