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chico cezar
O cargo de ministro da Cultura do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), eleito no domingo (25) , já tem três nomes cotados nos bastidores: os baianos Wagner Moura e Maria Marighella, eleita deputada federal pelo PT, e o cantor paraibano Chico Cézar. O cargo é ocupado por Margareth Menezes desde 2023, ano de recriação do Ministério.
Apesar das especulações, a jornalista Bela Megale, do GLOBO, afirma que Lula não sinaliza mudanças na pasta e planeja manter Margareth Menezes no comando, com Márcio Tavares como secretário-executivo.
Tavares é próximo da primeira-dama Janja da Silva e teve o nome aventado como opção para ser o chefe de Gabinete da Presidência. O secretário, no entanto, nunca teve esse objetivo e é conhecido por sua atuação na área de cultura.
Protagonista do longa "O agente secreto", indicado ao Oscar de 2026, Wagner Moura nunca atuou na gestão pública. Ele se manifestou politicamente nas redes sociais, especialmente após o primeiro turno das eleições, quando o senador Flávio Bolsonaro (PL) saiu na frente com 47,03% dos votos, enquanto Lula conquistou 45,16%.
Numa carta endereçada à Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood, o ator se uniu a outros colegas brasileiros que descreveram a cultura na gestão de Jair Bolsonaro, ex-presidente do Brasil e pai de Flávio. Wagner também foi um dos participantes da série de vídeos longos no Youtube "Revelando", que objetivava expor contradições e malfeitos da atuação bolsonarista.
Neta do líder histórico Carlos Marighella, Maria Marighella atua na gestão pública e na política desde 2012, com uma trajetória inicial focada em políticas culturais na Bahia e no governo federal. Em 2020, ela foi eleita vereadora de Salvador. Este ano, conquistou 108.870 votos e foi eleita deputada federal pela Bahia. Este ano, ela manifestou publicamente e em atos de campanha o seu apoio à reeleição de Lula e à defesa das políticas públicas do governo.
O cantor Chico César também participou ativamente da campanha pela reeleição de Lula nas redes sociais. Com trajetória na gestão pública, ele presidiu a Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope) em 2009 e foi secretário de Cultura da Paraíba entre 2011 e 2014. Seu trabalho artístico mais recente é o álbum "Fofo", lançado neste ano, com composições inéditas.
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"Em determinado momento, eu me emocionei na frente dele e falei: 'desculpa, pai, a gente falhou".
Disse Carlos Bolsonaro (PL), segundo filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ao publicar um vídeo nas redes sociais após visitar a casa do pai, em Brasília, onde cumpre prisão domiciliar. A gravação foi divulgada nesta quarta-feira (28) três dias após a derrota do filho mais velho de Jair, Flávio Bolsonaro (PL) nas eleições presidenciais de 2026.