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chefe do departamento medico
José Luiz Runco não trabalha mais para o Flamengo. O agora ex-líder do departamento médico do Mengão foi demitido nesta quarta-feira (23), um dia depois da veiculação das mensagens do profissional a respeito do meia Nicolás De la Cruz.
Em um grupo de Whatsapp, o médico afirmou que “o jogador comprado em uma gestão passada não apresenta menor condição”. De acordo com ele, o atleta apresenta uma lesão crônica e irreparável no joelho direito, e uma lesão também no joelho esquerdo. Internamente, a forma como o Runco falou do uruguaio pegou mal para o clube. Jogadores, membros da comissão e dirigentes se irritaram com a exposição feita pelo chefe do departamento médico em um grupo com 71 integrantes.
“Prezado João. Boa tarde. Vou tentar passar a situação do De la Cruz. Jogador comprado em outra gestão, sem a menor condição, pois apresenta uma lesão crônica e irreparável no joelho direito, e uma lesão também no joelho esquerdo. Como somos bípedes, temos dificuldades de equilíbrio e equilíbrio muscular se algum membro já estiver afetado. Estamos tentando fazer o possível para que ele possa participar, mas é muito complicado. E, quanto a venda, só se houver algum clube que tenha interesse por outro motivo e não para jogar futebol competitivo. Atenciosamente”, disse Runco na mensagem.
Publicamente, o estafe de Nicolás De la Cruz afirmou que faltou ética a Runco. Os empresários do jogador ainda estudam se vão ou não processar o médico. Outro que saiu em defesa do meia foi Arrascaeta, que postou uma foto ao lado do companheiro da seleção uruguaia.
José Luiz Runco era a aposta de Bap para o DM do Flamengo desde a campanha eleitoral do clube no ano passado. Ele assumiu o cargo de chefe do departamento médico com a entrada da nova gestão, em dezembro de 2024.
Ao assumir o comando do setor, Runco demitiu quase 40 pessoas em janeiro. Ele é desafeto declarado do antigo dono do cargo, Márcio Tannure.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.