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chef baiana
A chef baiana Waleska Marinho está na Suíça para uma imersão de 12 dias na Culinary Arts Academy Switzerland, uma das referências em formação gastronômica no país. Durante a temporada, ela participa de aulas práticas, desenvolve cardápios e conhece diferentes experiências do mercado gastronômico sob a mentoria do chef francês Laurent Suaudeau, nome de destaque da gastronomia no Brasil e fundador da Escola Laurent Suaudeau.
A programação também proporcionou encontros com grandes nomes da cozinha internacional. Entre eles, o chef suíço Anton Mosimann, com quem Waleska dividiu a cozinha durante a experiência. Mosimann comandou por 13 anos a cozinha do hotel The Dorchester, em Londres, onde conquistou duas estrelas Michelin.
Para a chef baiana, a temporada tem sido uma oportunidade de ampliar conhecimentos e conhecer novas técnicas e referências para levar de volta a Salvador.
“Estou encantada e muito feliz com a escolha desse curso. Volto para Salvador com uma bagagem extraordinária e o coração ainda mais apaixonado pela gastronomia”, contou Waleska, que retorna à capital baiana no dia 12 de setembro.
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Desde que entrou na cozinha pela primeira vez, ainda menina, entre os aromas e sabores que saíam das panelas de sua mãe e avó, Carolina Schaper sabia que seu caminho seria ali. Hoje, aos 35 anos, ela é, ao lado do chef Marcelo Fugita, uma das responsáveis por dar vida ao cardápio autêntico do Morea Asian Fusion, novo restaurante do grupo Soho que traz um pedacinho da Ásia para o rooftop do Shopping Alameda Vert, no Horto Florestal, em Salvador.
“Minhas primeiras referências na cozinha foram minha mãe e minha avó. Desde pequena, eu estava ali, ao lado delas, aprendendo que a comida também é sobre amor e afeto”, contou em conversa com o BN Hall. Nascida em uma família de profissionais da saúde, onde o mundo das ciências seria o caminho mais natural, Carolina sempre recebeu o apoio dos pais para seguir o que realmente amava. “Apesar de não serem da área, meus pais sempre me incentivaram a fazer o que me apaixonasse. E eles sabiam que a cozinha me despertava essa paixão desde muito cedo”, relembrou.
Após concluir a graduação em gastronomia na cidade de Campos do Jordão, em São Paulo, a chef partiu rumo à Itália, trabalhando por um ano em Vicenza, e depois seguiu para Buenos Aires, na Argentina, onde estudou na Mausi Sebess, uma das escolas de artes culinárias mais premiadas da América Latina. Após esse período de aprendizado, Carolina voltou para Ilhéus, sua cidade natal, e abriu seu primeiro restaurante italiano. “Foi um começo desafiador, especialmente porque eu era muito jovem. Mas essa experiência me deu uma bagagem que carrego até hoje”, destacou.
Após essa etapa, Carolina se mudou para Salvador, onde sua carreira seguiu se consolidando na gastronomia. Durante os últimos dez anos, ela se dedicou à cozinha mediterrânea em diversos restaurantes renomados da capital baiana, como o La Lupa, mas foi com a chegada da pandemia que sua trajetória ganhou um novo rumo. “Em 2020, durante a pandemia, recebi uma ótima proposta e comecei a trabalhar no Carvão, onde eu precisei sair da minha zona de conforto. Eu nunca tinha trabalhado com carne e brasa antes, mas a experiência foi transformadora. Acredito que um bom cozinheiro é aquele que se adapta e aprende com qualquer tipo de cozinha", afirmou Carolina, ressaltando o quanto essa vivência foi essencial para sua transição para a cozinha asiática.

Foto: Elder Almeida
Agora no Morea Asian Fusion, a chef aplica seu repertório, incorporando o que aprendeu ao longo dos anos, mas com um olhar inovador para os sabores da Ásia. A cada prato, Carolina busca equilibrar a autenticidade dos sabores orientais com sua própria personalidade. "Quero que as pessoas se sintam transportadas para a Ásia, sempre com ingredientes frescos e sem invenções mirabolantes. A ideia é oferecer uma experiência verdadeira, onde o sabor se destaca", explicou a chef. Entre as opções que conquistaram rapidamente os clientes, estão noodles de camarão, mongolian beef e bao de copa lombo, sucessos do cardápio.
Para Carolina, cada preparo é uma história, uma mistura de sua bagagem cultural e sua evolução profissional. “A pesquisa e o estudo fazem parte do meu processo criativo, principalmente na culinária asiática. Não quero só surpreender, mas quero que cada prato fale diretamente ao paladar e à memória afetiva de quem prova”, concluiu.
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Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.