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Barcelona e Arsenal se enfrentam neste sábado (24), às 13h30, na final da Liga dos Campeões Feminina 2024/25. A partida será realizada no Estádio José Alvalade, em Lisboa, com transmissão ao vivo.
O confronto reúne duas potências do futebol europeu em momentos distintos. O Barcelona, atual bicampeão do torneio, busca o tricampeonato consecutivo e o quarto título de sua história. Já o Arsenal tenta superar o favoritismo das espanholas e conquistar a competição pela segunda vez, após o título em 2007.
A equipe catalã chega embalada por uma temporada quase perfeita. Foram 47 partidas disputadas, com 44 vitórias, três derrotas, 202 gols marcados e apenas 27 sofridos. O time comandado por Aitana Bonmatí já conquistou Campeonato Espanhol, Copa da Rainha e Supercopa da Espanha nesta temporada.
"O posto de Rei da Europa seria a consolidação de mais uma temporada perfeita", afirmou a assessoria do clube catalão.
O Arsenal, por sua vez, encerrou a temporada com o vice-campeonato da Superliga Feminina da Inglaterra, atrás do Chelsea, e caiu nas quartas de final da Copa da Inglaterra. Ao todo, somou 28 vitórias, três empates e dez derrotas em 41 jogos, com 110 gols marcados e 44 sofridos.
Apesar do favoritismo do Barcelona, que disputará sua quinta final consecutiva na Champions League, o Arsenal surge como um adversário competitivo. As catalãs, inclusive, sofreram uma derrota para o Manchester City ainda na fase de grupos. O time de Londres, por sua vez, enfrentou os Cityzens em três ocasiões na temporada, com uma vitória, um empate e uma derrota.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Paulo Henrique Rodrigues
"O Brasil demorou para fazer políticas para entender que essa grande qualidade artística do nosso povo, um povo criativo, preparado intelectualmente e artisticamente, culturalmente muito rico, poderia significar renda, emprego, geração de uma indústria cultural ou criativa".
Disse o ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Paulo Henrique Rodrigues Pereira ao ressaltar o impacto da economia criativa e a necessidade de estruturar o setor no país. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, o ministro fez um balanço sobre a relação entre cultura e negócios, reconhecendo que o Brasil tardou a transformar seu potencial em força econômica.