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O juiz Cláudio Cesare Braga Pereira foi promovido desembargador do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) pelo critério de merecimento. A promoção do juiz aconteceu durante votação feita na sessão do Pleno nesta quarta-feira (13) no TJ-BA. Cesare que tem 62 anos de idade e 34 de carreira, compõe a lista tríplice pela terceira vez. Ele celebrou a promoção e revelou em entrevista ao Bahia Notícias como pretende contribuir com a corte após a nova promoção.
“Pretendo contribuir com a corte da forma que sempre me pautei ao longo desses trinta e quatro anos de Tribunal, muito trabalho, dedicação, honestidade e atendimento ao público. Pretendo no tribunal ser exatamente igual ao que eu fui nesses anos como juiz. É isso que preciso ser para a sociedade”, celebrou.
Claudio comentou também sobre os principais desafios que deve enfrentar no cargo.
“ O principal desafio é o de conseguir dar vazão aos processos. A sociedade precisa de uma justiça célere. É isso que eu pretendo ser como, aliás, eu busquei durante toda a minha carreira. É isso que eu vou trazer para o Tribunal, vontade de trabalhar é nesse sentido”
Questionado pelo o BN se vai atuar na restauração da imagem dos desembargadores perante a sociedade, Cesare apontou que pretende fazer com que o Judiciário baiano seja considerado um Tribunal que "atende a população".
“A imagem do magistrado para a sociedade é restaurada com trabalho, honestidade e dignidade. É isso que pretendo fazer, minha contribuição para que o Judiciário da Bahia seja reconhecido como um bom Judiciário que atende a sua população”, completou.
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Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.