Artigos
O simples privilégio de saber ler e escrever
Multimídia
Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
certificado em nuvem
Advogados de todo o Brasil passarão a contar com uma nova ferramenta tecnológica. O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), por meio de sua gerência de Tecnologia da Informação, lançou durante a 24ª Conferência Nacional da Advocacia, nesta quarta-feira (29) em Belo Horizonte, a ‘Certificação em Nuvem’.
A ferramenta possibilitará aos advogados assinar e autentificar peças processuais por meio do celular ou computador, em nuvem.
“Ao adotar a certificação digital em nuvem, estamos oferecendo aos profissionais da advocacia a capacidade de acessar, assinar e compartilhar documentos de maneira segura, independentemente de sua localização. Isso não apenas agiliza os processos, mas também atende às demandas contemporâneas por mobilidade e flexibilidade”, afirmou o vice-presidente da OAB, Rafael Horn, responsável pelo projeto na entidade.
Em 2008, o Conselho Federal da OAB lançou a Autoridade Certificadora AC OAB. Trata-se de uma autoridade certificadora, criada no âmbito da hierarquia do ICP Brasil, a qual fornecia certificados digitais - os e-CPF - para os profissionais inscritos na Ordem. Os profissionais utilizavam um token.
O Certificado em Nuvem, como classifica a OAB, é uma evolução, já que dispensa o uso do token.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.