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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu, nesta sexta-feira (28), durante passagem por Salvador, a criação de uma política específica para a população idosa. Lula afirmou que o envelhecimento da população exige novas ações do Estado, incluindo a criação de centros de referência para acolher idosos que estejam sozinhos ou sem um local adequado para atividades.
"A sociedade brasileira está ficando idosa, tem muita gente ficando idosa, tem muita gente abandonada, tem muita gente que às vezes não tem aonde ir, então é obrigação do Estado criar um programa para garantir que o idoso, além de receber a sua aposentadoria adequadamente, a gente vai ter que dar um centro de referência, ou milhares de centros de referência", disse.
Segundo o presidente, esses espaços não funcionariam como instituições de confinamento, mas como locais para convivência, lazer e aprendizado. "Não é uma prisão, ele vai onde ele quiser para dançar, para estudar, para nadar, para ler, para ver filme, para conversar com amigos, para jogar e quem sabe, se tiver um idoso na minha performance, ele vai até para namorar", brincou.
Lula também relacionou a proposta ao pagamento adequado das aposentadorias, mas não detalhou, durante o discurso, um programa específico ou prazo para implantação dos centros. Porém, em seu plano de governo, o petista cita o fortalecimento dos "Centros-Dia", unidades públicas de assistência social que oferecem atendimento especializado a pessoas com deficiência ou idosos em situação de dependência.
ASSISTA:
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Paulo Henrique Rodrigues
"O Brasil demorou para fazer políticas para entender que essa grande qualidade artística do nosso povo, um povo criativo, preparado intelectualmente e artisticamente, culturalmente muito rico, poderia significar renda, emprego, geração de uma indústria cultural ou criativa".
Disse o ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Paulo Henrique Rodrigues Pereira ao ressaltar o impacto da economia criativa e a necessidade de estruturar o setor no país. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, o ministro fez um balanço sobre a relação entre cultura e negócios, reconhecendo que o Brasil tardou a transformar seu potencial em força econômica.