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cemiterios publicos
Um grupo de empresas foi autorizado pela prefeitura de Salvador a realizar estudos referente à concessão do serviço dos cemitérios públicos de Salvador. De acordo com o ato, trata-se da operação, manutenção, ampliação e melhorias dos cemitérios, além de estar abarcado o crematório e gestão dos serviços funerários na capital baiana. A manifestação de interesse da iniciativa privada foi autorizada pelo Conselho Gestor do Programa de Parcerias Público Privadas (CGP) da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Emprego e Renda (Semdec).
Ao todo, quatro empresas têm exclusividade para a realização do estudo, que deve ser concluído no prazo de quatro meses a partir da data de publicação da autorização. São elas: Zetta Infraestrutura e Participações SA; M4 Infraestrutura e Participações LTDA; Think Viabilidade de Negócios LTDA e Giamundo Neto Sociedade de Advogados. Ainda segundo a Semdec, o estudo deve ser feito em conjunto.
O Bahia Notícias consultou o número do Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) no sistema RedeSim da Receita Federal e as quatro empresas têm sede no município de São Paulo.
Em Salvador, conforme consta no site da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop), que administra os cemitérios sob responsabilidade da prefeitura de Salvador, são 10 cemitérios públicos que oferecerem serviços de sepultamento e de cremação: Brotas, Itapuã, Paripe, Periperi, Pirajá, Plataforma, Ilha de Bom Jesus dos Passos, Ilha de Maré, Ponta de Nossa Senhora de Guadalupe (Ilha dos Frades) e Paramana (Ilha dos Frades).
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.