Artigos
A mãe da gula
Multimídia
Deputado Adolfo Menezes critica gastos com cachês de artistas em festas no interior da Bahia
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
cemiterios publicos
Um grupo de empresas foi autorizado pela prefeitura de Salvador a realizar estudos referente à concessão do serviço dos cemitérios públicos de Salvador. De acordo com o ato, trata-se da operação, manutenção, ampliação e melhorias dos cemitérios, além de estar abarcado o crematório e gestão dos serviços funerários na capital baiana. A manifestação de interesse da iniciativa privada foi autorizada pelo Conselho Gestor do Programa de Parcerias Público Privadas (CGP) da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Emprego e Renda (Semdec).
Ao todo, quatro empresas têm exclusividade para a realização do estudo, que deve ser concluído no prazo de quatro meses a partir da data de publicação da autorização. São elas: Zetta Infraestrutura e Participações SA; M4 Infraestrutura e Participações LTDA; Think Viabilidade de Negócios LTDA e Giamundo Neto Sociedade de Advogados. Ainda segundo a Semdec, o estudo deve ser feito em conjunto.
O Bahia Notícias consultou o número do Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) no sistema RedeSim da Receita Federal e as quatro empresas têm sede no município de São Paulo.
Em Salvador, conforme consta no site da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop), que administra os cemitérios sob responsabilidade da prefeitura de Salvador, são 10 cemitérios públicos que oferecerem serviços de sepultamento e de cremação: Brotas, Itapuã, Paripe, Periperi, Pirajá, Plataforma, Ilha de Bom Jesus dos Passos, Ilha de Maré, Ponta de Nossa Senhora de Guadalupe (Ilha dos Frades) e Paramana (Ilha dos Frades).
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.