Artigos
Pesquisa, diagnóstico e dignidade: o compromisso do MCTI com a saúde da mulher
Multimídia
Rosemberg prevê vitória de Jerônimo contra ACM Neto no 1º turno
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
cecult ufrb
A Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) anunciou as obras da sede do Centro de Cultura, Linguagens e Tecnologias Aplicadas (Cecult), no campus Dom Canô, em Santo Amaro, no Recôncavo baiano.
A obra, vinculada ao Novo PAC do governo federal, custará em torno de R$ 29,4 milhões em um contrato de dois anos [de 5 de março deste ano a 24 de março de 2028]. Os trabalhos devem ser executados pela empresa 3MD Engenharia e Construção Ltda, contratada por meio de uma concorrência pública.
Em outubro do ano passado, a área para a construção definitiva do Cecult da UFRB foi cedida oficialmente durante visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), do governador Jerônimo Rodrigues (PT) e da reitora da UFRB, Georgina Gonçalves.
O terreno cedido abrigava a antiga Associação Atlética Banco do Brasil (AABB) em Santo Amaro.
Quando apresentou o projeto do novo Cecult ao Ministério da Educação (MEC), em abril do ano passado, o projeto arquitetônico previa uma área construída de 7,2 mil metros quadrados, com 28 salas de aula, 8 laboratórios, 3 salas multiuso, 3 estúdios e 28 outros espaços voltados à formação acadêmica e produção cultural.
Mãe de Caetano Veloso e Maria Bethânia, Dona Canô, homenageada na sede do Cecult, é sempre lembrada nos eventos culturais de Santo Amaro.
Atualmente, o Cecult oferece sete cursos de graduação e dois programas de pós-graduação em arte e cultura. Desde 2013, quando foi inaugurado, o Cecult funciona em prédios adaptados no Centro da cidade.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.