Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias
Você está em:
/
/
Tag

Artigos

Adriano Sampaio
E se o maior erro das previsões eleitorais não estiver nas pesquisas, mas na forma como interpretamos o eleitor indeciso?

E se o maior erro das previsões eleitorais não estiver nas pesquisas, mas na forma como interpretamos o eleitor indeciso?

Modelo proprietário desenvolvido pela Duplamente Inteligência de Mercado desafia a distribuição proporcional dos votos e propõe uma nova leitura das trajetórias eleitorais brasileiras

Multimídia

Mansur diz que candidatura feminina no PSOL deve ser decidida pelas mulheres

Mansur diz que candidatura feminina no PSOL deve ser decidida pelas mulheres
O candidato ao Governo da Bahia pelo PSOL, Ronaldo Mansur, afirmou que a legenda tem ampliado a participação feminina nas disputas majoritárias, mas é necessário que "as mulheres decidam" disputar um lugar na majoritária. A declaração ocorreu durante entrevista à série especial “Vota BN”, do Projeto Prisma, do Bahia Notícias, com Fernando Duarte. Para ele, a escolha precisa partir das próprias integrantes do partido.

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

cbv

Brasil conquista títulos no Sul-Americano de vôlei de praia e garante vagas olímpicas para Los Angeles 2028
Foto: Israel Victor/Beach Games Brazil

O vôlei de praia brasileiro garantiu duas vagas olímpicas para os Jogos de Los Angeles 2028, nos Estados Unidos. A classificação foi confirmada neste domingo (6), após o Brasil conquistar os títulos masculino e feminino do Torneio Sul-Americano da modalidade, disputado em João Pessoa.

 

As vagas pertencem ao país, e não diretamente às duplas campeãs. Com isso, caberá à Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) definir quais parcerias representarão o Brasil nos Jogos Olímpicos de 2028.

 

No feminino, Thâmela e Vic venceram as paraguaias Michelle Valiente e Giuliana Corrales por 2 sets a 0, com parciais de 26/24 e 21/7. A dupla brasileira ocupa atualmente a terceira colocação no ranking da Federação Internacional de Voleibol (FIVB), liderado por outra parceria do Brasil, formada por Carol Solberg e Rebecca.

 

Entre os homens, a decisão foi brasileira. André e Renato superaram Evandro e Arthur Lanci por 2 sets a 0, com parciais de 21/16 e 23/21. A dupla campeã aparece em nono lugar no ranking mundial, enquanto os adversários derrotados na final ocupam a terceira posição.

 

O Torneio Sul-Americano começou na última quinta-feira (3) e reuniu 32 duplas, sendo 16 no masculino e 16 no feminino.

 

O Brasil ainda pode ampliar sua presença no vôlei de praia em Los Angeles. O país pode ter até duas duplas por gênero nos Jogos Olímpicos. A segunda vaga de cada naipe poderá ser conquistada em 2027, em caso de título no Campeonato Mundial, que será disputado na Holanda entre os dias 13 e 22 de agosto. Outras possibilidades de classificação são pelo ranking da FIVB ou por um mini-circuito de três etapas previsto para 2028.

 

Além do vôlei de praia, o Brasil já garantiu presença olímpica em outras duas modalidades. Na ginástica rítmica, o conjunto brasileiro assegurou vaga com o bronze na prova geral do Mundial de Frankfurt, na Alemanha. No futebol, a Seleção Brasileira feminina se classificou com o título da Copa América de 2025, disputada no Equador.

Líberos da Seleção Feminina usarão uniforme das "Meninas Superpoderosas" no Sul-Americano
Foto: Mauricio Val/FV Imagem

As líberos da Seleção Brasileira de Vôlei usarão uniformes inspirados no desenho infantil "As Meninas Superpoderosas". O lançamento foi anunciado pela Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) nesta sexta-feira (4). A coleção especial marca a primeira vez que as personagens da animação aparecem em uniformes oficiais da equipe.

 

Além do uso na competição, as peças estarão disponíveis para compra. As jogadoras utilizarão o uniforme durante o Campeonato Sul-Americano de Vôlei, que será realizado a partir de 8 de setembro, no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro.

 

A coleção conta com quatro modelos de camisa: três inspirados individualmente nas personagens Lindinha, Florzinha e Docinho, e um predominantemente preto que reúne as três heroínas.

 

As peças já estão disponíveis para compra no site Vôlei Shop e também serão comercializadas presencialmente no Maracanãzinho durante o Campeonato Sul-Americano. A Seleção estreia na competição na próxima terça-feira (8).

 

A Seleção Brasileira precisa de um bom desempenho visando ao ciclo olímpico, já que o torneio está relacionado à disputa por vaga em Los Angeles 2028.

Tifanny reage à nova regra da CBV que bane a participação de mulheres trans: "Estão tirando tudo de mim"
Foto: Carol Oliveira / Divulgação

Um dia depois de a Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) adotar uma nova política que impede mulheres trans de disputar a categoria feminina nas principais competições nacionais, Tifanny Abreu se pronunciou pela primeira vez sobre a decisão. A oposta do Osasco criticou a medida, classificou a mudança como um "enorme retrocesso" e garantiu que pretende lutar para permanecer no esporte.

 

A manifestação aconteceu no último sábado (15), após a derrota do Osasco por 3 sets a 2 para o Pinheiros, na estreia pelo Campeonato Paulista. Tifanny, de 41 anos, está liberada para disputar o Estadual porque a competição começou antes da publicação da nova política da CBV e continuará seguindo as regras que estavam vigentes no início do torneio.

 

Após a partida, a jogadora destacou que está há dez anos atuando no voleibol feminino e afirmou que a decisão da confederação afeta não apenas sua carreira, mas também o clube, torcedores, patrocinadores e outras pessoas trans.

 

"O voleibol é minha vida, meu trabalho. A CBV está tirando de mim tudo o que eu tenho, que é o amor pelo voleibol e a profissão que venho exercendo todos esses anos. São 10 anos no voleibol feminino. Não comecei ontem. Isso não afeta somente a mim. Afeta meu clube, a torcida, patrocinadores, as pessoas que se inspiram em mim, o direito de todas as pessoas trans", declarou.

 

Tifanny também comparou os novos critérios de elegibilidade a antigos métodos utilizados para verificar o sexo de atletas e classificou a mudança como um retrocesso.

 

"É um enorme retrocesso na luta pelo reconhecimento e inclusão de todas as pessoas no esporte. Voltamos para uma forma vexatória, como se testavam as atletas nos anos 60 e 70. Estamos em 2026. Não podemos ter esse retrocesso jamais."

 

A oposta afirmou ainda que pretende buscar medidas para contestar a decisão.

 

"Não vou me calar. E vou tomar todas as medidas possíveis para que minha luta pelo direito, visibilidade, inclusão e prática do esporte não tenham sido em vão. Meus 10 anos não foram em vão e vou lutar por eles e por todos vocês. Obrigado e nos vemos novamente no próximo jogo", completou.

 

 

NOVA REGRA DA CBV
Publicada na última sexta-feira (14), a nova Política sobre a Elegibilidade de Atletas para as Competições da Categoria Feminina no Voleibol revogou a política anterior da CBV para atletas trans. A entidade afirma que a mudança segue as normas adotadas pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) e o cenário regulatório internacional da modalidade.

 

O regulamento determina que a participação na categoria feminina fica limitada às atletas consideradas de sexo biológico feminino. A identidade de gênero, documentos civis, tratamento hormonal, supressão de testosterona ou realização de cirurgia deixam de ser suficientes para alterar a elegibilidade esportiva.

 

Para estabelecer essa condição, a CBV adotará a triagem do gene SRY. Atletas com resultado negativo serão consideradas elegíveis para o feminino. Já aquelas com resultado positivo não poderão ocupar vagas da categoria feminina, com exceção de casos específicos de CAIS ou outras condições XY-DSD raras previstas no regulamento.

 

A política menciona expressamente que atletas transgêneros XY com resultado SRY positivo não serão elegíveis para a categoria feminina, podendo competir na masculina caso cumpram os demais requisitos. Dessa forma, a nova regulamentação representa, na prática, o banimento de mulheres trans nessas condições das competições femininas abrangidas pela CBV.

 

A exigência passa a valer imediatamente para a Superliga A e B 2026/27, Supercopa do Brasil 2026, Copa Brasil 2027, Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia Adulto 2027 e CBVP Challenger 2027, além das edições seguintes.

 

A recusa em realizar o teste não configura infração disciplinar, mas, sem a comprovação exigida, a atleta não poderá competir na categoria feminina.

 

TIFANNY SEGUE APTA NO PAULISTA
A nova regra não retirou Tifanny do Campeonato Paulista de 2026. A Federação Paulista de Voleibol (FPV) decidiu manter as normas existentes quando o Estadual teve início, na sexta-feira (14), antes que a nova política produzisse efeitos sobre a competição.

 

Com isso, a oposta poderá continuar defendendo o Osasco durante o torneio. Para as próximas competições, entretanto, a federação informou que eventuais alterações serão avaliadas posteriormente.

 

O Osasco também se manifestou após a publicação da norma. O clube afirmou ter sido surpreendido pela decisão, disse que não participou da elaboração da política e acionou seu departamento jurídico para avaliar os próximos passos. A equipe reiterou apoio à jogadora.

 

Na estreia do Paulista, Tifanny recebeu apoio das arquibancadas do Ginásio José Liberatti. Torcedores gritaram seu nome e exibiram manifestações de apoio durante a partida contra o Pinheiros.

 

 

QUEM É TIFANNY?
Tifanny atua no voleibol feminino desde 2017 e fez história ao se tornar a primeira mulher trans a disputar a Superliga Feminina. A jogadora defende o Osasco desde 2021 e conquistou, entre outros títulos, a Superliga na temporada 2024/25.

 

A temporada 2026/27 tende a ser uma das últimas de sua carreira, já que ela indicou anteriormente a proximidade da aposentadoria.

CBV adota novas regras e restringe participação de atletas trans em competições femininas
Foto: Hermes de Paula/ CRF

A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) anunciou nesta sexta-feira (14) novas regras para a participação de atletas nas competições femininas da modalidade. A entidade informou que passará a seguir os critérios estabelecidos pelo Comitê Olímpico Internacional (COI), pela Federação Internacional de Voleibol (FIVB) e pela Confederação Sul-Americana de Voleibol (CSV).

 

Com a mudança, a participação nas competições femininas da CBV fica limitada a atletas classificadas pela entidade como de “sexo biológico feminino”. A medida impede a participação da jogadora transgênero Tifanny, do Osasco, nessas disputas.

 

O novo protocolo prevê a realização de exames para identificar a presença do gene SRY (Sex-determining Region Y), associado ao desenvolvimento das características sexuais masculinas. A regra estabelece exceção para atletas que comprovem, por meio de avaliação especializada, possuir uma condição rara que impeça a ação da testosterona sobre o desempenho esportivo.

 

Segundo a CBV, a decisão acompanha uma política internacional aprovada em setembro de 2025 e posteriormente incorporada pelo COI em sua Política de Proteção da Categoria Feminina, publicada em março de 2026. O critério já havia sido utilizado na Liga das Nações deste ano.

 

“Com a mudança dos parâmetros internacionais e da responsabilidade institucional, a CBV buscou manter o alinhamento entre as regras que regem as competições nacionais com as hoje vigentes para as competições internacionais. A decisão da CBV se adequa ao COI e deixa nossos campeonatos equiparados com as competições internacionais”, disse Radamés Lattari, presidente da CBV.

 

A nova regulamentação será aplicada inicialmente à Superliga A e B da temporada 2026/27, à Supercopa de 2026, à Copa Brasil de 2027, ao Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia 2027, na categoria adulta, e ao CBVP Challenger 2027. A regra também permanecerá válida nas edições seguintes dessas competições enquanto a política estiver em vigor.

Confederação Brasileira de Voleibol bane mulheres trans e passa a exigir teste genético
Foto: Divulgação/CBV

 

A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) baniu mulheres trans das competições organizadas pela entidade. Nesta sexta-feira (14), a organização afirmou que somente atletas do sexo biológico feminino poderão participar.

 

Segundo a entidade, o novo critério tem como objetivo estar em conformidade com as regras do Comitê Olímpico Internacional (COI) e da Federação Internacional de Voleibol (FIVB).

 

A verificação será feita por testagem e triagem do gene SRY. Normalmente, o procedimento é realizado por meio de exame de sangue ou esfregaço bucal.

 

“Com a mudança dos parâmetros internacionais e da responsabilidade institucional, a CBV buscou manter o alinhamento entre as regras que regem as competições nacionais com as hoje vigentes para as competições internacionais. A decisão da CBV se adequa ao COI e deixa nossos campeonatos equiparados com as competições internacionais”, afirmou Radamés Lattari, presidente da CBV, no site da entidade.

 

A nova política de elegibilidade entra em vigor nas competições da Superliga A e B (temporada 26/27), Supercopa 2026, Copa Brasil 2027, Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia 2027 (adulto), CBVP Challenger 2027 e nas respectivas edições seguintes durante a vigência da política.

 

Entre as atletas que podem ser afetadas pela nova diretriz está a jogadora Tifanny, mulher trans que atua pelo Osasco São Cristóvão Saúde.

Brasil bate na trave, perde para a Turquia e fica com a prata na VNL Feminina
Foto: Reprodução/YouTube/geTV

 

O Brasil ficou no quase mais uma vez na Liga das Nações de Vôlei (VNL). A Seleção Brasileira feminina perdeu para a Turquia por 3 sets a 1 na manhã deste domingo (26), em partida realizada no ginásio Macau East Asian Games Dome, em Macau, na China. As parciais da partida foram de 25/23, 23/25, 24/26 e 21/25.

 

O Brasil começou bem, superando momentos de instabilidade, e garantiu a vitória no primeiro set por 25/23. Mas a Turquia não se acovardou e, liderada por Vargas, empatou a partida no segundo set por 25/23. Sem tempo para respirar, as equipes foram até o limite no terceiro set, mas, embaladas pela vitória anterior, as turcas viraram o placar ao fechar em 26/24.

 

Sentindo as duas vitórias seguidas do rival, o quarto set começou com o Brasil sendo pressionado e vendo as turcas abrirem cinco pontos de vantagem. No entanto, as entradas de Macris aumentaram a confiança de Ana Cristina e Rosamaria, que reagiram e conseguiram avançar no placar para 19 a 18.

 

Porém, o sonho logo acabou. Vargas apareceu novamente para colocar a bola debaixo do braço e decidir a partida, fechando o set por 25 a 21 e consagrando a Turquia como bicampeã da VNL.

 

Com esse resultado, o Brasil acumula cinco finais e cinco pratas desde a criação da Liga das Nações, em 2018.

Brasil convoca Larissa Besen no lugar de Kudiess para fase eliminatória da VNL
Foto: Reprodução/Instagram/@larissabesen

Após o corte da central Júlia Kudiess na fase final da Liga das Nações de Vôlei Feminino, devido a uma lesão no ligamento cruzado anterior (LCA) do joelho esquerdo, Zé Roberto convocou Larissa Besen, do Osasco/São Cristóvão, nesta segunda-feira (13).

 

A central de 25 anos vem se destacando nas últimas temporadas pelo time paulista. Na última temporada, conquistou a Supercopa de 2025 e a Copa do Brasil de 2026, enquanto, na Superliga 25/26, foi eliminada na semifinal pelo Gerdau Minas, que acabou derrotado pelo Praia na final.

 

Na seleção, Larissa integrou a equipe medalhista de prata no Pan-Americano de Santiago 2023. Ela também estava no grupo que conquistou o bronze no FISU World University Games de 2025.

 

A brasileira se apresentará à equipe de Zé Roberto no Japão, país em que o grupo finaliza a preparação antes de seguir para Macau, na China, onde ocorrerá a fase eliminatória da VNL.

 

Nesta próxima etapa, o primeiro adversário do Brasil será o Japão. As equipes entram em quadra na quarta-feira (22) da próxima semana, às 8h30.

Júlia Kudiess rompe LCA e está fora da fase final da Liga das Nações
Foto: Reprodução / Redes Sociais

O Brasil não contará com Júlia Kudiess na fase final da Liga das Nações de vôlei feminino. Segundo comunicado da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), a central sofreu uma lesão no Ligamento Cruzado Anterior (LCA) do joelho esquerdo durante a derrota por 3 sets a 0 para os Estados Unidos, neste domingo, em Osaka, no Japão.

 

A jogadora se machucou no início do segundo set, após uma aterrissagem, e precisou deixar a quadra amparada por membros da comissão técnica. Depois da partida, exames de imagem confirmaram a lesão.

 

De acordo com a CBV, Júlia já iniciou o tratamento fisioterapêutico e retornará ao Brasil para passar por novas avaliações médicas.

 

Nas redes sociais, a central lamentou o novo problema físico e falou sobre a frustração de ficar fora dos jogos decisivos da Seleção Brasileira.

 

"Difícil acreditar que isso aconteceu de novo. Justo no momento em que eu estava vivendo uma das fases mais felizes da minha vida. É difícil encontrar palavras para descrever a dor e a frustração que estou sentindo agora", escreveu.

 

Com a derrota para os Estados Unidos, o Brasil encerrou a fase preliminar da Liga das Nações na terceira colocação. A Seleção agora aguarda os demais jogos da última rodada para conhecer o adversário nas quartas de final.

 

A fase final da VNL será disputada em Macau, na China, entre os dias 22 e 26 de julho. Oito equipes estarão na disputa das quartas de final. Por sediar os confrontos decisivos, a China já está classificada e se junta às outras sete seleções com melhores campanhas na fase preliminar.

 

Brasil vence o Canadá no tie-break e encerra sequência de derrotas na VNL
Foto: Divulgação/VolleyBall World

 

A seleção brasileira masculina de vôlei venceu o Canadá por 3 sets a 2, neste domingo (28), em Liubliana, na Eslovênia. Com parciais de 25/17, 23/25, 28/26, 22/25 e 17/15, a equipe comandada por Bernardinho encerrou uma sequência de três derrotas consecutivas na Liga das Nações (VNL).

 

O Brasil começou melhor, abriu vantagem no placar, mas viu os canadenses buscarem o empate duas vezes ao longo da partida. No tie-break, a seleção brasileira levou a melhor em uma disputa equilibrada e garantiu a vitória por 17 a 15.

 

Com o resultado positivo, a equipe chegou aos 13 pontos e terminou a segunda semana da competição na oitava colocação, permanecendo na zona de classificação para a fase final da competição. 

 

Após encerrar a etapa disputada na Eslovênia, a seleção brasileira terá um período de preparação antes de voltar à quadra. O próximo compromisso será no dia 15 de julho, em Chicago, nos Estados Unidos, contra a França, pela terceira e última semana da fase classificatória da VNL.

Zé Roberto define atletas do Brasil para a Liga das Nações feminina 2026; confira lista
Foto: Divulgação/CBV

Nesta quarta-feira (13), a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) anunciou a lista com as 30 jogadoras que defenderão a seleção na Liga das Nações de Vôlei, que começa dia 3 de junho. 

 

O técnico Zé Roberto revelou que os trabalhos de preparação serão divididos em dois grupos, tendo como objetivo ampliar e estreitar a observação das atletas.

 

“A gente vai trabalhar com seleção A e B. A seleção B é uma grande oportunidade para essas jogadoras que estão muito próximas da seleção a poderem entrar, terem a oportunidade de participar de treinamentos e jogos, ou não. E da A também a mesma coisa. Vamos ter que correr muito para manter o nível do volleyball brasileiro onde se encontra hoje”, exlicou o treinador.

 

O Brasil estreia na Liga das Nações no dia 3 de junho contra a Holanda, às 20h, em Brasília. A capital será sede da primeira semana da competição, entre os dias 3 e 7 de junho. 

 

CONFIRA AS 30 JOGADORAS INSCRITAS
Levantadoras

- Bruninha
- Kenya
- Macris
- Roberta
- Vivian
Ponteiras
- Drussyla
- Gabi Guimarães
- Julia Bergmann
- Karina
- Maiara Basso
Ponteiras/Opostas
- Ana Cristina
- Helena
- Rosamaria
Opostas
- Jaque Schmitz
- Jheovana
- Kisy
- Sabrina
- Tainara
Centrais
- Diana
- Julia Kudiess
- Lanna
- Larissa Besen
- Lívia
- Lorena
- Luzia
Líberos
- Kika
- Marcelle
- Natinha
- Nyeme
- Paulina

Zé Roberto convoca primeiras atletas para Seleção Feminina de Vôlei para a Liga das Nações 2026; veja lista
Foto: FIVB

A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) anunciou, na última quinta-feira (16), os primeiros nomes da Seleção Brasileira Feminina de Vôlei para a temporada de 2026. Sob comando de José Roberto Guimarães, três atletas foram convocadas para iniciar a preparação visando a Liga das Nações de Voleibol Feminino, que começa em junho.

 

A lista inicial conta com as centrais Diana, do Sesi Bauru, e Luzia, do Gerdau Minas, além da líbero Marcelle, do Fluminense. Entre as convocadas, apenas Luzia ainda disputa as semifinais da Superliga Feminina 2025/26. Para complementar os treinos, a levantadora Bruninha foi convidada pela comissão técnica.

 

O Brasil busca o primeiro título da VNL feminina. A equipe já soma 12 conquistas do Grand Prix, torneio que antecedeu a atual competição internacional.

 

A estreia será em Brasília, cidade que volta a sediar uma etapa da VNL após ficar fora das edições de 2024 e 2025. Na sequência, a equipe viaja para Ancara, na Turquia, e encerra a fase classificatória em Kansai, no Japão.

 

Durante a competição, o Brasil enfrentará seleções como Japão, Polônia, Estados Unidos e China, além de outros adversários ao longo das três semanas iniciais.

 

A fase final da VNL 2026 está prevista para acontecer entre os dias 22 e 26 de julho, em Macau, na China.

 

Confira a lista das primeiras convocadas:
Diana (central)
Luzia (central)
Marcelle (líbero)

 

Convidada:
Bruninha (levantadora)

CBV recorre e Justiça do Paraná garante liberação de atletas trans na Copa Brasil Feminina em Londrina
Foto: Divulgação/Vôlei Bauru

 

A Justiça Estadual do Paraná atendeu a um pedido da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) e determinou, em decisão liminar, que o município de Londrina não adote medidas para impedir a realização da Copa Brasil Feminina, programada para esta sexta-feira (27) e sábado (28).

 

A decisão foi proferida após a Câmara Municipal de Londrina aprovar, na quinta-feira (26), um requerimento que solicitava à prefeitura ações para barrar a participação da atleta Tifanny Abreu, mulher trans que defende o Osasco Voleibol Clube.

 

O requerimento tem como base uma lei municipal de 2024 que veda, em competições esportivas realizadas na cidade, a “participação de atleta identificado em contrariedade ao sexo biológico de seu nascimento”. A proposta foi aprovada por 12 votos a 4 e apresentada pela vereadora Jessicão (PP).

 

Na liminar, o juiz Marcus Renato Nogueira Garcia afirmou que “no plano puramente formal, a norma [lei municipal 13.770, de 2024] parece afrontar a competência da União, dos Estados e do Distrito Federal de legislar concorrentemente sobre matéria desportiva”. O magistrado acrescentou que, “no âmbito material, a inconstitucionalidade se apresenta ainda mais clara, afrontando fundamentos e objetivos da República expressamente previstos na Constituição Federal”, ao apontar que a lei reduz a liberdade e a dignidade das pessoas trans.

 

Durante a sessão que aprovou o requerimento, Jessicão afirmou que a proposta buscava apenas o cumprimento da legislação municipal. “Estamos discutindo apenas o cumprimento da lei. E o que a lei fala? Nasceu homem, vai competir com homem, nasceu mulher, vai competir com mulher. Nós não estamos votando nada contra o evento. É um requerimento pedindo para o prefeito cumprir a parte dele de não deixar a Tifanny jogar. Não deixar o Osasco jogar se ela estiver escalada. É só isso”, declarou.

 

Contrária ao requerimento, a vereadora Paula Vicente (PT) informou que vem adotando medidas junto ao Ministério Público e à Defensoria Pública para tentar derrubar definitivamente a lei municipal aprovada em 2024.

Técnico Zé Roberto Guimarães divulga relação de 30 atletas para a Liga das Nações Feminina; veja lista
Foto: Divulgação/Volleyballworld

A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) anunciou na última terça-feira (6) a relação composta por 30 jogadoras inscritas para a Liga das Nações Feminina (VNL) 2025. Vale lembrar que embora todas estejam aptas para atuar, parte das atletas não devem ser convocadas para os treinos e partidas.

 

O técnico José Roberto Guimarães já chamou parte do grupo que iniciará a preparação: Jheovana, Kisy e Tainara (opostas); Macris e Roberta (levantadoras); Ana Cristina, Helena e Julia Bergmann (ponteiras); Diana, Julia Kudiess, Lorena e Luzia (centrais); além das líberos Kika e Laís. A expectativa é que outras atletas se juntem à seleção nos próximos dias, conforme encerram compromissos com seus clubes.

 

Carolina (Carol), vice-campeã da Champions League pelo Scandicci (ITA), e Natinha, destaque do Praia Clube, campeão sul-americano e terceiro colocado na Superliga, ficaram fora da relação. Outras ausências notáveis incluem Thaisa (aposentada da seleção), Nyeme (recentemente tornou-se mãe) e Lorenne (com pouco tempo de jogo após lesão no Sesi Bauru).

 

Entre os destaques da lista estão as ausências da central Carol e da líbero Natinha, ambas medalhistas de bronze nos Jogos Olímpicos de Paris-2024.

 

A VNL feminina será disputada entre 4 de junho e 27 de julho. Na primeira semana, o Brasil jogará no Rio de Janeiro, no Maracanãzinho, enfrentando República Tcheca, Estados Unidos, Alemanha e Itália.

 

Confira a lista completa de inscritas da Seleção Brasileira na VNL 2025:

 

Levantadoras: Giovana, Kenya, Lyara, Macris, Marina Sioto, Roberta, Vivian Lima
Ponteiras: Aline Segato, Ana Cristina, Gabi, Helena, Julia Bergmann, Karol Tormena
Opostas: Ariane, Jheovana, Kisy, Rosamaria, Sabrina, Tainara
Centrais: Diana, Julia Kudiess, Lanna, Lorena, Luzia, Mayhara, Valquíria
Líberos: Kika, Laís, Marcelle, Paulina

Bernardinho e Zé Roberto seguem como treinadores das Seleções Brasileiras de Vôlei
Foto: Gaspar Nóbrega / COB

Após o fim dos Jogos Olímpicos de Paris 2024, a Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) já começou a pensar o ciclo olímpico de Los Angeles 2028. Após reuniões com o presidente Radamés Lattari e o diretor técnico Jorge Bichara, José Roberto Guimarães, Bernardinho e Leandro Brachola aceitaram dar continuidade ao trabalho de coordenação das seleções de quadra e de praia. José Roberto Guimarães e Bernardinho também irão continuar no comando das seleções feminina e masculina adultas, respectivamente.


“Nenhum dia de trabalho foi perdido desde o fim dos Jogos de Paris. Como sempre ocorreu, agimos com muita responsabilidade. Temos uma eleição em janeiro e respeitaremos todas as etapas que esse importante momento exige. Mas a CBV não poderia parar e o planejamento precisava seguir. Então nos reunimos com Zé Roberto, Bernardinho e Brachola para externar nosso interesse na continuidade do trabalho deles como coordenadores das seleções de quadra e praia. A integração entre as equipes adultas e de base é um pilar fundamental do nosso olhar para 2028 e 2032. Os três deram respostas positivas, o que nos deixa muito felizes e confiantes no projeto que temos. São três campeões olímpicos e profissionais dos mais respeitados dentro e fora do Brasil” diz Radamés Lattari, presidente da CBV.


O cargo de coordenador técnico foi criado em 2023 para reforçar a integração entre as equipes adultas e de base, que já vinha sendo desenvolvida pela CBV, pensando sempre dois ciclos olímpicos à frente. Além da estrutura do Centro de Desenvolvimento do Voleibol Enel, em Saquarema, as equipes terão períodos de treinamento no CT europeu da CBV, na região francesa de La Moselle, fruto de uma parceria com o governo local.


“A temporada de clubes está começando no Brasil e nos principais centros de voleibol do mundo. A CBV tem seu calendário eleitoral, mas já precisa trabalhar o planejamento para o próximo ciclo. Algumas ações de renovação e preparação precisam ser iniciadas neste momento se quisermos efeitos em 2028 na praia e na quadra. Afinal, em 2025 temos Mundiais adultos, sub 21 e sub 19, e no ano seguinte, um Sul-Americano que é classificatório olímpico”, disse Jorge Bichara, diretor técnico da CBV.


“Fiquei feliz com o convite da CBV para continuar o trabalho como coordenador das seleções masculinas e técnico da equipe adulta. Temos jovens jogadores de muito talento e essa integração entre a seleção adulta e a de base é fundamental para os resultados que queremos atingir. Este ano, retomamos o projeto da seleção masculina de novos, com o objetivo de dar experiência e rodagem a jogadores mais jovens. O equilíbrio hoje no vôlei é real. Precisamos trabalhar para avançar e criar diferenciais em relação a outras equipes”, declarou Bernardinho.

“Estou muito motivado e confiante para este novo ciclo olímpico. Temos uma geração alta, talentosa e que vai trabalhar bastante para conseguir os resultados. A minha relação com a base é forte e vamos buscar uma formação técnica com ainda mais qualidade nos fundamentos. O CT da CBV em La Moselle vai facilitar o intercâmbio com outras escolas. O voleibol está muito equilibrado, mas temos material humano para seguirmos entre os melhores do mundo”, disse Zé Roberto.

 

“O último ciclo foi positivo, e o ouro da Duda e da Ana Patrícia coroou esse trabalho. Desenvolvemos um trabalho em parceria com as comissões técnicas das duplas, visando resultados expressivos. Na base, realizamos frequentemente camps de treinamento, que incluem desenvolvimento da metodologia de treinamento, incremento da preparação física, e apoio ao trabalho das comissões técnicas. Estaremos próximos do adulto e da base, dando sequência ao trabalho com foco nas principais competições”, falou Leandro Brachola, coordenador técnico de vôlei de praia.  

FIVB define os participantes do Mundial de Vôlei de 2025 nos dois gêneros
Foto: Miriam Jeske / COB

Nesta terça-feira (3), a Federação Internacional de Vôlei(FIVB) anunciou os países participantes do Mundial de Vôlei de 2025 tanto para o masculino, quanto para o feminino. O Mundial masculino será disputado nas Filipinas e o feminino terá como sede a Tailândia. 


Serão 32 equipes em cada gênero, e as vagas foram distribuídas da seguinte forma: uma vaga para o país-sede, uma para o atual campeão, três para cada um dos continentes e 18 vagas pelo ranking mundial.


Participantes masculinos:

Filipinas (País-sede), Itália (atual campeão), Egito, Argélia e Líbia (África), Polônia, Eslovênia e França (Europa), Argentina, Brasil e Colômbia (América do Sul), Estados Unidos, Canadá e Cuba (América do Norte), Japão, Irã e Catar (Ásia/Oceania),  Alemanha, Sérvia,  Países Baixos, Ucrânia, Bélgica, Turquia, República Tcheca, Bulgária, Portugal, Finlândia, Tunísia, China, Romênia, Chile e Coreia do Sul (ranking).


Participantes femininos:

Tailândia (país sede), Sérvia (atual campeão), China, Japão e Vietnã (Ásia/Oceania), Quênia, Egito e Camarões (África), Turquia, Países Baixos e Itália (Europa). Brasil, Argentina e Colômbia (América do Sul), República Dominicana, Estados Unidos e Canadá (América do Norte), Polônia, Alemanha, Bélgica, República Tcheca, Porto Rico, Ucrânia, França, Bulgária, Cuba, Suécia, México, Eslovênia, Eslováquia, Espanha e Grécia (ranking).


O sorteio do mundial masculino acontecerá no dia 14 de setembro, já o do mundial feminino ainda não tem data definida para acontecer.

CBV cria comissão de clubes para definir futuro da Superliga
Foto: Divulgação / CBV

Pensando no futuro da Superliga, principal competição de vôlei do Brasil, a CBV (Confederação Brasileira de Vôlei) anunciou a criação de uma comissão de clubes em reunião realizada nesta sexta-feira (30), com representantes dos clubes que irão participar da temporada de 2024/25 da liga.

 

“Agradecemos mais uma vez a parceria dos clubes. A Superliga é uma competição que mexe com todo o Brasil e é natural que trabalhemos em conjunto, buscando sempre a evolução do nosso produto”, diz Radamés Lattari, presidente da CBV.

 

Formada por sete clubes com representantes de equipes que competem no gênero masculino e feminino, somente masculino e somente feminino, a presidência da comissão ficará por conta do Minas Tênis Clube, Gerdau/Minas e Itambé/Minas. Dentil Praia Clube, Pinheiros e Sesc RJ Flamengo irão representar a competição feminina enquanto Sesi, Vedacit Vôlei Guarulhos e Vôlei Renata serão os clubes do torneio masculino.

 

“A gente tem percebido a evolução a cada ano, a vontade da CBV e dos clubes de avançar. Foram reuniões muito boas, em que foram apresentadas algumas evoluções importantes sobre o Desafio, a arbitragem. O Minas é um clube que sempre disputou a Superliga e se sente muito honrado de participar dessa Comissão para discutir assuntos de interesses de todos os clubes, dos atletas, dos técnicos, do público, da Superliga”, afirmou Jarbas Soares, gerente de vôlei feminino do Gerdau Minas.


“Os pontos de discussões que tivemos na reunião só trouxeram benfeitorias para o campeonato. Essa temporada tem tudo para ser ainda melhor do que na temporada passada. E a criação da Comissão de Clubes vai estreitar e ganhar em velocidade a comunicação entre os clubes e a CBV buscando melhorias e potencializar o campeonato”, destacou Wellington Luiz Pani, supervisor do Sesi.

 

A CBV e a Comissão de Clubes farão reuniões mensais, com o primeiro encontro marcado para outubro, para discutir questões do torneio em temas relacionados à evolução técnica, marketing, comunicação, atendimento ao público.

Após críticas, Time Brasil divulga vídeo com produção de kits para disputa das Olimpíadas de Paris
Foto: Reprodução / Time Brasil

Dias após críticas feitas ao envio dos uniformes da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) à Seleção Brasileira Feminina em sacola de pano, o Time Brasil divulgou no último domingo (14), um vídeo que mostra a linha de produção dos kits para a disputa dos Jogos Olímpicos de Paris 2024. Veja:

 

 

"Vocês não acharam mesmo que os atletas do time Brasil iriam ficar assim sem mala de uniformes, né? Não, não, não, nada disso. Se liga só nessa operação que tá rolando por aqui, essa turma não chegou ontem não viu? Eles têm trabalhado incansavelmente desde o dia primeiro de julho e não tem final de semana. Aqui todo dia é segunda-feira. Há uma organização prévia das Caixas nas estantes depois, nossos guerreiros vão às compras. Atrás da tag de cada atleta e oficial tem um QR Code escaneado em um tablet para saber quais uniformes vão em cada mala. Essa prática não é novidade e foi também adotada no Panamericano de Santiago 2023, com isso,  diminuímos a quantidade de papel produzido (...) Serão mais de 700 malas montadas ao final do processo", informou a narradora da produção divulgada nas redes sociais.

 

A explicação teve como objetivo sanar as dúvidas dos torcedores em relação à forma em que foram enviados os uniformes para as atletas de Vôlei, que ironizaram a ação feita em parceria com a Riachuelo. 

 

Após a publicação feita no instagram de Thaísa, meio-de-rede do Brasil, alguns fãs passaram a comparar o envio dos produtos às brasileiras com o recebimento de atletas de outras seleções, sendo Nova Zelândia e Holanda como maiores destaques.

 

"São atletas de alto rendimento. Merecem mais", comentou uma torcedora nas redes sociais

 

"Brasil nunca deu valor a outros esportes, a não ser o futebol", publicou outra internauta. 

 

Vale lembrar que o kit recebido pelas atletas do vôlei foi distribuído pela CBV, e não pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB). Ou seja, apenas a equipe da Seleção Feminina de Vôlei recebeu o material.
 

CBV é criticada por entrega de uniformes em sacolas para Seleção Feminina de Vôlei
Foto: Reprodução / Instagram

A duas semanas da abertura das Olimpíadas de Paris 2024, alguns países participantes da competição começaram a receber seus uniformes de jogo. Em vídeo divulgado nesta quinta-feira (11) pela jogadora Thaísa da Seleção Brasileira Feminina de Vôlei, os internautas notaram que as atletas olímpicas haviam recebido seus materiais dentro de um saco de pano sustentável, gerando críticas e debates à Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) e à Riachuelo, fornecedora do material esportivo da equipe.

 

"Chegaram nossos uniformes das Olimpíadas! Vamos fazer um recebidos, um unboxing?", comentou, em tom de ironia, a meia-de-rede, junto à ponta Gabi Guimarães.

 

 

Imediatamente, fãs compararam com a iniciativa de outros países. A Holanda se destacou ao divulgar um vídeo em suas redes sociais enviando uma mala personalizada e completamente organizada para seus atletas.

 

O kit enviado às voleibolistas brasileiras foi distribuído pela CBV, e não pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB). Isso significa que apenas a equipe da Seleção Feminina de Vôlei recebeu o material até o momento. Aguarda-se que o COB distribua um material completo para todos os membros da delegação brasileira nos próximos dias.

Volta do Circuito de Vôlei de Praia a Salvador vai inspirar jovens talentos, diz dirigente da CBV
Foto: Ulisses Gama / Bahia Notícias

O Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia está de volta a Salvador. Através do Festival Tamo Junto Nesse Game, a capital baiana sedia a sétima etapa do campeonato, que começou nesta quarta-feira (23) e vai até domingo (27) na arena montada no Centro de Convenções de Salvador, localizado no bairro da Boca do Rio. Gerente de vôlei de praia da CBV, Guilherme Marques, destacou o histórico da cidade soteropolitana para entrar no roteiro da competição nacional.

 

"Salvador às vezes fica dentro, às vezes fica fora, como esse ano também não estamos indo para a Paraíba, que é outro lugar tradicional. Estamos indo para Manaus levando o vôlei de praia para lá. Passamos por cidades como Cuiabá, Campo Grande, Itapema, onde também precisamos levar o vôlei de praia para outros lugares, sem esquecer as raízes, o histórico. E a Bahia tem esse histórico conosco. Muito feliz por estar de volta. É um revezamento, mas vamos estar sempre por aqui", afirmou em entrevista ao Bahia Notícias.

 

A etapa de Salvador vive a expectativa de receber grandes nomes do Vôlei de Praia brasileiro, dentre eles a dupla Duda e Ana Parícia, que podem garantir o título brasileiro de forma antecipada. Guilhemer Marques ainda destacou que a iniciativa serve para inspirar jovens que sonham em se tornarem atletas.

 

"É um ponto muito importante para os esportes de maneira geral, pensar na base. A gente traz atletas de nome. Uma das coisas é a inspiração que os atletas profissionais são para a garotada. Um evento como esse motiva e inspira o garoto que está começando. A gente traz um pouco dessa história. Se imaginar ser uma Duda e Ana Patrícia, dupla que joga os circuitos internacionais, tem um histórico de vitórias enormes e está quase classificando para os Jogos Olímpicos, com chance de medalha. Você se projeta para ser uma Duda e Ana Patrícia, acho que é uma coisa que a gente pode fazer. É uma ferramenta que a gente usa e esse circuito está aqui para isso, inspirar os jovens", comentou.

 

O dirigente também elogiou o bom número de pessoas nas arquibancadas da arena na manhã desta quinta (24). A expectativa é que o público aumente no decorrer dos próximos dias de competição.

 

"É um número muito legal para uma quinta-feira. Claro que isso vem fruto da ação do nosso patrocinador, o Banco do Brasil, que juntou várias atividades esportivas como skate, e-games, trazendo um público para curtir não só um evento, mas pode escolher. Tem show no final do dia, é uma combinação perfeita para todo mundo", avaliou. "A gente iniciou um pouco mais cedo, começamos na quarta-feira. Nossos principais atletas vão estar aqui, então a tendência é aumentar cada vez mais até domingo", finalizou.

Vôlei: Punições à CBV por caso Wallace podem deixar Brasil fora de Pré-Olímpico
Foto: Agência i7 / Sada Cruzeiro

O Vôlei do Brasil corre o risco de ficar fora dos torneios Pré-Olímpicos, classificatórios aos Jogos Olímpicos de Paris-2024. O motivo é a suspensão dada pelo Conselho de Ética do Comitê Olímpico do Brasil (CECOB) à Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), que será divulgada nesta quarta-feira (3) por permitir que o oposto Wallace jogasse a final da Superliga, no último domingo (30). De acordo com o site ge.globo, a entidade da modalidade pegou um gancho de seis meses e não poderá inscrever jogadores para as disputas por vagas nas Olimpíadas no final do ano.

 

Organizados pela Federação Internacional de Vôlei (FIVB), mas sob a chancela do COI, os torneios Pré-Olímpicos são a primeira chance de classificação do vôlei de quadra para os Jogos olímpicos. O regulamento prevê que "cada Comitê Olímpico Nacional deve, sob a recomendação de sua Federação Nacional, escolher os atletas", dentro dos critérios preestabelecidos.

 

Ainda segundo o ge.globo, o COB ainda não definiu se acatará a decisão do CECOB, que tem autonomia prevista no estatuto da entidade. A FIVB também não se posicionou sobre o caso. No entanto, a CBV demonstrou preocupação com a situação e pretende minimizar os danos.

 

As disputas do Pré-Olímpico acontecem entre setembro e outubro deste ano. A seleção brasileira feminina vai jogar no Japão entre os dias 16 e 24 de setembro, enquanto a masculina entra em quadra no Rio de Janeiro no período de 30 de setembro e 8 de outubro.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Do jeito que as coisas vão, não sei se o Soberano chega inteiro em outubro. Mas não foi o único que levou bola nas costas também. Tiveram que recorrer até ao passado pra lembrar da conexão entre o Pernambucano e o Capitão, por exemplo. Enquanto isso, o passado deixa outros tristes. Não é, Ferragamo? Mas o futuro também tira o sono de alguns. Alice no País das Maravilhas, por exemplo, já tem seu plano B. Saiba mais!

Pérolas do Dia

André Viana

André Viana
Foto: Antena 1 Salvador

"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade". 


Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.

Podcast

Vota BN: Projeto Prisma entrevista o candidato ao governo da Bahia Ronaldo Mansur (PSOL) nesta segunda

Vota BN: Projeto Prisma entrevista o candidato ao governo da Bahia Ronaldo Mansur (PSOL) nesta segunda
A sabatina faz parte da série especial "Vota BN", dedicada a sabatinar as principais lideranças políticas na disputa pelo Executivo estadual e pelo Senado nas eleições de 2026. O programa é transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias.

Mais Lidas