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A Baía de Todos os Santos recebe, até domingo (11), as disputas finais do Campeonato Brasileiro Interclubes de Águas Abertas e de outras competições nacionais e estaduais da modalidade. As provas são realizadas no Comando do 2º Distrito Naval, no bairro do Comércio, em Salvador, e reúnem nadadores de diferentes regiões do país.
A programação começou nesta sexta-feira (9), com provas de 4 km e 10 km do Campeonato Brasileiro, da Copa Brasil e da Copa Brasil Paralímpica. Na disputa dos 4 km, os vencedores da categoria geral foram a paulista Vitória Alves Lopes, no feminino, e o baiano Renan Barbosa Santos, no masculino.
Já nos 10 km, o mineiro Arthur Lacerda Aguiar conquistou o primeiro lugar entre os homens, enquanto a gaúcha Cibelle Jungblut venceu a prova feminina. A baiana Lízian Simões terminou na quinta colocação geral e segue na competição para disputar outras provas ao longo do fim de semana.
A programação reúne o 31º Campeonato Brasileiro Interclubes de Águas Abertas (CBDA), o Campeonato Baiano, a 13ª Copa Brasil (CBDA), o Troféu Brasil de Águas Abertas, a 1ª Copa Brasil Paralímpica (CBDA), o 5º Troféu Marcelinha Cunha (FBDA) e a Prova Militar.
CONFIRA PROGRAMAÇÃO PARA O FIM DE SEMANA
Sábado (10), a partir das 7h15
- 5º Troféu Marcelinha Cunha (FBDA): 500 m;
- 31º Campeonato Brasileiro: 3 km e revezamentos mistos 2x2 de 750 m, nas categorias Petiz, Infantil, Juvenil, Júnior e Sênior;
- 13ª Copa Brasil (CBDA): 1,5 km; Prova Militar: 750 m.
Domingo (11), a partir das 7h15
- 5º Troféu Marcelinha Cunha (FBDA): 250 m e revezamento misto 2x200 m;
- 31º Campeonato Brasileiro: 5 km;
- 13ª Copa Brasil (CBDA): 2,5 km.
As provas de 5 km, 2,5 km, 750 m, 500 m e 250 m também contam pontos para o Campeonato Baiano de Águas Abertas.
O evento é organizado pela Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA) e pela Federação Baiana de Desportos Aquáticos (FBDA), com apoio da Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia (Sudesb-BA), vinculada à Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre-BA).
Salvador receberá, entre os dias 9 e 11 de outubro, as finais do Campeonato Baiano e do Campeonato Brasileiro Interclubes de Águas Abertas. A expectativa é reunir cerca de 1.500 atletas de diferentes regiões do país em três dias de competições.
A principal novidade desta edição será o local das provas. Pela primeira vez, as decisões serão realizadas nas águas do Comando do 2º Distrito Naval, no bairro do Comércio, na capital baiana.
A programação reúne competições estaduais e nacionais e marca o encerramento da temporada de 2026. Estão previstas disputas da 13ª Copa Brasil, do 31º Campeonato Brasileiro, do Troféu Brasil de Águas Abertas e da 1ª Copa Brasil Paralímpica. O calendário também inclui o 5º Troféu Marcelinha Cunha e a tradicional Prova Militar.
Presidente da Federação Baiana de Desportos Aquáticos (FBDA), Marco Antônio Lemos destacou a escolha do novo local para receber as finais e a expectativa para o encerramento da temporada.
“Estamos preparando uma grande festa para fechar este ano com chave de ouro. Trazer as finais para o 2º Distrito Naval pela primeira vez é um marco de inovação para a federação e para os atletas. Queremos que todos cheguem com muita alegria para este desafio inédito e que tenham o privilégio de ver Salvador se apresentar como um dos cenários mais deslumbrantes e seguros para a natação. A casa está pronta e de braços abertos para coroar os campeões”, afirmou.
O evento é organizado pela FBDA em parceria com a Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA).
O Bahia Associação pode ampliar seu leque esportivo e mirar um novo território: os esportes aquáticos. A informação foi revelada por Diego Albuquerque, presidente da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA), durante participação no programa BN na Bola, que foi ao ar na última terça-feira (16).
Segundo Albuquerque, o presidente do Bahia Associação, Emerson Ferretti, já realizou sondagens para viabilizar a entrada do clube na modalidade. A ideia seria dar suporte institucional e estrutural para que o Esquadrão possa consolidar sua presença também no cenário aquático.
"O Bahia já é filiado à Federação Baiana de Desportos Aquáticos (FBDA) e consta no cadastro da Confederação. Ainda não tem equipe, mas existe uma sondagem e algumas ideias em andamento. Estamos aqui para ajudar e torcemos para que consigam colocar o projeto em prática", explicou o dirigente.
Apesar da filiação, ainda não há confirmação oficial de quando ou como o Bahia Associação iniciará equipes na modalidade. Atualmente, o clube já se envolve em oito modalidades além do futebol: basquete, basquete 3×3, corrida de rua, futevôlei, MMA, rally, vôlei e vôlei de praia.
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O convidado do podcast BN na Bola desta terça-feira (16) foi Diego Albuquerque, presidente da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA). Durante a conversa com Hugo Araújo e Thiago Tolentino, o gestor fez um balanço do que tem sido o primeiro ano de sua liderança à frente do cargo.
“Bom, estamos nos aproximando de um ano de gestão, pouco menos de dez meses. O desafio é muito grande, né? A gente sai agora de uma federação, e é uma federação muito importante do Brasil (Federação Baiana de Desportos Aquáticos), mas agora assumindo um compromisso nacional e é um desafio enorme, porque logo no começo encontramos uma confederação, digamos assim, bem ‘travada’. Com muitas dívidas e muitos processos”, analisou.
Albuquerque explicou que, logo em sua chegada, encontrou um setor com oito processos no Tribunal de Contas da União após uma ‘transição desastrosa’ em sucessão às Olimpíadas de 2024. No entanto, ele destacou que o plano de recuperação da atual gestão regularizou as contas da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos.
“Logo quando cheguei, a gente tinha oito processos no Tribunal de Contas da União para se ter uma ideia. Porque houve um processo de transição quase que desastroso depois das Olimpíadas de 2024, onde muitas prestações não foram feitas da forma correta e isso gerou um passivo absurdo na confederação. Mas graças a Deus, com muito trabalho, apresentamos um plano de recuperação bem interessante junto ao Comitê Olímpico do Brasil, junto ao ministério, e nas duas últimas duas semanas, conseguimos regularizar a CBDA e seguimos para recolocar a confederação nos trilhos”, afirmou o presidente da CBDA.
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O convidado do podcast BN na Bola desta terça-feira (16) foi Diego Albuquerque, presidente da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA). Durante a conversa com Hugo Araújo e Thiago Tolentino, o mandatário comentou o caso de tiroteio durante a partida entre Canadá e China, no Mundial Sub-20 de polo aquático feminino, disputado em Salvador, no mês de agosto.
“O programa de segurança pública é uma triste realidade do Brasil. Mas assim, o que a gente conseguiu ver no momento realmente foi um fato isolado. Não foi na arena aquática, foi na rua, só que o barulho foi próximo e naturalmente causou aquele momento de susto entre as atletas”, disse Diego.
O gestor destacou que embora os tiros disparados por fuzil tenham causado um susto de momento, foi algo pontual e todos atletas e comissão presente entenderam a situação, além de não terem ficado expostos ao risco.
“É natural um tiro de fuzil causar esse susto. Mas assim, o bom é que logo depois todos os atletas e treinadores entenderam que foi algo pontual, do lado de fora, e apesar do susto, ninguém ficou em risco. A partida retornou em questão de dois ou três minutos depois, não houve uma repercussão maior entre a comunidade ali. Não houve um problema depois, só que naturalmente a imagem circulou e gerou uma repercussão”, explicou.
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Bronze nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016, Poliana Okimoto, ex-maratonista aquática, comunicou, na última quinta-feira (19), que irá concorrer à vice-presidência da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA).
Poliana irá compor a chapa de Renato Cordani, que atualmente ocupa a vice-presidência do próximo ciclo. Em seu pronunciamento, realizado nas redes sociais, Poliana confessou a relutância ao receber a proposta para participar da eleição, mas aceitou porque viu uma oportunidade de, segundo ela, mudar "ciclos viciosos".
“Minha maior preocupação era proteger o nome que construí ao longo de tantos anos com muito esforço, ética e dedicação ao esporte. Além disso, a ideia de me em envolver com política, que muitas vezes não é tão transparente ou inspiradora, me deixou apreensiva”, escreveu a ex-nadadora em comunicado.
“Após pensar bastante, decidi aceitar o desafio. Senti que era uma oportunidade de aprender, evoluir e, principalmente, trazer verdadeiros valores do esporte para a política esportiva. Afinal, se nós, atletas, não ocuparmos esses espaços, outros o farão, perpetuando os mesmo ciclo viciosos”, disse em outro trecho.
As eleições da CBDA estão marcadas para o dia sete de novembro deste ano, com o prazo final para as inscrições das chapas marcado para o dia 27 de outubro. Renato Cordani e Poliana Okimoto vão formam a oposição. De acordo com Alex Pussieldi, a situação discute os nomes de Luiz Fernando Coelho (atual presidente) e Diego Albuquerque.
O Brasil conheceu nesta terça-feira (7), no Troféu Brasil, seletiva olímpica, que acontece na piscina da Comissão de Desportos da Aeronáutica, no Rio de Janeiro, mais três representantes na disputa da natação nos Jogos Olímpicos de Paris-2024. Já garantidos nos 400m livre, Guilherme Costa e Maria Fernanda Costa se classificaram para as provas de 200m livre, enquanto Beatriz Dizotti vai disputar os 1500m na capital francesa. Bronze em Tóquio-2020, Fernando Scheffer não conseguiu carimbar o passaporte.
Mafê Costa conquistou a medalha de ouro dos 200m livre ao completar a prova em 1min56s37, ficando abaixo do índice olímpico e também estabelecendo o novo recorde sul-americano. A prata ficou com Balduccini com tempo de 01m58s51 e Gabrielle Roncatto terminou com o bronze com 01m58s57. Porém, as duas últimas não conseguiram alcançar a marca para ir à Paris.
Guilherme Costa, o Cachorrão, vai para a disputa dos 200m livre na capital francesa. Ele não venceu a prova do Troféu Brasil ao terminar em segundo lugar com o tempo de 1min47s10, mas carimbou a vaga por já ter feito o índice em outra competição e não foi superado por nenhum concorrente. O ouro ficou com Murilo Sartori com 1min46s98, mas sem conseguir a marca olímpica. Enquanto o bronze foi para o peito de Fernando Scheffer.
Nos 1500m livre, Beatriz Dizotti foi campeã com o tempo de 16min14s02. Apesar de ter ficado acima do índice, ela também se garantiu em Paris por já ter feito a marca olímpica em outra competição e não foi superada por ninguém.
Os Jogos Olímpicos Paris serão disputados entre os dias 26 de julho e 11 de agosto.
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Gilberto Gil
"É preciso batalhar".
Disse o cantor e compositor Gilberto Gil ao compartilhar registro nas redes sociais onde faz uma reflexão sobre a liberdade de expressão e a democracia às vésperas do segundo turno das eleições presidenciais.