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Segundo informação do jornal "Olé", da Argentina, o Boca Juniors avança em "passos firmes" para fechar a contratação do atacante uruguaio Edinson Cavani, que atualmente joga pelo Valencia, da Espanha.
Cavani, de 36 anos, tem mais uma temporada de contrato com o clube espanhol, mas planeja deixar a equipe. O contato do Boca Juniors com o atacante aconteceu pela primeira vez no ano passado. Agora, o clube argentino, seis vezes campeão da Libertadores, retomou conversas e já se reuniu com o irmão e empresário do atacante, Walter Guglielmone.
O Boca Juniors está classificado para as oitavas de final da Libertadores, onde encara o Nacional do uruguaio, no próximo dia 2 de agosto. O clube aguarda que Cavani rescinda o vínculo com o Valencia para poder avançar mais nas negociações.
Ainda segundo o "Olé", o desejo de Cavani é jogar a Libertadores pela primeira vez na carreira. Foi Cavani, inclusive, quem procurou Riquelme para negociar.
Caso passe pelo Nacional, o Boca pode ser adversário de Atlético-MG ou Palmeiras na semifinal da Libertadores.
Edinson Cavani começou a sua carreira no Danubio, do Uruguai, e foi para a Europa em 2006 para jogar no Palermo. Após quatro temporadas, Cavani foi para o Napoli, antes de passar por Paris Saint-Germain, Manchester United e Valencia.
Na última temporada, Cavani realizou 28 jogos pelo Valencia, com 7 gols marcados e duas assistências.
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Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.