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A vereadora Aladilce Souza (PCdoB), líder da bancada de oposição na Câmara de Salvador defendeu, nesta segunda-feira (17), a adoção de um modelo de tarifa zero no transporte público de Salvador, usando o município vizinho Mata de São João como referência de impacto positivo na economia local.
“Onde a tarifa zero está sendo aplicada, ela tem sido muito boa para o desenvolvimento econômico. Mata de São João é um exemplo. As pessoas circulam mais, movimentam a economia, frequentam escola, postos de saúde… você reduz faltas e melhora a cidade”, afirmou a vereadora.
Segundo Aladilce, o subsídio já previsto para o transporte da capital, atualmente avaliado em cerca de R$ 60 milhões, deveria garantir estabilidade tarifária, evitando novos reajustes anunciados pela gestão municipal. Ela criticou a possibilidade de aumento no valor da passagem em janeiro, destacando que isso penalizaria novamente a população. A parlamentar argumenta que, com o subsídio, não há justificativa para onerar mais os usuários.
“O povo de Salvador não suporta mais aumento de transporte. Já pagam caro, enfrentam ônibus que não passam na hora. Se existe subsídio, ele deve melhorar o sistema, não preparar terreno para novo reajuste. Não há renda que aguente”, concluiu.
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André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.