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cata coll
Após falhar no primeiro gol do Brasil e sofrer provocações da atacante Priscila, a goleira Cata Coll, da Espanha, reclamou da postura das brasileiras ao longo do jogo que culminou na eliminação da seleção europeia. O duelo mental foi um grande destaque da partida realizada em Marselha, na tarde da última terça-feira (6).

Priscilla provocando Cata Coll após o primeiro gol do Brasil. Foto: Rafael Ribeiro / CBF.
"Acho que não existe companheirismo nesse time, o Brasil. Dói porque, além de tudo, são colegas de profissão. Tenho que admitir que em algum momento me afetou, mas é isso. Pessoalmente, é um dia para esquecer", disse em entrevista na zona mista.
A goleira voltou para o segundo tempo sem a máscara de proteção que usou no jogo contra a Colômbia e no primeiro tempo do duelo diante do Brasil.
"Tirei a máscara no vestiário, de raiva, e depois nem lembrei. Peço desculpas às minhas companheiras, à torcida. Não estive aqui hoje, é a realidade", disse.
"Acho que estive à altura da equipe. Às vezes se está em alta, outras em baixa. Fiquei com a parte ruim, mas estou orgulhosa das minhas companheiras. Acho que elas lutaram até o fim, e tenho que pedir desculpas, hoje estava tudo fechado para mim. Não foi o meu dia, mas falta outro jogo importante e vamos tentar o bronze", completou.
A Espanha disputará a medalha de bronze contra a Alemanha, na próxima sexta-feira, às 10h. O Brasil vai para a disputa do ouro contra os Estados Unidos, em final que será realizada no sábado, às 12h.
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Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.