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cata coll
Após falhar no primeiro gol do Brasil e sofrer provocações da atacante Priscila, a goleira Cata Coll, da Espanha, reclamou da postura das brasileiras ao longo do jogo que culminou na eliminação da seleção europeia. O duelo mental foi um grande destaque da partida realizada em Marselha, na tarde da última terça-feira (6).

Priscilla provocando Cata Coll após o primeiro gol do Brasil. Foto: Rafael Ribeiro / CBF.
"Acho que não existe companheirismo nesse time, o Brasil. Dói porque, além de tudo, são colegas de profissão. Tenho que admitir que em algum momento me afetou, mas é isso. Pessoalmente, é um dia para esquecer", disse em entrevista na zona mista.
A goleira voltou para o segundo tempo sem a máscara de proteção que usou no jogo contra a Colômbia e no primeiro tempo do duelo diante do Brasil.
"Tirei a máscara no vestiário, de raiva, e depois nem lembrei. Peço desculpas às minhas companheiras, à torcida. Não estive aqui hoje, é a realidade", disse.
"Acho que estive à altura da equipe. Às vezes se está em alta, outras em baixa. Fiquei com a parte ruim, mas estou orgulhosa das minhas companheiras. Acho que elas lutaram até o fim, e tenho que pedir desculpas, hoje estava tudo fechado para mim. Não foi o meu dia, mas falta outro jogo importante e vamos tentar o bronze", completou.
A Espanha disputará a medalha de bronze contra a Alemanha, na próxima sexta-feira, às 10h. O Brasil vai para a disputa do ouro contra os Estados Unidos, em final que será realizada no sábado, às 12h.
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Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.