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castelo ra tim bum
A TV Cultura exibiu, no último sábado (25), um episódio de reencontro entre os atores que participaram da série Castelo Rá-Tim-Bum. O especial marca o início da celebração de 30 anos do programa, que serão completados em 2024.
Entre os integrantes do elenco principal, um não pôde participar, o Pedro, vivido pelo ator e apresentador Luciano Amaral. Vinculado à ESPN (Disney), ele afirmou nas redes sociais que "questões contratuais" o impediram de gravar o programa.
"Não, não estarei nessa pessoal. Por questões contratuais não pude fazer. Vai ser incrível mesmo assim. Aproveitem e celebrem!", escreveu o artista.
Ao UOL, a ESPN explicou que o não houve um acordo entre o ator e a emissora paulista. "Ele não chegou a um acordo com a Cultura para participar do especial", explicou o canal esportivo.
Enéas Pereira, vice-presidente executivo da TV Cultura e um dos mentores do projeto, lamentou em entrevista a ausência de Luciano Amaral. Ele, no entanto, garantiu que o interprete do personagem Pedro estaria no hall de homenageados do reencontro do Castelo Rá-Tim-Bum.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Eduardo Girão
“O Senado está totalmente prostrado. A gente vê uma comissão de ética que não foi instalada na legislatura do Davi Alcolumbre. A condução dele como presidente é uma tragédia anunciada, tanto é que eu votei contra ele. Não apenas isso, eu fui candidato contra ele até o final. Eu fico extremamente preocupado quando vejo o PL, por exemplo, que é um partido grande da oposição, apoiar o Alcolumbre e votar nele. Com a exceção do senador Marcos Pontes que se rebelou contra o próprio partido e foi até o final também. Eu tive quatro votos, o astronauta Marcos Pontes teve quatro votos, e o Davi nadou de braçada".
Disse o senador Eduardo Girão (Novo) ao fazer uma série de críticas à gestão do presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União). Em entrevista à rádio Antena 1 Salvador, nesta segunda-feira (14), o candidato a vice-presidente na chapa de Romeu Zema disse que a Comissão de Ética do Senado não tem funcionado e acusou Alcolumbre de engavetar pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).