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cassia kiss
Parlamentares de direita e de esquerda fizeram comentários nesta segunda-feira (27) sobre o suposto caso de transfobia cometida pela atriz Cássia Kiss em um shopping center na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. O problema ocorreu na última sexta (24), quando uma mulher trans, Roberta Santana, acusou a atriz de tentar impedi-la de utilizar o banheiro feminino.
O caso ganhou forte repercussão nas redes sociais após Roberta Santana publicar um vídeo mostrando o momento em que discutia com Cássia Kiss. A atriz acabou sendo denunciada pelo Ministério Público por suspeita de ter cometido o crime de transfobia.
Uma das deputadas que se posicionou sobre o caso foi Erika Hilton (Psol-SP), que colocou o seu gabinete à disposição da vítima para eventual apoio jurídico. A deputada postou um longo texto em suas redes acusando a extrema-direita de “inventar problemas” e questionou: “Desde quando o direito de determinada população de fazer um xixi em paz é um debate nacional?”.
“No debate da segurança dentro de banheiros, todas essas possibilidades são estatisticamente irrelevantes. A maioria absoluta e esmagadora dos casos de violência sexual em banheiros são cometidos por homens cisgênero heterossexuais. Mas a extrema-direita não pode combater homens abusadores, não pode apoiar a educação contra a violência de gênero ou mecanismos de defesa e acesso à justiça efetivos para mulheres e meninas. Eles perderiam muitos eleitores. Restou o pânico moral e a pauta inventada”, afirma Erika Hilton.
Já a deputada Bia Kicis (PL-DF) disse ter considerado um “absurdo” a denúncia do Ministério Público contra a atriz Cássia Kiss. A deputada manifestou seu integral apoio à atriz n episódio.
“O que está acontecendo com a Cassia Kis é um grande absurdo. Mulheres e meninas são expostas a insegurança física e mental pela pauta woke. Defender a verdade não pode ser crime. #ApoioaCassiaKiss”, disse a candidata do PL ao Senado pelo Distrito Federal.
Quem também se solidarizou com a atriz Cássia Kiss foi o deputado Otoni de Paula (PSD-RJ). Segundo ele, “a intimidade das nossas mulheres não é negociável”.
“Minha solidariedade à atriz Cássia Kis é o reflexo de uma luta maior: garantir que nossas mulheres ocupem seus espaços com total segurança, sem medo de serem invadidas em sua intimidade”, afirmou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.