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Nesta quinta-feira (9), a Sportradar, líder global em tecnologia esportiva, fez um levantamento de dados sobre casos de manipulação no futebol brasileiro em 2024. O resultado apontou números que representam uma queda considerável em relação ao ano de 2023. De acordo o relatório da empresa alemã, apenas quatro jogos organizados pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) foram registrados como suspeitos.
Em comparação aos jogos realizados em 2023, o número demonstra uma redução de 73%, o que representa também apenas 0,18% do total de partidas com organização da CBF.
Em 2023, a Sportradar identificou 15 casos suspeitos em jogos da entidade máxima do futebol brasileiro. Segundo o relatório, em 2024 o Brasil registrou uma queda de 48% no número de partidas suspeitas quando comparado ao ano anterior.
"Notavelmente, em 2024, o Brasil experimentou um declínio significativo no número de partidas de futebol suspeitas, com 53 casos detectados a menos em comparação ao ano anterior. Com isso, o Brasil deixou de ser o país com maior número de partidas suspeitas no futebol. Das 57 partidas de futebol suspeitas registradas no Brasil, apenas quatro ocorreram em competições organizadas pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), o que representa apenas 0,18% do total de partidas supervisionadas pela CBF”, informou o relatório da empresa que é parceira da CBF, Conmebol, Uefa e Fifa.
A queda identificada no Brasil é quase três vezes maior que a registrada no mundo inteiro. No levantamento divulgado nesta quinta-feira (9), a Sportradar detectou um total de 1.108 jogos suspeitos no mundo todo em 2024, em 12 esportes. Decréscimo de 17% na comparação com 2023.
"Esse relatório revela que estamos no caminho certo da luta pela integridade do futebol desde o início da nossa gestão. Os resultados são a prova do trabalho sério de todas os envolvidos no futebol brasileiro contra a manipulação do esporte", declarou Ednaldo Rodrigues, presidente da CBF.
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Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.