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caso isabella nardoni
A mãe de Isabella Nardoni foi eleita como a segunda vereadora mais votada da capital paulista, neste domingo (6). Ana Carolina Oliveira (Podemos) recebeu mais de 129 mil votos, ficando atrás apenas do candidato do PL, Lucas Pavanato, que obteve 161 mil votos.
Relembrando a memória da filha, assassinada aos seis anos de idade em São Paulo, a candidata comemorou a vitória e ressaltou o trabalho em prol da defesa e prevenção à violência contra crianças: “Eu não sei nem expressar minha alegria de chegar até aqui hoje. Sou muito, muito grata de verdade, a cada um que fez parte disso, que esteve ao meu lado e que confiou em mim para representar tantas pessoas. Vou continuar lutando por todos que precisam de voz", definiu.
“Mais uma vez, quero deixar aqui a minha gratidão pelo legado que a minha filha deixou no mundo e por hoje poder fazer de tudo que me aconteceu um propósito, uma missão”, escreveu Carolina em outra publicação.
O caso Isabella Nardoni, um dos crimes de maior repercussão do país, aconteceu em 2008, há 16 anos. A criança de cinco anos foi jogada do sexto andar do prédio em que o pai vivia com a madrasta, Anna Carolina Jatobá, acusada de esganar e asfixiar a enteada, antes que ela fosse jogada da janela pelo pai, Antônio Nardoni.
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André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.