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Uma reportagem exibida neste domingo (29) apresentou novos elementos sobre o assassinato da empresária Flávia Barros dos Santos, de 38 anos. O crime ocorreu em Aracaju (SE) no último dia 22 de março.
Segundo o Domingo Espetacular, da Record, o primeiro contato entre a vítima e o suspeito, o policial penal Tiago Miranda de Matos, de 37 anos, teria ocorrido durante uma palestra do acusado sofre feminicídio. O fato aconteceu na faculdade onde Flávia Barros estudava em Paulo Afonso, no Norte baiano.

Flávia Barros / Foto: Reprodução / Redes Sociais
Conforme o PA4, parceiro do Bahia Notícias, Flávia Barros foi encontrada morta com marcos de tiros em um hotel em Aracaju. Informações periciais indicam que os disparos ocorreram a curta distância, sendo alguns efetuados com a arma encostada na cabeça da vítima.
De acordo com as investigações, a empresária havia decidido encerrar a relação após episódios de ameaças. Posteriormente, após pedidos de desculpas, o casal retomou o relacionamento. Após o crime, Tiago Miranda de Matos, que ocupava o cargo de diretor do presídio regional de Paulo Afonso, foi exonerado.
Ainda segundo a polícia, ele teria tentado tirar a própria vida com um disparo na cabeça logo após o assassinato. O suspeito foi socorrido, teve alta hospitalar e foi encaminhado ao presídio militar em Aracaju, onde permanece custodiado à disposição da Justiça. Tiago era casado e não se sabe se a relação era de conhecimento da esposa.
A advogada da equipe de defesa do policial penal Tiago Sóstenes Miranda de Matos utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (27) para rebater as críticas que vem recebendo. O cliente é o principal suspeito do feminicídio da empresária Flávia Barros, ocorrido em um hotel em Aracaju.
A jurista enfatizou que o exercício da advocacia é técnico e não deve ser confundido com o apoio aos atos investigados. “Não fazemos apologia ao crime. A advocacia defende direitos. Onde ele estiver e onde for solicitada a minha atuação, eu estarei lá”, declarou Priscila, reforçando que a profissão é sua "missão".
A advogada também chamou a atenção para o fato de a equipe de defesa de Tiago ser composta exclusivamente por cinco mulheres. Para ela, parte do "bombardeio" de críticas sofrido pela banca jurídica tem motivações de gênero.
“Isso é um machismo totalmente estrutural pelo fato de ter mulheres nessa defesa”,exclama a jurista em publicação.
Confira em vídeo o desabafo da advogada:
Tiago Sóstenes, que foi exonerado do cargo de diretor do Conjunto Penal de Paulo Afonso logo após o crime, permanece sob custódia em um presídio militar em Sergipe. As informações foram confirmadas pelo Pa4, parceiro local do Bahia Notícias.
A transferência ocorreu nesta semana, após o suspeito receber alta hospitalar e passar por exames de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML).
O caso segue sob investigação da Polícia Civil de Sergipe, que apura a dinâmica da morte de Flávia Barros, de 38 anos. A empresária foi atingida por disparos de arma de fogo no último domingo (22).
O policial penal Tiago Sóstenes Miranda de Matos, de 37 anos, suspeito de matar a empresária Flávia Barros em um hotel de Aracaju, é encaminhado para o presídio militar da capital sergipana nesta quarta-feira (25). Ele deve ficar detido aguardando as investigações das forças de segurança.
A transferência ocorreu após o investigado receber alta do Hospital de Urgências de Sergipe (Huse). Antes de ser recolhido à unidade prisional, Tiago foi conduzido ao Instituto Médico Legal (IML) para a realização do exame de corpo de delito, procedimento padrão para custodiados.
O ex-diretor do Conjunto Penal de Paulo Afonso estava internado desde o último domingo (22), quando foi submetido a uma cirurgia após uma suposta tentativa de suicídio com arma de fogo logo após o crime. As informações foram confirmadas pelo Pa4, parceiro local do Bahia Notícias.
O policial penal Tiago Sóstenes Miranda de Matos, de 37 anos, recebeu alta do Hospital de Urgências de Sergipe (Huse) nesta quarta-feira (25). Ele é o principal suspeito do feminicídio da namorada, a empresária Flávia Barros, ocorrido no último domingo (22) em um hotel na capital sergipana.
Tiago estava internado desde o dia do crime com um ferimento por arma de fogo, após uma suposta tentativa de suicídio logo após a morte da vítima. O mesmo comandava um presidio em Paulo Afonso, agora exonerado.
Segundo informações apuradas pelo Pa4, parceiro do Bahia Notícias, o suspeito passou por um procedimento cirúrgico e permaneceu sob custódia hospitalar nos últimos dias. Até o momento, a Secretaria da Segurança Pública de Sergipe (SSP-SE) não informou se o investigado será encaminhado a uma unidade prisional ou se responderá ao processo em liberdade.
Sede do Conjunto Penal de Paulo Afonso | Foto: Reprodução / Google Maps
A Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização da Bahia (Seap-BA) reafirmou a confirmação a exoneração de Tiago do cargo de diretor do Conjunto Penal de Paulo Afonso. Em nota, a pasta informou que o servidor possuía histórico funcional regular e não respondia a processos administrativos disciplinares até o episódio em Aracaju.
RELEMBRE O CASO
Flávia Barros, de 38 anos, era empresária em Paulo Afonso, no norte da Bahia. Segundo as investigações da Polícia Civil de Sergipe, ela foi morta com a arma funcional do policial penal dentro de um quarto de hotel no bairro Coroa do Meio. O casal havia viajado para a cidade no sábado (21) para acompanhar um evento musical.
O corpo da empresária foi sepultado na última segunda-feira (23), em Canindé de São Francisco (SE), sob forte comoção. A arma utilizada no crime foi apreendida e passa por perícia. O inquérito policial segue em andamento para esclarecer a dinâmica dos fatos e formalizar a responsabilização criminal do suspeito.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.