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case de sucesso
O diretor executivo do Jacuipense, Felipe Salles, classificou a trajetória recente do clube como um “case de sucesso” no futebol baiano. Em entrevista ao podcast BN na Bola, nesta terça-feira (24), o gestor destacou a consolidação do Leão do Sisal, que chegou a cinco semifinais do Campeonato Baiano nas últimas sete edições, com duas finais disputadas no período.
Salles, que está no clube há 16 anos e presidiu a instituição por três mandatos consecutivos, afirmou que o crescimento é resultado de planejamento e trabalho coletivo. “Eu reconheço como um sucesso no futebol do interior. Tiramos o clube de uma situação específica, migramos para outras cidades, fortalecemos a base e estruturamos o Jacuipense para ser maior que o próprio município”, afirmou.
Segundo ele, a “virada de chave” ocorreu quando parte da estrutura foi transferida para Salvador e o clube passou a investir de forma consistente nas categorias de base. Parcerias estratégicas, como a firmada em 2016 para estruturar o setor, permitiram ao Jacuipense revelar atletas e gerar receita com negociações.
“A gente negocia jogador. Esse é o nosso diferencial. A base é o que rende financeiramente e mantém o clube competitivo”, destacou.
Entre os feitos recentes, Salles citou a passagem do Jacupa na Série C do Campeonato Brasileiro, participações frequentes na Série D, a presença inédita na Copa do Nordeste e a longevidade na elite estadual. O dirigente também ressaltou a força institucional do clube, atualmente presidido por Emanuel Carneiro, com apoio de nomes como Juscelino Carneiro e Gegê Magalhães.
Com cerca de 35 mil habitantes, Riachão do Jacuípe é hoje o menor município a ter um representante na primeira divisão do Campeonato Baiano. Para Salles, o feito reforça o caráter de resistência do Jacuipense. “Não é segredo, é trabalho. A gente apostou na base, montou um staff comprometido e construiu um clube autossuficiente, que sobrevive das cotas, da venda de jogadores e das competições que disputa”, concluiu.
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Navi Pillay
"Talvez dividiria com Trump".
Disse a vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2026 nesta sexta-feira (9), a jurista sul-africana Navanethem "Navi" Pillay ao brincar com a reação do público e declarou que, se os aplausos continuassem, "talvez dividiria o prêmio com Trump". Em tom descontraído, a premiada questionou se o anúncio era real: "Como advogada e juíza, ainda quero verificar se tudo isso é verdade", brinca.