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Uma investigação conduzida pela Polícia Civil de São Paulo trouxe novos desdobramentos envolvendo os bastidores do São Paulo nesta sexta-feira (20). As apurações indicaram possíveis irregularidades relacionadas à exploração de camarotes e à comercialização de ingressos no MorumBIS.
De acordo com informações divulgadas pelo jornalista Bruno Giufrida, do ge.globo a polícia identificou indícios da atuação de um grupo estruturado que operaria dentro do clube. A suspeita é de que o esquema envolva práticas como uso de empresas intermediárias e possíveis fraudes na destinação de receitas oriundas dessas negociações.
Segundo a reportagem, parte dos valores que deveriam ser destinados ao clube pode ter sido desviada por meio de contratos irregulares, com participação de empresas ligadas a terceiros. O caso também envolve um conselheiro apontado como próximo ao ex-presidente Julio Casares, o que amplia a repercussão interna.
A Polícia Civil vê indícios de uma associação criminosa instalada dentro do departamento de marketing do São Paulo para fraudar a locação de camarotes e a venda de ingressos no MorumBIS. A reportagem também menciona a atuação de um dos investigados. O principal alvo da investigação é um conselheiro e aliado político do presidente Julio Casares, que teria facilitado o acesso de empresas parceiras ao estádio em troca de repasses financeiros não contabilizados.
Até o momento, o São Paulo Futebol Clube não apresentou posicionamento conclusivo sobre o tema, enquanto a investigação segue em andamento.
Em nota a Polícia Civil infirmou que "o caso é investigado, sob sigilo, pelo Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC). Diligências estão em andamento visando ao esclarecimento dos fatos".
Abel Ferreira aguarda punição ao diretor do São Paulo e Leila Pereira oferece advogados ao treinador
Abel Ferreira optou por não fazer uma declaração pública sobre a confusão que ocorreu após o empate entre São Paulo e Palmeiras no Morumbi. No entanto, relatou a pessoas próximas que espera uma punição a Carlos Belmonte, diretor do São Paulo, que o insultou chamando-o de "português de m..." após a partida.
Na terça-feira, a presidente Leila Pereira, em entrevista ao ge, afirmou que as ofensas de Belmonte foram xenofóbicas e declarou que ele é persona non grata nos jogos do Verdão. Julio Casares, presidente do São Paulo, respondeu às declarações de Leila Pereira, sem mencionar Abel, listando casos em que o treinador foi punido.
"Repudio quem maltrata jornalistas retirando seu instrumento de trabalho das mãos, quem chuta microfones, quem peita jogadores do time adversário mesmo não sendo atleta", declarou Casares em comunicado.
Abel Ferreira, em conversas privadas, mencionou que foi punido anteriormente por situações semelhantes e espera que o mesmo aconteça com Belmonte. No entanto, ele não tem problema com o dirigente do São Paulo, já que reconhece seus erros. Durante o Choque-Rei, o foco de Abel foi a reclamação de um pênalti que, na sua visão, deveria ter sido marcado.
A diretoria do Palmeiras tem mantido contato com Abel Ferreira nos últimos dias para definir os próximos passos, inclusive na esfera judicial. Leila Pereira já informou ao treinador que o departamento jurídico do clube está à disposição caso ele deseje abrir um processo contra Carlos Belmonte.
"O Abel fica muito chateado com os xingamentos, mas fica tranquilo, porque sabe que o Palmeiras está ao lado dele, dá todo apoio que ele precisa e a gente respeita o caminho que ele quiser traçar", explicou Leila.
A presidente do Palmeiras sugeriu que os ataques ao treinador são motivados por inveja pelo seu trabalho excepcional no Brasil nos últimos três anos.
"No fundo, acho que tudo é despeito, inveja do trabalho ímpar do Abel aqui no Brasil. Tenho orgulho imenso, poder contar com o Abel por tanto tempo. Vou ser candidata à reeleição e, se for reeleita, meu trabalho será manter o Abel até o último dia do meu mandato", afirmou.
"Atacar gratuitamente um treinador... Se acham que o Abel está procedendo de uma forma que não seja correta com a arbitragem, é a arbitragem que tem que dizer", concluiu a presidente.
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"Ninguém encontra uma solução".
Disse a cantora Anitta ao fazer um apelo nas redes sociais após irmão ser preso em Paris.