Artigos
O Paraguaçu sob ataque
Multimídia
Alex Santana revela convite de ACM Neto para assumir secretaria
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
casal de idosos mortos
Um homem foi condenado a 42 anos de prisão pela morte de dois idosos em 2014. O júri que condenou Altamir José Fagundes, de 63 anos, ocorreu nesta terça-feira (29) na Comarca de Luís Eduardo Magalhães, no Extremo Oeste baiano, mesma cidade onde o duplo homicídio ocorreu.
José Gonçalves Filho, de 67 anos, e de Aldeni da Silva Lopes, de 58 anos, foram mortos a tiros após disparos desferidos pelo agora condenado. Segundo as investigações, o crime aconteceu cerca de dois meses após Altamir se separar da ex-mulher.
De acordo com a Polícia Civil, ele não aceitava o término do relacionamento, que durou sete anos e gerou um filho, e ficou inconformado ao saber que a ex-esposa havia iniciado um novo relacionamento.
No dia do crime, Altamir se escondeu próximo à casa da ex-companheira, tendo ela como alvo. Ao não encontrá-la, foi até a residência dos pais do novo namorado da mulher, onde também não encontrou o homem. Em seguida, matou os pais dele em um ato de vingança.
Conforme a denúncia do Ministério Público da Bahia (MP-BA), Altamir confessou os homicídios ao irmão e afirmou que “iria matar mais”. Ele também teria ligado para a ex-companheira, dizendo: “matei dois e vou voltar para matar mais”.
Após o crime, Altamir fugiu e permaneceu foragido por sete meses, até ser localizado e preso na cidade de Piraquara, no Paraná. Devido a ter sofrido um AVC [derrame], ele deve cumprir a pena em regime domiciliar.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.