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Na última quinta-feira (6), o ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), foi nomeado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como conselheiro de Administração da Itaipu Binacional. A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU). O mandato dele no colegiado vai até maio de 2024 e dá direito a uma remuneração mensal de R$ 27 mil.
Como a verba do conselho não é calculada dentro do teto constitucional de R$ 39,2 mil, ele poderá acumular o salário de ministro, que é de R$ 41.650, e o de conselheiro. O valor total das duas remunerações é de pouco mais de R$ 68 mil. O abate-teto é a regra que limita os salários do serviço público à remuneração de um ministro do Supremo Tribunal Federal.
O órgão costuma se reunir uma vez a cada dois meses, fora convocações extraordinárias. Além do ex-governador da Bahia, também foram nomeados os ministros Alexandre Silveira de Oliveira (Minas e Energia), Fernando Haddad (Fazenda), Esther Dweck (Gestão e da Inovação em Serviços Públicos) e o político e farmacêutico Michele Caputo Neto. Ainda há uma vaga a ser preenchida no conselho. O ministro Mauro Vieira (Relações Exteriores) também foi nomeado para a função de representante do Ministério das Relações Exteriores junto à empresa.
Além das nomeações, a publicação do DOU trouxe a exoneração de antigos conselheiros da Itaipu Binacional, como os ex-ministros de Minas e Energia, Adolfo Sachsida e Bento Albuquerque, e o ex-ministro das Relações Exteriores, Carlos França. Quem também vai deixar o cargo, é o ex-deputado federal da Bahia José Carlos Aleluia, que estava na função desde 2019.
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"O combinado não sai caro".
Disse o vereador o vereador Randerson Leal (Podemos) ao criticar a exclusão dos projetos de lei de autoria dos parlamentares da Ordem do Dia da Câmara Municipal de Salvador (CMS) nesta quarta-feira (12). Em entrevista ao portal Bahia Notícias, o membro da casa critica o descumprimento de um acordo firmado no início da semana para a apreciação das matérias dos legisladores.