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casa branca do engenho velho
Nesta terça-feira (21) se comemora oficialmente o Dia Nacional do Candomblé. Para comemorar a data, o Ilê Axé Iyá Nassô Oká – mais conhecido como “Terreiro da Casa Branca” – decidiu promover, no próximo sábado (25), o evento “Os Batuques do meu Axé: do barracão de Tia Ciata ao de Mãe Neuza de Xangô”, com palestras, debates e roda de samba.
O evento está programado para se iniciar às 17h30, com a mesa de abertura formada por três sacerdotes candomblecistas: a iyalorixá Neuza Cruz, representante do Casa Branca; o tata de inquice Cícero Rodrigues; do terreiro bantu Bate Folha; e o doté Amilton Costa, da casa de candomblé fon Kwe Vodun Zo.
A partir das 18h, dá-se início ao debate “Racismo religioso e os ataques às religiões de matriz africana”, com as participações do professor de direito na UFBA Samuel Vida, da promotora de Justiça Lívia Vaz e de Isaura Genoveva Neta, integrante do Ilê Axé Iyá Nassô Oká.
A parte musical do evento está programada para começar às 20h, com o grupo Samba pra Rua, que receberá ainda a banda Gal do Beco como convidada especial.
O Ilê Axé Iyá Nassô Oká foi fundado em 1830 por mulheres africanas oriundas do antigo Império de Oió. Vendidas como escravas e traficadas para o Brasil, elas resolveram fundar um templo religioso iorubá em pleno centro de Salvador, no terreiro que ficaria conhecido como “o Candomblé da Barroquinha”. Até hoje, é considerada por estudiosos como a primeira casa candomblecista do país.
Hoje instalado no bairro do Engenho Velho de Brotas e mais conhecido como Terreiro da Casa Branca, o Ilê Axé Iyá Nassô Oká ganhou esse nome em homenagem à sua principal fundadora, a iorubá Iyá Nassó (Mãe Nassô).
De acordo com a historiografia, todas as casas de candomblé de origem iorubá no Brasil têm origem direta ou indireta do Casa Branca, como são os casos do Ilê Iyá Omi Axé Iyá Massê (Terreiro do Gantois), marcado pela iyalorixá Mãe Menininha; e do Ilê Axé Opô Afonjá, que foi comandado pelas históricas Mãe Senhora e Mãe Stella de Oxóssi.
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Virgínia
"Sempre fui nesse zoológico, tem vídeos meus beijando os macacos, está no meu feed. Dessa vez, fiz a mesma coisa. Acontece que interpretaram errado, jamais na minha vida fiz na intenção de ofender alguém, isso nunca passou na minha cabeça. Sempre estive com o Vini na luta antiracista, sempre conversei e apoiei. Eu e Vini tivemos uma relação de sete meses muito linda. E eu respeito essa relação e jamais faria algo para humilhar ou ofender ele. Não faz parte do meu carater".
Disse a influenciadora Virginia Fonseca ao se pronunciar nesta quarta-feira (20) após ser acusada de racismo por um vídeo compartilhado nas redes sociais, que foi associado por internautas a uma "indireta" para Vini Jr.