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O governo de Cuba anunciou que deixará de aceitar transações realizadas com cartões Visa e Mastercard a partir deste sábado (6). A decisão foi comunicada pelo Banco Central cubano (BCC), que atribuiu a medida ao fortalecimento das sanções econômicas impostas pelos Estados Unidos.
Segundo a autoridade monetária do país, a instituição financeira estrangeira responsável pelo processamento dessas operações decidiu interromper os serviços após a publicação de um decreto norte-americano, em 1º de maio, que ampliou as restrições comerciais contra a ilha.
Com a mudança, Cuba perderá a capacidade de receber pagamentos internacionais por meio das principais bandeiras de cartão utilizadas no mundo. O BCC afirmou que a suspensão impactará a comercialização de produtos e serviços destinados a turistas e clientes estrangeiros.
O novo pacote de sanções também tem provocado reflexos em outros setores da economia cubana. Nas últimas semanas, empresas ligadas aos segmentos de hotelaria, aviação e transporte marítimo iniciaram processos de retirada ou redução de operações no país.
O zagueiro Gabriel Bahia, do Volta Redonda, está sob investigação por suspeita de envolvimento em manipulação de resultados em jogos da Série B do Campeonato Brasileiro. O defensor, que negocia uma transferência para o Botafogo, teria recebido cartões em circunstâncias que levantaram alertas entre casas de apostas. A informação foi veiculada inicialmente pelo site ge.globo.
Ainda de acordo com a apuração do ge, três advertências ao jogador chamaram atenção das operadoras, que reportaram os episódios à CBF e ao Governo Federal na semana passada. O caso é tratado em sigilo pela Unidade de Integridade da confederação.
A situação mais recente ocorreu quando Gabriel Bahia recebeu dois cartões amarelos e foi expulso na partida contra o CRB, válida pela 22ª rodada da Série B. Na súmula, o árbitro Lucas Casagrande descreveu os lances como "faltas táticas para impedir um ataque promissor" e registrou que o atleta "saiu de campo normalmente".
Outro episódio investigado aconteceu em 19 de julho, na derrota do Volta Redonda para o Athletico-PR, pela 17ª rodada. O juiz Fabiano Monteiro dos Santos justificou o cartão amarelo aplicado como "entrada contra um adversário de maneira temerária".
De acordo com as operadoras, houve volume atípico de apostas em cartões aplicados ao zagueiro, principalmente no confronto contra o CRB. Parte significativa das apostas partiu de Volta Redonda, o que reforçou as suspeitas. Em alguns casos, esse tipo de aposta representou 5% do total, quando o normal é menos de 1%.
As empresas comunicaram o caso à Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA), órgão do Ministério da Fazenda responsável pela regulamentação do setor. Em nota, a secretaria afirmou que "não se manifesta sobre casos concretos. Quando recebe casos desse tipo, a secretaria analisa e, caso considere haver indícios suficientes, encaminha ao Ministério Público Federal, quando se trata de campeonatos nacionais".
O Volta Redonda informou, por meio de sua assessoria, que não comentará o assunto. O empresário do atleta, João Paulo de Oliveira Tardim, disse não ter conhecimento das denúncias, ressaltou confiança em Gabriel Bahia e defendeu que "os lances investigados são normais de jogo".
Diante da repercussão, algumas operadoras já suspenderam a possibilidade de apostas relacionadas a cartões para o jogador.
Gabriel Bahia, de 24 anos, é natural de Juazeiro (BA) e defende o Volta Redonda desde 2023. Na atual temporada, disputou 27 partidas e marcou três gols. Ele foi titular em toda a campanha do Campeonato Carioca, quando a equipe alcançou a semifinal.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.