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carnaval sem cordas
O Governo do Estado anunciou, nesta terça-feira (23), as novidades para o Carnaval de 2024 com grandes nomes da música puxando os trios sem corda nos circuitos tradicionais da folia.
Em coletiva à imprensa no Largo do Pelourinho, o governador Jerônimo Rodrigues agradeceu toda a equipe da secretaria da Cultura (Secult), comandada pelo titular Bruno Monteiro, pela montagem da programação da folia momesca que, este ano, traz o tema: "50 anos de Bloco Afro. Nossa Energia é Ancestral".
De acordo com Bruno Monteiro, a apresentação demonstra a dimensão do trabalho não somente da Secult, mas também de todas as outras pastas envolvidas que, juntas, trabalharam para fazer mais uma edição do Carnaval da Bahia. Ele também reforçou que a escolha do tema do Carnaval é uma forma de “ressaltar a energia ancestral que nos move, por isso a escolha de estarmos no Pelourinho. Essa é uma homenagem à música, ao ritmo, às coisas que os Blocos Afro e a nossa cultura africana trazem para o conjunto da nossa cultura, mas, sobretudo, o conteúdo e o significado que elas têm”, frisou.
ATRAÇÕES DO CIRCUITO OSMAR (Campo Grande)
Quinta - Daniela Mercury / Xanddy Harmonia
Sexta - Escandurras / Guig Ghetto
Sábado - Guig Ghetto / É o Tchan
Domingo - La Fúria / Carlinhos Brown
Segunda - BaianaSystem / Hiago Sacramento
Terça - Durval Lelys / Saulo
ATRAÇÕES DO CIRCUITO DODÔ (BARRA-ONDINA)
Quinta - Léo Santana / Ludmilla
Sexta - Timbalada / Thiago Aquino
Sábado - Daniela Mercury / Parangolé
Domingo - Aline Rosa / Kevi Jonny
Segunda - Xamã / Luiz Caldas
Terça - Escandurras / Tayrone
ARRASTÃO QUARTA-FEIRA DE CINZAS (BARRA-ONDINA)
Bell Marques
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Valdemar da Costa Neto
"Isso é uma loucura, eu acho que o Trump tá, ele perdeu um pouco o rumo nisso aí, e espero que ele estabeleça uma linha melhor, porque o Brasil sempre foi um grande parceiro dos Estados Unidos".
Disse o presidente do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao criticar a decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de incluir o Brasil no pacote de tarifas norte-americanas. O dirigente classificou a medida como uma "loucura" e defendeu a negociação diplomática entre os dois governos como caminho para reverter as tarifas.