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carnaval de paripe
A paz e alegria tomaram conta do Carnaval de Paripe, no Subúrbio Ferroviário de Salvador, neste sábado (10), com atrações contratadas pelo Governo do Estado, por meio da Superintendência de Fomento ao Turismo (Sufotur), para animar os moradores que preferiram curtir a festa momesca no bairro. A folia teve início às 13h, na Praça João Martins, e contou com a apresentação das bandas Pincel, Marcionilio Prado, Pali, Escandurras, Casali, Alexsander, Guig Guetho, Vitêra, Samba Top e Anna Catarina.

Fotos: Feijão Almeida/GOVBA
"Aqui é o verdadeiro exemplo do nosso Governo do Estado. Um carnaval de participação, de inclusão social, da participação de todos para todos. Onde as pessoas que não podem ir na avenida curtem com suas famílias", afirmou o vice-governador e coordenador do Carnaval da Bahia, Geraldo Júnior.
De acordo com Murilo Vieira, da Sufotur, além da Praça João Martins, o Mercado de Paripe - antiga Central de Abastecimento - também é palco da festa momesca e conta com mais de 60 atrações que se apresentam desde a última quinta-feira (8) e vão até segunda (12). "A Sufotur, como sempre, vem priorizando as comunidades, os bairros, e Paripe, o Subúrbio, sempre foi palco do nosso carnaval", destacou Vieira.
Além da estrutura montada para receber artistas, o Governo do Estado garante a segurança dos foliões e das famílias com policiais militares atuando nos dois circuitos da festa.
"Paripe é sempre Paripe. A energia dessa rapaziada é diferenciada. Uma galera que, muitas vezes, não quer ir para a agonia da avenida, e o Governo do Estado com essa inclusão debrealizar carnaval nos bairros é muito massa e fazer parte disso é de uma felicidade muito grande", agradeceu o cantor e compositor Filipe Escandurras, que animou o público.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.