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carlos augusto
Os brasileiros Arthur Melo e Carlos Augusto aparecem entre os jogadores citados em uma investigação conduzida pela promotoria de Milão que apura a atuação de uma rede de prostituição de luxo na Itália. O caso, revelado por veículos da imprensa local, mobiliza autoridades e repercute nos bastidores do futebol europeu.
De acordo com informações publicadas por jornais como Tuttosport e Corriere dello Sport, o inquérito teve início na cidade de Milão e resultou na detenção de quatro suspeitos. Eles são investigados por operar uma empresa de fachada utilizada para organizar encontros exclusivos voltados a clientes de alto poder aquisitivo, entre eles figuras ligadas ao esporte.
Além dos brasileiros, a apuração menciona nomes de destaque do futebol internacional, como Olivier Giroud, Achraf Hakimi, Dean Huijsen e Milan Skriniar. Outros atletas também citados incluem Andrea Ranocchia, Matteo Ruggeri, Soualiho Meïté e Nuno Tavares, além dos portugueses Rafael Leão e Dany Mota.
Até o momento, não há acusações formais contra os jogadores mencionados. A presença dos nomes no material investigativo não implica, necessariamente, envolvimento direto em atividades ilegais. Segundo as informações divulgadas, parte dos atletas pode ter participado apenas de eventos sociais organizados pelo grupo, sem ligação comprovada com os serviços ilícitos. O caso segue em apuração pelas autoridades italianas.
Após a derrota do Brasil para a Argentina, nesta terça-feira (21), por 1 a 0, no Maracanã, o lateral-esquerdo Carlos Augusto falou sobre a atuação do árbitro da partida, o chileno Piero Maza.
"Foi cartão só pro Brasil, né? Não quero entrar nesse assunto, mas toda falta nossa, ele dava o amarelo para gente e para eles, não. Não quero entrar nesse assunto de arbitragem, porque se a gente fala alguma coisa, a gente é punido, então, vou deixar quieto", disse o lateral-esquerdo.
Convocado pela primeira vez, Carlos Augusto também falou sobre a perspectiva de voltar a ser chamado para servir a Seleção Brasileira.
"Eu venho aqui para trabalhar e dar o meu melhor sempre. É lógico que a gente sempre quer ser convocado. Então, vou dar o meu melhor sempre", afirmou o jogador da Inter de Milão, da Itália.
No sexto lugar das Eliminatórias com sete pontos em seis jogos, o Brasil volta a campo apenas em março de 2024 para amistosos contra Espanha e Inglaterra. Pelas Eliminatórias, o próximo adversário do Brasil é o Equador, em casa, pela 7ª rodada.
A CBF informou nesta sexta-feira (6) os cortes do lateral-direito Vanderson, do Mônaco, e o lateral-esquerdo Renan Lodi, do Olympique de Marseille, ambos por lesão, e a convocação de Yan Couto, do Girona, e Carlos Augusto, da Inter de Milão, para os seus respectivos lugares.
Esta é a primeira convocação tanto de Yan Couto quanto de Carlos Augusto para a Seleção Brasileira. Revelado pelo Coritiba, Yan, 21 anos, foi vendido para o Manchester City em 2020, e emprestado para o Girona no mesmo ano. O jogador também passou pelo Braga antes de retornar para o clube espanhol. Já Carlos Augusto, 24, foi revelado pelo Corinthians e vendido para o Monza em 2020. Nesta temporada, a Inter de Milão contratou o lateral por empréstimo.
A decisão pelo corte de Vanderson e Renan Lodi partiu de conversa do médico da Seleção, Rodrigo Lasmar, com os respectivos clubes. Diniz já havia perdido dois jogadores por lesão anteriormente: Caio Henrique, lateral-esquerdo do Monaco substituído por Guilherme Arana, e Raphinha, atacante do Barcelona que deu vaga a David Neres.
Líder das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2026, o Brasil entra em campo no próximo dia 12, contra a Venezuela, em Cuiabá. Depois, a Canarinho enfrenta o Uruguai, dia 17 do mesmo mês, em Montevidéu.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Waldeck Ornelas
"Esses carros não serão vendidos na Bahia, terão que ser exportados, levados pros mercados das outras regiões. Como eles vão ser transportados se a gente não tem ferrovias e rodovias? Restam os portos, mas nós temos um único terminal de contêineres que está estrangulado. É preciso encontrar caminhos para ampliar o pátio, se não não teremos continuidade no crescimento".
Disse o ex secretário de Planejamento, Ciência e Tecnologia do Estado da Bahia e ex-ministro da Previdência do governo FHC classificou como um desafio a logística de escoamento da produção da fábrica da BYD, em Camaçari. A declaração aconteceu nesta quarta-feira (22), na rádio Antena 1.