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carlos alberto parreira
Internado há 36 dias, o ex-técnico da Seleção Brasileira Carlos Alberto Parreira, de 83 anos, apresentou uma melhora global em seu quadro médico. Segundo o Hospital Samaritano Barra, o tetracampeão está lúcido, colaborativo e com a função renal estabilizada, não precisando mais de diálise.
Em nota, a unidade de saúde informou, nesta quarta-feira (22), que Parreira deve deixar a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) até o fim de semana, sendo transferido para uma unidade semi-intensiva – área hospitalar voltada para pacientes que apresentam um quadro estável, mas que ainda exigem atenção especial e monitoramento regular.
Parreira está na UTI desde o dia 16 de junho, quando deu entrada no Hospital Samaritano com o diagnóstico de inflamação pulmonar. Na época, ao Bahia Notícias, o ex-meia da Seleção Brasileira Zinho, campeão mundial em 1994, revelou que o ex-técnico havia precisado ser intubado.
Desde então, ele já foi submetido a alguns procedimentos. No fim do mês passado, passou por uma cirurgia na via aérea superior e, no dia 7, foi submetido a uma traqueostomia. Parreira permanece sendo acompanhado pelo pneumologista intensivista Arthur Vianna e pela equipe assistencial e multidisciplinar do Hospital Samaritano.
Figura histórica da Seleção Brasileira, Parreira participou diretamente de algumas das principais conquistas do futebol nacional. Integrante da comissão técnica campeã do mundo em 1970 como preparador físico, ele alcançou o auge da carreira ao comandar o Brasil no tetracampeonato mundial conquistado nos Estados Unidos, em 1994.
Além do título da Copa do Mundo, o treinador também esteve à frente da equipe nas campanhas vencedoras da Copa América de 2004 e da Copa das Confederações de 2005. Em 2013, retornou à Seleção como coordenador técnico para o ciclo da Copa do Mundo de 2014 e integrou a comissão que conquistou a Copa das Confederações disputada no Brasil.
Parreira ainda teve duas outras passagens pelo comando da equipe nacional, em 1983 e na Copa do Mundo de 2006. Ao longo de sua trajetória na Seleção, acumulou 177 partidas, consolidando seu nome entre os profissionais mais importantes da história do futebol brasileiro.
Técnico do tetracampeonato do Brasil na Copa do Mundo, Carlos Alberto Parreira respondeu bem a cirurgia realizada no último sábado (27), devido uma piora no quadro de inflamação pulmonar, condição que o levou a ser internado a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Samaritano da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, desde o dia 16 de junho.
Segundo a unidade de saúde, nesta terça-feira (30), Parreira, 83, está lúcido. Além disso, o quadro é estável e ele respira naturalmente, sem auxílio de aparelhos.
Parreira convive há anos com um linfoma de Hodgkin, tipo de câncer que afeta o sistema linfático, responsável por parte importante da defesa imunológica do organismo. A doença foi revelada publicamente pelo treinador em 2022 e desde então ele passou por diferentes etapas de tratamento.
Além da seleção brasileira, o ex-técnico comandou equipes e seleções em diversos países, tendo passagens por Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, África do Sul e clubes brasileiros.
Brasil e Japão voltarão a se enfrentar em uma Copa do Mundo. O duelo da próxima segunda-feira (29), às 14h, no horário de Brasília, em Houston, será o segundo entre as seleções na história do torneio e o primeiro em uma fase eliminatória.
O confronto será válido pelos 16 avos de final da Copa do Mundo FIFA 2026, edição que marca a estreia do formato com 48 seleções. O Brasil avançou como líder do Grupo C, enquanto o Japão terminou em segundo lugar no Grupo F.
A única partida anterior entre brasileiros e japoneses em Mundiais aconteceu há 20 anos, na Copa de 2006, disputada na Alemanha. O jogo foi realizado no dia 22 de junho, pela terceira rodada da fase de grupos, no estádio de Dortmund, atual Signal Iduna Park, casa do Borussia Dortmund, diante de 65 mil torcedores.
Naquela ocasião, o Brasil já estava classificado para as oitavas de final. Por isso, o técnico Carlos Alberto Parreira promoveu mudanças na equipe titular e deu oportunidade a jogadores que vinham com menos minutos. Cicinho, Gilberto, Juninho Pernambucano e Robinho começaram jogando. Cafu, Roberto Carlos, Zé Roberto e Adriano ficaram no banco.
Mesmo com as alterações, a Seleção Brasileira venceu por 4 a 1. O Japão abriu o placar aos 34 minutos, com Keiji Tamada. O empate veio ainda no primeiro tempo, com Ronaldo, aos 45 minutos. Na etapa final, Juninho Pernambucano, Gilberto e novamente Ronaldo completaram o placar.
O Brasil iniciou aquela partida com Dida; Cicinho, Lúcio, Juan e Gilberto; Gilberto Silva, Juninho Pernambucano, Kaká e Ronaldinho Gaúcho; Robinho e Ronaldo. Durante o jogo, entraram Rogério Ceni, Ricardinho e Zé Roberto.

Foto: Divulgação / CBF
A vitória sobre o Japão fechou a campanha brasileira na fase de grupos com 100% de aproveitamento. Na sequência, o Brasil venceu Gana por 3 a 0 nas oitavas de final, em jogo no qual Ronaldo se tornou o maior artilheiro da história das Copas até aquele momento. A eliminação veio nas quartas, com derrota por 1 a 0 para a França, de Zinedine Zidane.
No retrospecto geral entre as seleções, Brasil e Japão já se enfrentaram 14 vezes. São 11 vitórias brasileiras, dois empates e uma vitória japonesa. O primeiro triunfo do Japão sobre a Seleção ocorreu em 2025, em amistoso internacional, quando os japoneses venceram de virada por 3 a 2.
Em competições oficiais, foram quatro encontros: três pela Copa das Confederações e um pela Copa do Mundo. Nesse recorte, o Brasil soma duas vitórias e dois empates.
Agora, as seleções voltam a se encontrar em um cenário diferente. Em 2006, o duelo aconteceu na fase de grupos, com o Brasil já classificado. Em 2026, a partida será eliminatória: quem vencer segue na Copa, quem perder deixa a competição.
O jogo entre Brasil e Japão será disputado no NRG Stadium, em Houston, nos Estados Unidos. A Seleção Brasileira chega ao mata-mata após empate com Marrocos e vitórias sobre Haiti e Escócia.
Carlos Alberto Parreira, ex-treinador da seleção brasileira, apresentou melhora no quadro de inflamação pulmonar, mas segue internado na unidade de terapia intensiva (UTI) do Hospital Samaritano Barra, na Zona Oeste do Rio.
Em boletim divulgado nesta sexta-feira (19), a unidade de saúde destacou que Parreira, de 83 anos, ainda necessita de cuidados intensivos, respira com auxílio de aparelhos e que não há previsão de alta. O ex-treinador precisou ser entubado na última quarta-feira (17), segundo informações do ex-jogador Zinho ao Bahia Notícias.
Parreira convive há anos com um linfoma de Hodgkin, tipo de câncer que afeta o sistema linfático, responsável por parte importante da defesa imunológica do organismo. O linfoma de Hodgkin ocorre quando células do sistema imunológico sofrem alterações e passam a se multiplicar de forma descontrolada, podendo atingir diferentes regiões do corpo.
Responsável por comandar a equipe tetracampeã do Mundo, Parreira participou de seis Copas do Mundo como treinador e integrou comissões técnicas em outras edições do torneio. Além da Seleção Brasileira, o ex-técnico tem passagens por Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, África do Sul e clubes brasileiros.
Em entrevista a Leonardo Baran, correspondente do Bahia Notícias nos Estados Unidos, o ex-meia da Seleção Brasileira Zinho, campeão mundial em 1994, atualizou o estado de saúde do ex-técnico Carlos Alberto Parreira.
Parreira está internado no Hospital Samaritano Barra, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Segundo Zinho, o treinador do tetracampeonato mundial está intubado após uma complicação pulmonar. O estado de saúde, apesar de delicado, é estável.
"Tô orando muito pela vida do meu amigo, meu irmão, meu pai, que é o Parreira. Para a sua recuperação. A situação não é das melhores, mas eu creio. A torcida é nesse sentido. Falei com a Vanessa, que é filha dele, ela falou comigo que realmente teve uma complicação na parte do pulmão, ele tá internado, teve que ser intubado. Está estável, mas intubado. É esperar a evolução, os médicos estão dando total atenção, claro, e agora cabe a gente orar pelo Parreira", afirmou Zinho.
O tetracampeão também comentou sobre a importância de Parreira em sua trajetória esportiva. Zinho foi comandado pelo treinador na Copa do Mundo de 1994, quando o Brasil conquistou o tetra nos Estados Unidos.
"A importância para minha vida esportiva é enorme, transcendeu da parte esportiva para o amigo, o cara que me levou para a Copa do Mundo e juntos fomos campeões do mundo. E que acredito que, com a estratégia dele, o conceito do brasileiro sobre o futebol mudou, entender que o Brasil não tem que jogar só com a bola, e que também tem que ser organizado taticamente", finalizou.
Carlos Alberto Parreira comandou a Seleção Brasileira na conquista da Copa do Mundo de 1994, nos Estados Unidos. Naquela campanha, o Brasil venceu a Itália nos pênaltis, no Rose Bowl, em Pasadena, e encerrou um jejum de 24 anos sem título mundial. Atualmente ele enfrenta, desde 2023, um linfoma de Hodgkin, câncer que afeta o sistema linfático, responsável por parte das defesas do organismo. Embora tenha apresentado evolução positiva no tratamento e chegado a um período de remissão da doença, o treinador precisou retomar os cuidados médicos após a reaparição do quadro.
Um dos nomes mais vitoriosos da história do futebol brasileiro, Carlos Alberto Parreira está internado no Hospital Samaritano Barra, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. A informação foi confirmada pela própria unidade hospitalar nesta quarta-feira (17), mas sem detalhes sobre o quadro clínico do ex-comandante da Seleção Brasileira.
Aos 83 anos, Parreira enfrenta desde 2023 um linfoma de Hodgkin, câncer que afeta o sistema linfático, responsável por parte das defesas do organismo. Embora tenha apresentado evolução positiva no tratamento e chegado a um período de remissão da doença, o treinador precisou retomar os cuidados médicos após a reaparição do quadro.
Em nota oficial, o Hospital Samaritano informou apenas que o ex-treinador encontra-se internado, destacando que não divulgará informações adicionais em respeito à privacidade do paciente e às determinações da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
Figura histórica da Seleção Brasileira, Parreira participou diretamente de algumas das principais conquistas do futebol nacional. Integrante da comissão técnica campeã do mundo em 1970 como preparador físico, ele alcançou o auge da carreira ao comandar o Brasil no tetracampeonato mundial conquistado nos Estados Unidos, em 1994.
Além do título da Copa do Mundo, o treinador também esteve à frente da equipe nas campanhas vencedoras da Copa América de 2004 e da Copa das Confederações de 2005. Em 2013, retornou à Seleção como coordenador técnico para o ciclo da Copa do Mundo de 2014 e integrou a comissão que conquistou a Copa das Confederações disputada no Brasil.
Parreira ainda teve duas outras passagens pelo comando da equipe nacional, em 1983 e na Copa do Mundo de 2006. Ao longo de sua trajetória na Seleção, acumulou 177 partidas, consolidando seu nome entre os profissionais mais importantes da história do futebol brasileiro.
Técnico da Seleção Brasileira na conquista do tetracampeonato na Copa do Mundo de 1994, Carlos Alberto Parreira, de 80 anos, está fazendo tratamento de quimioterapia contra um linfoma de Hodgkin. A informação foi divulgada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) nesta sexta-feira (12).
"A família do treinador tetracampeão e a equipe médica do Hospital Samaritano que o acompanha, afirmam que Parreira segue evoluindo positivamente aos tratamentos e agradecem a todos pela preocupação e carinho", diz a nota da entidade nacional.
Recentemente, Parreira chamou atenção do público ao conceder entrevista à TV Globo para falar da morte de Zagallo, amigo e parceiro de duas conquistas de Copa do Mundo. No tricampeonato da edição de 1970, ele era preparador físico da Seleção comandada pelo Velho Lobo. Enquanto em 1994, o ex-treinador do tri foi coordenador técnico do time Canarinho.
O linfoma de Hodgkin é um tipo raro de câncer que se inicia no sistema linfático. Os sintomas se manifestam no pescoço e no tórax. A doença tem cura. Ainda segundo a CBF, o treinador do tetra está em tratamento há quatro meses e "vem apresentando excelente resposta". Ele está sendo cuidado por uma equipe médica do Hospital Samaritano. O presidente da entidade, Ednaldo Rodrigues, desejou "pronta recuperação ao professor Parreira".
Leia a nota na íntegra:
"A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) vem informar, em nome da família do ex-treinador da Seleção Brasileira Masculina de Futebol, Carlos Alberto Parreira, que, após o diagnóstico de linfoma de Hodgkin, ele está há quatro meses em tratamento quimioterápico e vem apresentando excelente resposta.
A família do treinador tetracampeão e a equipe médica do Hospital Samaritano que o acompanha, afirmam que Parreira segue evoluindo positivamente aos tratamentos e agradecem a todos pela preocupação e carinho.
O presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, em nome de todos os torcedores brasileiros, deseja pronta recuperação ao professor Parreira."
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.