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O ciclo de Fernando Diniz em São Januário chegou ao fim. O desligamento do treinador foi comunicado oficialmente pelo presidente do clube, Pedrinho, logo após a derrota por 1 a 0 para o Fluminense, no último domingo (22), que resultou na eliminação do Vasco nas quartas de final do Campeonato Carioca.
"Quero fazer um agradecimento por todo o carinho que ele teve comigo e com a instituição em um momento bem difícil do clube, ao aceitar o convite e encarar o desafio do projeto do Vasco. Sempre trabalhou com muito empenho, dedicação e esforço para que tivéssemos bons resultados", declarou Pedrinho.
Com a saída de Diniz, Bruno Lazaroni assume o comando técnico de forma interina até que a diretoria oficialize um novo nome. Segundo informações do portal Avante Vascaínos!, o primeiro alvo da gestão é o argentino Martín Demichelis. O ex-zagueiro, que recentemente teve passagens como treinador pelo Bayern de Munique B, River Plate e Monterrey (México), está atualmente sem clube.
Diniz encerra sua segunda trajetória pelo Gigante da Colina com números que evidenciam a instabilidade recente da equipe. Em 53 partidas, o técnico acumulou 16 vitórias, 15 empates e 22 derrotas, com 70 gols marcados e 72 sofridos.
Apesar do aproveitamento irregular, o ponto alto da passagem foi a condução do Vasco à final da Copa do Brasil na última temporada, embora tenha perdido o título para o Corinthians.
O histórico de Fernando Diniz no Vasco já havia tido um capítulo anterior, em 2021, quando o clube disputava a Série B. Naquela ocasião, sua passagem foi curta: apenas 12 jogos, com quatro vitórias, três empates e cinco derrotas.
Desde o ápice em 2023, quando conquistou a Libertadores pelo Fluminense, Diniz não conseguiu repetir o sucesso em seus trabalhos subsequentes, acumulando passagens discretas e sem títulos pela Seleção Brasileira, pelo Cruzeiro e, agora, pelo Vasco da Gama.
O Flamengo largou na frente na decisão do Campeonato Carioca ao vencer o Fluminense por 2 a 1 na noite de quarta-feira (12), no Maracanã. Além do resultado, uma provocação de Luiz Araújo ao técnico Mano Menezes ficou marcado nos minutos finais.
Aos 34 minutos da segunda etapa, Mano Menezes reclamou com o camisa 7 rubro-negro, que respondeu de forma provocativa: levantou o meião e exibiu uma tatuagem comemorativa do título da Copa do Brasil de 2024, conquistado pelo Flamengo diante do Atlético-MG. Veja abaixo:
Luiz Araújo mostrando a taca da Copa do Brasil para o Mano Menezes.
— LIBERTA DEPRE (@liberta___depre) March 13, 2025
?????: @CanalGOATBR pic.twitter.com/t65NNy8pbf
Na coletiva pós-jogo, o treinador tricolor minimizou o episódio e fez questão de lembrar seu próprio histórico de títulos. "Eu tenho três, não mostrei. Esqueci. Não fui atrás", disse, referindo-se às conquistas da Copa do Brasil com Corinthians (2009) e Cruzeiro (2017 e 2018).
Mano também criticou a condução do árbitro na confusão gerada pela provocação. "Uma provocação incendiou uma coisa desnecessária. Veja como isso pode acarretar problema. Perdemos um jogador que foi lá, dois ou três no banco de reservas. E a pessoa que iniciou tudo, o árbitro foi lá, abraçou, acalmou e tirou ele de lá [...]. Acho injusto", declarou.
O segundo e decisivo Fla-Flu será neste domingo (16), às 16h, novamente no Maracanã. Com a vantagem da vitória no primeiro jogo, o Flamengo joga pelo empate para ser campeão. Já o Fluminense precisa vencer por dois gols de diferença para conquistar o título. Se vencer por um gol, a decisão será nos pênaltis.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.