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O marinheiro auxiliar Aldair do Rosário do Amor Divino, foi solto, nesta quarta-feira (10), após ter sido acusado por ato atentatório contra embarcação qualificado, referente ao acidente entre duas lanchas em Boipeba. A prisão preventiva do marinheiro foi decretada no último dia 2, cerca de quatro dias depois do acidente, em 29 de dezembro.
Segundo o advogado de Aldair, Israel Ventura, o acusado foi submetido ao exame do etilômetro, para indicar a taxa e a concentração de álcool no organismo no dia do acidente. O laudo, disponibilizado ao Bahia Notícias, apontou que o marinheiro não estava sob efeito de álcool na ocasião.
O marinheiro era o responsável pela condução da embarcação Bicudinha 3 que colidiu com a lancha Dattoli 12, durante o trecho chamado de Tapera, entre Valença e Boipeba. As duas vítimas do acidente, identificadas como Mário André Machado Cabral, de 34 anos, e Larissa Fanny Galantini Pires, de 35, estavam na Dattoli 12 e morreram no local.
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Atualmente, Aldair responde por duas vias de inquérito, um na Polícia Civil e outro na Capitania dos Portos da Bahia (CPBA). Quando procurada pela reportagem, a CPBA não se pronunciou sobre o laudo ou a liberação do acusado.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.