Artigos
Pesquisa, diagnóstico e dignidade: o compromisso do MCTI com a saúde da mulher
Multimídia
Rosemberg prevê vitória de Jerônimo contra ACM Neto no 1º turno
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
capital com homicidios
Junto com a informação de que a Bahia tem as cinco cidades mais violentas do país, a cidade de Salvador está na posição mais alta entre as capitais brasileiras e tem a maior proporção de crimes contra a vida em 2022, no levantamento Atlas da Violência 2024. De acordo com o levantamento divulgado nesta terça-feira (18), a capital baiana obteve 1.605 homicídios e uma taxa de 66,4 mortes por 100 mil habitantes.
Segundo o estudo, a cidade de São Paulo tem 1.762 casos do tipo, porém a população da capital paulista, que é de 11.451.999, é quase cinco vezes maior que a baiana, que é de 2.417.678. A taxa em SP é inferior, sendo de 15,4 homicídios. Após Salvador, o município de Macapá, capital do estado do Amapá, Região Norte do Brasil, aparece na lista com uma taxa de 55,7 mortes por 100 mil habitantes e 247 homicídios. No entanto, a capital amapaense tinha uma população de 442.933 habitantes em 2022.
Os números são referentes ao ano de 2022 e foram divulgados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP).

CIDADES DA BAHIA
A pesquisa mostrou também que das dez cidades mais violentas do país, as cinco primeiras estão na Bahia [sete das dez também ficam no estado]. O ranking é liderado por Santo Antônio de Jesus, no Recôncavo, com taxa de homicídios de 94,1 por 100 mil habitantes.
Jequié aparce em seguida com taxa de 91,9. A cidade era a primeira no ranking do ano passado. Em terceiro vem Simões Filho com 81,2; Camaçari com 76,6 e Juazeiro com 72,3. A capital baiana, Salvador, está na nona posição com taxa de 66,4 [a maior entre as capitais], e Feira de Santana é a décima mais violenta com 66 homicídios por 100 mil habitantes.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.